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	<title>intermezzo</title>
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	<description>reflexões e notas sobre jornalismo e comunicação no ciberespaço</description>
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		<title>intermezzo</title>
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		<title>Ainda sobre blogs &#8230;mas, para que servem mesmo?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 17:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na esteira do buzz sobre o Fatos e Dados, da Petrobrás tive acesso a um interessante conjunto de opiniões e posições das mais diversas fontes &#8211; jornalistas, pesquisadores, profissionais de mercado, curiosos, entre outros. Disso tudo ficou muito claro que o calor das discussões acaba por deixar de lado a essência do tema: o uso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1776&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="size-medium wp-image-1778 alignright" title="2006042700_the_blog_345" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/2006042700_the_blog_345.jpg?w=193&#038;h=300" alt="2006042700_the_blog_345" width="193" height="300" />Na esteira do <em>buzz</em> sobre o <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">Fatos e Dados</a>, da Petrobrás tive acesso a um interessante conjunto de opiniões e posições das mais diversas fontes &#8211; jornalistas, pesquisadores, profissionais de mercado, curiosos, entre outros. Disso tudo ficou muito claro que o calor das discussões <strong>acaba por deixar de lado a essência do tema: o uso do blog como uma ferramenta de mídia social</strong>.</p>
<p>Pelo lado dos jornalistas e das empresas jornalísticas a discussão ficou centrada na relação fonte-veículo e também no <strong>uso do blog como mídia</strong>. Os profissionais de comunicação tinham por foco <strong>a quebra do paradigma da mediação e a possibilidade concreta de uso das ferramentas de mídia social para isso</strong>, mas com uma sucessão de dúvidas sobre como e para que. Pesquisadores e a academia mantiveram-se à distância, como usual. Usuários e blogueiros, no mínimo, fizeram a festa. Tais opiniões refletem a diversidade de compreensão dobre o que na realidade são e para que servem os blogs.</p>
<p>Claro que não vou aqui nesse Intermezzo discorrer sobre as origens do blog nos diários pessoais,  sobre a quantidade de autores que discutem cientificamente o  tema (sim, blogs há tempos são objeto de pesquisa!) ou sobre seu uso nos mais diferentes campos de atividade. Existem muitas fontes para isso na própria web, prá começar. Gostaria, de indicar <strong>dois pontos-chave que condicionam o uso (adequado ou não) do blog em nossa rotina comunicacional</strong>:</p>
<p style="padding-left:60px;">1. <strong>A confusão entre plataforma de publicação e ferramenta de mídia social</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Desde suas origens o blog  trouxe uma característica muito atraente para qualquer usuário da web: a possibilidade de publicar e estar presente na grande rede, gratuitamente e sem esforços técnicos de especialista. Com isso, plataformas como<a href="http://www.wordpress.com" target="_blank"><strong> WordPress</strong></a> e <a href="http://www.blogger.com" target="_blank"><strong>Blogge</strong></a>r possibilitaram a existência dos 133 milhões de blogs registrados, segundo o último relatório sobre a Blogsfera do <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/" target="_blank"><strong>Techoratti</strong></a>. Com isso, surgem em ritmo de pãozinho quente os mais diversos tipos de propostas de conteúdo utilizando esse caminho rápido e fácil de publicação, confundindo o uso social da  ferramenta com uma forma de construir um website. O que temos, em muitos e muitos blogs, são o que chamo de <strong>blogsite</strong>s: <strong>uma página na web, que pouco explora as características oferecidas pela plataforma que configurariam o blog como uma mídia social</strong>.</p>
<p style="padding-left:30px;">Com isso, os posts acabam se transformando em longos textos com tom de press release ou de discurso individualista; comentários inexistem ou parecem construídos; resposta a comentários é algo fora de questão; <em>blogroll</em> entra na lista das incompreensões; nuvem de tags, como assim?;  <em>feed </em>RSS, <em>widgets</em> integradores com outras ferramentas e as APIs mais recentes estão fora de cogitação.</p>
<p style="padding-left:30px;">Ok! São muitas as exigências? Talvez, mas se todas essas funcionalidades não forem exploradas parece-me inadequado chamar a página de blog. Que se publiquem milhares de páginas, mas por favor, só vamos chamar de blog aquelas que  honrem o termo. Não tem problema chamar de website. a plataforma não condiciona a denominação.</p>
<p style="padding-left:60px;"><strong>2. A fetichização do blog</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Blogs sempre fizeram sucesso. Daí que criar e alimentar um blog &#8220;passou&#8221; a ser símbolo de atualidade e contemporaneidade, algo como uma passagem para o mundo 2.0. Seria isso mesmo? As aspas no &#8220;passou&#8221; são propositais.</p>
<p style="padding-left:30px;">Hoje assistimos a uma onda:  o blog do presidente da empresa X, o blog do governo Y, o blog do candidato Z, o blog do Sr. N&#8230;..e assim vamos engordando a blogsfera, como se blogs fossem a solução para a presença no mundo 2.0.</p>
<p style="padding-left:30px;">Bem, é preciso ir para além da ferramenta e do fetiche. É preciso olhar para a <strong>efetividade de um blog</strong>. Primeiro, porque <strong>blog que é blog dá trabalho, toma tempo e exige envolvimento real do autor</strong>: escrever posts, responder aos comentários, manter atualidade e periodicidade, disseminar pelas redes e listas, inserir hiperlinks oportunos, pensar nas formas de ampliação do tráfego, entre outras atividades. Segundo, porque efetividade tem tudo a ver com repercussão, replicação, discussão: características inerentes a um conteúdo de interesse para os usuários/leitores. E, terceiro, porque o <strong>blog é apenas uma parte de um processo estruturado, planejado e estratégico de atuação no mundo 2.0</strong>.</p>
<p>Na verdade, o blog utilizado  em sua plena capacidade, por assim dizer, deve ser <strong>considerado como objeto social</strong>: uma ambiênica digital que agrega idéias e opiniões compartilhadas, discutidas e ampliadas por um conjunto de pessoas com um interesse comum, utilizando para isso uma diversidade de ferramentas, funcionalidades e micro-sistemas que facilitam, dinamizame ampliam o processo como um todo. Apenas isso.</p>
<p><strong>E o seu blog, é blog?</strong> <img class="size-full wp-image-1779 alignleft" title="what-is-a-blog" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/what-is-a-blog.jpg?w=72&#038;h=64" alt="what-is-a-blog" width="72" height="64" /></p>
<p>(Beth Saad)</p>
<p style="padding-left:60px;">
Posted in Blog, Cibercultura, Design, Jornalismo, Tecnologia Tagged: Blog, blogs, estratégia, mídia social, redes sociais, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1776&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Blog da Petrobrás é apenas a ponta do iceberg</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Desde o dia 2/06/2009 estamos acompanhando o impacto do lançamento e as repercussões do blog <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Fatos e Dados</strong></a> da Petrobrás. Um <strong>embate de gente grande</strong>, de um lado o poder da maior empresa brasileira que, além de tudo, é estatal; e de outro os grandes jornais do país, representando o poder da informação. No meio disso tudo a questão forte: uma <strong>efetiva e perigosa quebra da relação fonte-veículo de informação</strong>. A Petrobrás, ao publicar no blog perguntas e respostas a ela enderaçadas pelos jornais <a href="www.estadao.com.br" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a>, <a href="www.folhaonline.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> e <a href="www.oglobo.com.br" target="_blank">O Globo </a>(um material tipicamente de apuração) coloca em questão a <strong>atividade mais básica do jornalismo que é a edição</strong>. Isso sem falar que tal atitude também põe no mesmo pacote o papel de mediação, a credibilidade, a ética, entre outros pontos fundantes.</p>
<p>Na origem, o blog foi criado, segundo texto da própria empresa para apresentar &#8220;<em>fatos e dados recentes da Petrobras e o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)</em>&#8220;. Tudo certo, em princípio, pois, num <strong>momento de dinamismo comunicacional a Petrobrás optou pelo formato blog, bastante adequado à situação</strong>. Esse Intermezzo não vai detalhar ainda mais o tema sob o ponto de vista dos preceitos jornalísticos. Muitas foram as avaliações e destacamos os posts dos professores <a href="http://monitorando.wordpress.com/2009/06/09/o-blog-da-petrobras-e-os-interesses-desacomodados/" target="_blank"><strong>Rogério Christofoletti</strong></a> e <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2009/06/09/imprensa433.shtml" target="_blank"><strong>Wilson Bueno</strong></a>, e do blog <a href="http://dicasdeumfucador.blogspot.com/" target="_blank">Dicas de um Fuçador. </a>Sem contar, claro, com a enormidade de posts que surgem no<a href="http://search.twitter.com/search?q=petrobras" target="_blank"><strong> Twitter</strong></a>. Em resumo, a Petrobrás apenas faz uso daquilo que está disponível gratuitamente da web para posicionar-se. Se ela usa adequadamente ou não é tema para outro post.</p>
<p>Gostaria de comentar, um pouco mais, sobre o fato de que, <strong>uma grande empresa estatal, ao entrar no mundo da web 2.0, se constituindo como um novo pólo de emissão na rede, ameaça os tradicionais emissores de nossa sociedade em seu papel constituído do Quarto Poder</strong>. O fato, em seu todo, inaugura uma nova etapa de reconstituição de forças do poder da informação, só possível nos ambientes de mídias sociais. A gritaria geral da imprensa tradicional (hiper justificável pela questão jornalística) também se dá pela <strong>incapacidade de nossos veículos se defrontarem com a prática da web 2.0 e sua multiplicidade de vozes</strong>.</p>
<p>Para essa discussão remeto ao texto do professor <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/06/07/processjournalism/" target="_blank"><strong>Jeff Jarvis</strong></a> que analisa a <strong>convivência entre jornalismo e blogs</strong> em recente ação do <em>The New York Times</em>. Sua frase: &#8220;.<em>..here we see a clash over journalistic culture and methods &#8211; product journalism v. process journalism</em>&#8221; deixa claro que a questão é cultural e essencialmente de método.  Penso ir mais adiante <strong>vinculando cultura e métodos ao ambiente de mídias sociais em redes digitais.</strong></p>
<p>O primeiro ponto é saber se as empresas informativas sabem como <strong>agir em rede</strong>. Se sabem <strong>o que significa para sua marca, imagem e credibilidade informativa estar em paridade com múltiplos emissores, jornalísticos ou não, e especialmente dialogar com os elos fortes e fracos de múltiplas redes</strong>. A novidade para os grandes nomes da mídia tradicional, ao que parece, é buscar um novo papel para si nesse cenário: <strong>ser o influenciador favorito para os usuários/leitores. Como se destacar em intensidade, importância e referência, diante de um conjunto diversificado que compõe as redes sociais na web</strong>.</p>
<p>No caso específico do blog da Petrobrás como, apesar da força informativa que a empresa pretende impor, tornar-se o provedor de informação favorito para os interessados no tema. É possível?</p>
<p>O segundo ponto, bem mais sensível, é a<strong> mudança cultural e formativa do profissional. Aqui a palavra-chave é mudança. Irreversível</strong>. O que assistimos, hoje, no ambiente brasileiro é um <strong>descompasso no ritmo dessas mudanças</strong>. No presente momento vemos a academia, Ministério da Educação e as entidades representativas da indústria em discussão &#8220;lenta e gradual&#8221; das novas diretrizes curriculares para os cursos de jornalismo e da obrigatoriedade do diploma, pautados pelos preceitos da preservação da espécie; e de outro lado temos o ambiente em ebulição, que faz suas mudanças a toque de caixa, que exige posturas de ação-reação típicas do meio digital e que deixa prá trás quem está fora de compasso.</p>
<p>Nesse contexto, estariam os nossos profissionais preparados para a dinâmica contemporânea? Profissionais, empresas informativas e escolas querem efetivamente promover mudanças? Rápidas?</p>
<p>Por fim, enquanto as empresas informativas buscam entender o que é estratégia de diferenciação no mundo 2.0, e  a academia e as instituições hesitam em absorver uma nova cultura, <strong>corre em paralelo o embate entre o padrão de produção e consumo da informação no impresso e no online.</strong> Na era da informação 2.0, para Jeff Jarvis, o &#8220;mito da perfeição&#8221;  de processo jornalístico que todo profissional almeja entra em crise quando confrontado ao novo patamar de relacionamento e diálogo exigido por um ambiente de multiplicidade de vozes.</p>
<p>Na verdade, o blog da Petrobrás apenas desencadeou uma discussão que estava abrigada no nível subliminar de nosso Jornalismo. A ponta de um enorme iceberg de rota desconhecida.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
Posted in Blog, Jornalismo, Mídia, Tecnologia Tagged: cultura, Jornalismo, mudança, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1769&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: modelos de conteúdo/negócio alternativos viabilizam o JOL. Parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 18:56:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, se a saída à crise ou à transformação de todo o business informativo está nos modelos alternativos, vejam alguns apresentados no ISOJ.
O primeiro deles é o informativo canadense NowPublic, baseado na lógica do crowdsourcing. O site publica informações de fontes alternativas &#8211; blogs, Twitter, Flickr, YouTube, oferecendo ferramentas e recursos editoriais para que tais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1758&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Bem, se a saída à crise ou à transformação de todo o <em>business</em> informativo está nos modelos alternativos, vejam alguns apresentados no ISOJ.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1759" title="nowpublic" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/nowpublic.jpg?w=300&#038;h=209" alt="nowpublic" width="300" height="209" />O primeiro deles é o informativo canadense <a href="http://www.nowpublic.com/" target="_blank"><strong>NowPublic</strong></a>, baseado na lógica do <strong>crowdsourcing</strong>. O site publica informações de fontes alternativas &#8211; blogs, Twitter, Flickr, YouTube, oferecendo ferramentas e recursos editoriais para que tais informações sejam disponibilizadas de forma adequada aos preceitos e valores do jornalismo.</p>
<p>O <a href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" target="_blank"><strong>crowdsourcing</strong></a> pode ser definido como um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. O <em>crowdsourcing</em> comporta a noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exatas do que peritos individuais.</p>
<p>O modelo do NowPublic foi criado por <a href="http://blog.nowpublic.com/category/management/" target="_blank"><strong>três empreendedores/investidores</strong></a> que já operavam no mercado de tecnologia da informação e que perceberam o potencial do sistema &#8211; as informações são enviadas ao site e este também coleta conteúdo de fontes alternativas, fazendo com que o criador do conteúdo seja valorizado pelo trabalho realizado pela enxuta redação. Com isso, tem-se uma <strong>operação de baixo custo</strong> e, ao mesmo tempo, totalmente voltada à participaçõa dos usuários.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1760" title="politicocom" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/politicocom.jpg?w=300&#038;h=187" alt="politicocom" width="300" height="187" />Um segundo modelo enfatiza o chamado<strong> jornalismo de nicho</strong>. O site <a href="http://www.politico.com/" target="_blank"><strong>Politico.com</strong></a> caracteriza-se como uma operação jornalística na web, com um complemento em versão impressa, voltada exclusivamente à cobertura de Washington, a Casa Branca, o Congresso e todas as informações paralelas que circulam no centro do poder.</p>
<p>O diferencial nesse caso é o estilo da cobertura, que resulta num conteúdo atraente par ao usuário. A idéia é buscar fontes alternativas de informação (não aos porta-vozes!), fazer os repórteres frequentarem locais  e eventos não-políticos, dar espaço aos lobistas, entre outras formas de geração atraente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1761" title="propublica" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/propublica.jpg?w=300&#038;h=187" alt="propublica" width="300" height="187" />Um terceiro modelo está voltado para uma <strong>operação sustentada por uma Fundação privada</strong>, a Sandler Foundation, de um casal norte-americano <strong>mecenas</strong>, que acredita na necessidade de uma sociedade mais justa, democrática e informada. Com isso surgiu o <a href="http://www.propublica.org/" target="_blank"><strong>ProPublica.org</strong></a>, uma redação sem fins lucrativos, que se propõe a uma cobertura investigativa independente, focada em assuntos de &#8220;força moral&#8221;, segundo definição de seus editores.</p>
<p>A idéia do site foi proposta pelo ex- jornalista do <em>The Wall Street Journal</em>, <a href="http://www.propublica.org/about/leadership" target="_blank"><strong>Paul Steiger</strong></a> que recebu apoio para tornar o jornalismo investigativo protagonista, uma vez que o mesmo tem sido pouco considerado pela mídia tradicional. A <a href="http://www.propublica.org/about" target="_blank">proposta de um modelo de mecenato </a>baseia-se na idéia de que há necessidade de construir uma marca sólida, vinculada à independência de investigação, para posteriormente bbuscar um modelo comercial par ao site.</p>
<p>Além desse três modelos, foram discutidos no Simpósio o conhecido <a href="http://www.huffingtonpost.com/p/huffington-post.html" target="_blank"><strong>The Huffington Post</strong></a>, o <a href="http://www.sdnn.com/" target="_blank"><strong>San Diego News Network</strong></a>, o <a href="http://www.indenvertimes.com" target="_blank"><strong>inDenver Times</strong></a>, o <a href="http://spot.us/" target="_blank"><strong>Spot.us</strong></a> e o <a href="http://thebatavian.com/" target="_blank"><strong>The Batavian</strong></a>, todos baseados em algum modelo que correlaciona UGC, participação e baixo custo operacional.</p>
<p>Fica a pergunta que não que calar: como estamos no Brasil? temos modelos alternativos?</p>
<p>(Beth Saad)</p>
Posted in Blog, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: ciberjornalismo, jornalismo online, modelos de negócio alternativos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1758&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: modelos de conteúdo/negócio alternativos viabilizam o JOL. Parte I</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 18:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os especialistas e editores reunidos no ISOJ foram quase unânimes em apontar os modelos de conteúdo/negócios diferenciados como a viabilização do business digital e, principalmente, como a saída para a indústria jornalística ainda atrelada ao modelo impresso. Palavras como mecenato, empreendedorismo, jornalismo de nicho, conteúdos agregadores e crowdsourcing passam a fazer parte do cotidiano do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1744&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_1745" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1745" title="outing_jump" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/outing_jump.jpg?w=240&#038;h=189" alt="Newspapers, why are you doing this? Don't jump!" width="240" height="189" /><p class="wp-caption-text">Newspapers, why are you doing this? Don&#39;t jump!</p></div>
<p>Os especialistas e editores reunidos no ISOJ foram quase unânimes em apontar os <strong>modelos de conteúdo/negócios diferenciados </strong>como a viabilização do business digital e, principalmente, como a <strong>saída para a indústria jornalística </strong>ainda atrelada ao modelo impresso. Palavras como <strong>mecenato, empreendedorismo, jornalismo de nicho, conteúdos agregadores e crowdsourcing passam a fazer parte do cotidiano do mercado do JOL</strong>.</p>
<p>O painel comandado pelo consultor <a href="http://www.steveouting.com" target="_blank"><strong>Steve Outing</strong></a>, que mostrou a foto ao lado para abrir as discussões, iniciou com a seguinte afirmação: <strong>o modelo da velha mídia está ultrapassado, e os jornais podem escolher a queda livre no abismo ou partir para modelos &#8220;sucessores&#8221; e experimentar um outro patamar de negócio, conteúdo e relação com o público</strong>.</p>
<p>Outing listou as seguintes <strong>características do novo ambiente</strong> dos modelos &#8220;sucessores&#8221;: organizações centradas no digital; conteúdo online gratuito disponibilizado em toda e qualquer plataforma; desenvolvimento de conteúdos pagos para plataformas móvis (iPhone, Kindle, etc. ), conteúdo <em>web premium</em> segmentado, exclusivo e pago; departamento comercial em formato de agência de publicidade; serviços de marketing social oferecidos para a base de usuários cadastrados; parcerias de conteúdo e comerciais com outras mídias; renovação dos executivos da empresa jornalística; e busca de modelos alternativos ao <a href="http://www.webperformancematters.com/journal/2006/2/28/managing-rias-1-introduction.html" target="_blank">RIA (Rich Internet Applications</a>).</p>
<p>Considerando que as propostas apresentadas são bastante transformadoras e impactantes para uma indústria acostumada a monoplataformas e receitas publicitárias e de classificados baseadas em circulação, destacamos a fala final de Outing, que vai mais além e propõe às empresas informativas &#8220;<strong>sair prá fora da caixa</strong>&#8220;, ou seja, olhar o ambiente e seus novos <em>players</em> como um campo de conviência e colaboração.</p>
<p>Outing convida as empressa informativas a pensarem em sistemas como, o <strong>GoogleNews</strong>, o <a href="http://www.reinventingclassifieds.com/rise-up-a-classifieds-manifesto/" target="_blank"><strong>sistema de classificados</strong></a> proposto pela <strong>NAA</strong> (National Association of Advertisers, dos Estados Unidos), e o <a href="http://www.kachingle.com/" target="_blank"><strong>Kachingle</strong></a>, sistema agragaador de blogs:</p>
<div id="attachment_1746" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1746" title="googlenews" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/googlenews.jpg?w=150&#038;h=62" alt="O robô de notícias que não exige mais explicações..." width="150" height="62" /><p class="wp-caption-text">O robô de notícias que não exige mais explicações...</p></div>
<div id="attachment_1747" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://corporate-blog.kachingle.com/"><img class="size-thumbnail wp-image-1747" title="kachingle" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/kachingle.jpg?w=150&#038;h=39" alt="Um sistema agragador de blogs - pago, que trabalha com um modelo de micropagamentos definidos conforme o valor da informação atribuído pelos  usuários" width="150" height="39" /></a><p class="wp-caption-text">Um sistema agragador de blogs - pago, que trabalha com um modelo de micropagamentos definidos conforme o valor da informação atribuído pelos  usuários</p></div>
<div id="attachment_1749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.reinventingclassifieds.com/rise-up-a-classifieds-manifesto/"><img class="size-thumbnail wp-image-1749" title="naa2" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/naa2.jpg?w=150&#038;h=97" alt="A proposta da NAA para um novo posicionamento dos classificados nos jornais" width="150" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">A proposta da NAA para um novo posicionamento dos classificados nos jornais&quot;</p></div>
<p>Diante das sugestões de Steve Outing, as empresas informativas têm um enorme campo de novos modelamentos para seus negócios. É pegar ou largar!</p>
<p>(Beth Saad)</p>
Posted in Blog, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: crowdsourcing, estratégia, jornalismo de nicho, modelos de negócio <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1744&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: mídia digital em transformação, outra vez!</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/04/26/10o-isojutexas-austin-midia-digital-em-transformacao-outra-vez/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 15:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
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		<description><![CDATA[
O International Symposium on Online Journalism &#8211; ISOJ ocorreu nos dias 17 e 18 de abril, reunindo jornalistas, publishers e pesquisadores para discurtir o status da mídia digital e do jornalismo online nos Estados Unidos, Europa e América Latina. O Brasil foi representado por esta blogueira, Beth Saad, e pela Márion Strecker, Diretora de Conteúdo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1734&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1735" title="ojs20092in" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/ojs20092in.jpg?w=250&#038;h=47" alt="ojs20092in" width="250" height="47" /></p>
<p>O <strong><a href="http://online.journalism.utexas.edu/index.php" target="_blank">International Symposium on Online Journalism</a> &#8211; ISOJ</strong> ocorreu nos dias 17 e 18 de abril, reunindo jornalistas, publishers e pesquisadores para discurtir o status da mídia digital e do jornalismo online nos Estados Unidos, Europa e América Latina. O Brasil foi representado por esta blogueira, <strong><a href="http://twitter.com/bethsaad" target="_blank">Beth Saad</a></strong>, e pela <a href="http://twitter.com/marionstrecker" target="_blank"><strong>Márion Strecker</strong></a>, Diretora de Conteúdo do <a href="http://www.uol.com.br" target="_blank"><strong>UOL</strong></a>.</p>
<p>O evento, como sempre, bastante concorrido, teve como um dos temas mais polêmicos a<strong> crise </strong>que vem abalando especialmente o <strong>mercado informativo norte-americano</strong>. A grande maioria das opiniões concordou que a crise está nos modelos de negócio das empresas de mídia e não no jornalismo em si. Este, pelo contrário, está &#8220;<em>forte, em seu melhor momento e cada vez mais criativo por conta da diversidade de ferramentas e aplicativos disponíveis para seu exercício</em>&#8220;, segundo o consultor e professor mexicano <a href="http://gabosama.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Gabriel Sama</strong></a>. Na mesma linha de raciocínio, e adjetivando mais uma etapa de mudanças nos modelos de negócio, o criador e organizdor do ISOJ, <a href="http://twitter.com/Rosental" target="_blank"><strong>Rosental Calmon Alves</strong></a> afirmou em seu discurso de abertura que a indústria jornalística está passando por um processo de mídiamorfose (conceito criado por <a href="http://rji.missouri.edu/staff-and-advisers/roger-fidler.php" target="_blank"><strong>Roger Fidler</strong></a>, autor de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=33220&amp;sid=10216720111425585691565553&amp;k5=13D361DC&amp;uid=" target="_blank">livro</a> com o mesmo nome) e não por um midiacídio, tema que<a href="http://revcom.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465" target="_blank"> Rosental vem desenvolvendo desde 200</a>5. Ele reforça a questão sugerindo que atualmente <strong>as empresas informativas estão vivenciando uma evolução em seus negócios e não uma revolução, passando por uma total desconstrução do atual sistema de mídia</strong>.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1738" title="caminhos-cruzados1" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/caminhos-cruzados1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="caminhos-cruzados1" width="300" height="300" />Para quem acompanha as transformações da indústria da mídia, seus negócios, estratégias e cultura, foi possível constatar nos dias do simpósio que <strong>mais uma vez surge uma</strong> <strong>encruzilhada</strong>, um momento de decisão, onde as empresas repensam a essência de seus negócios, o perfil de seus profissionais e, principalmente, o formato de seu conteúdos.</p>
<p>Temas como <strong>mensuração, UGC </strong>(conteúdo gerado pelo usuário), ferramentas de apoio ao conteúdo e narrativa &#8211; twitter em destaque, e avolta do <em><strong>backpack journalist</strong></em> foram intensamente discutidos.</p>
<p>O <a href="http://online.journalism.utexas.edu/papers.php?year=2009" target="_blank"><strong>download dos papers</strong></a> e dos <a href="http://online.journalism.utexas.edu/slides.php?year=2009" target="_blank"><strong>power points</strong></a> apresentados no ISOJ está disponível na página do Simpósio.</p>
<p>Iremos, em novos posts nesse Intermezzo fazer uma análise dos temas que mais impactaram e que têm uma maios vinculação com nosso ambiente informativo brasileiro.</p>
Posted in Estudos acadêmicos, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1734&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Aplicativos de Firefox para jornalistas</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/03/31/melhores-add-ons-de-firefox-para-jornalistas-pesquisadores-estudantes/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
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		<description><![CDATA[Compartilho com os colegas o meu &#8220;top 5&#8221; de add-ons de Firefox. São complementos criados para o navegador que certamente podem facilitar e muito a vida de jornalistas e também pesquisadores e estudantes de jornalismo. Vamos lá:
1) Gnosis
Este é nota 10. Tenho apresentado o ClearForestGnosis nas minhas palestras sobre &#8220;Jornalismo 3.0&#8243;. Porque realmente é o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1688&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Compartilho com os colegas o meu &#8220;<strong>top 5</strong>&#8221; de <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/" target="_blank">add-ons</a> de Firefox. São complementos criados para o navegador que certamente podem facilitar e muito a vida de jornalistas e também pesquisadores e estudantes de jornalismo. Vamos lá:</p>
<p><strong>1) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3999" target="_blank">Gnosis</a></strong><br />
Este é nota 10. Tenho apresentado o ClearForestGnosis nas minhas palestras sobre &#8220;Jornalismo 3.0&#8243;. Porque realmente é o tipo do aplicativo que antecipa de uma forma já concreta o poder que terá a web semântica. Ele faz uma varredura na página, identificando e inserindo automaticamente links em palavras de pessoas, cidades, empresas, organizações e não só. Útil sobretudo para APURAÇÃO de informações na web.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/11976/943948800" alt="" width="213" height="160" /></p>
<p><strong>2)  <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/5648" target="_blank">Fireshot</a></strong><br />
Aplicativo que captura telas e deixa fazer anotações.  Útil para REGISTRAR (documentar) páginas web, capturá-las e inseri-las em apresentações.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/25489/1220429515" alt="" width="233" height="160" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>3) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3209" target="_blank">GTD Inbox</a></strong><br />
Transforma os emails  do GMAIL em tarefas. O aplicativo gera a lista de afazeres automaticamente a partir das próprias mensagens.  Bom para ORGANIZAR, por exemplo, entrevistas que estejam sendo realizadas por correio eletrônico. Segue a filosofia de produtividade do &#8220;Getting Things Done&#8221; criada por David Allen.<strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/12935/1174656804" alt="" width="165" height="74" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>4) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3615" target="_blank"><span class="status-body"><span class="entry-content">delicious bookmarks</span></span></a></strong><br />
Clássico<strong>. </strong>Ótimo para ir guardando aquele monte de links de reportagens, artigos e outros materiais interessantes que ajudam o nosso trabalho cotidiano. O aplicativo integra os bookmarks e as tags do delicious com o Firefox e os mantém facilmente acessíveis.<strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/24422/1218135075" alt="" width="156" height="117" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>5) <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4999" target="_blank">Interclue</a></strong><br />
Quer saber o que há por trás dos links?  O Interclue mostra o caminho sem que você precise clicar no link. Fantásico para inibir o &#8220;efeito de pandora&#8221; dos cliques. Economiza o nosso tempo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/17896/1222995276" alt="" width="166" height="167" /></p>
<p><strong><br />
Outras dicas valiosas que chegaram via Twitter:</strong></p>
<p><strong>Dica do Dauro:</strong><span class="status-body"><strong><a title="dauroveras" href="http://twitter.com/dauroveras"><br />
dauroveras</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> boa ideia! duas s</span></span><span class="status-body"><span class="entry-content">ugestões pra sua lista: delicious bookmarks e hyperwords.</span></span></p>
<p><strong>Dica do Murilo:</strong><span class="status-body"><strong><a title="Murilo" href="http://twitter.com/murilopinto"><br />
murilopinto</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> <a rel="nofollow" href="http://tr.im/ekiw" target="_blank">http://tr.im/ekiw</a> Apesar que discordo de algumas.</span></span></p>
<p><strong>Dica da Renata:</strong><span class="status-body"><strong><a title="00 Renata Chebel" href="http://twitter.com/sp00"><br />
sp00</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> Piclens:é um visualizador de imagens, funciona em sites como google images e flickr,bom p/ quem pesquisa imagens.</span> <span class="meta entry-meta"><a class="entry-date" rel="bookmark" href="http://twitter.com/sp00/status/1176765292"></a></span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="meta entry-meta"><br />
Outras sugestões são bem-vindas.<br />
(Daniela Bertocchi)<br />
</span></span></p>
Posted in Jornalismo Tagged: aplicativos, estudantes, firefox, jornalistas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1688&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>O mito do texto curto</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/02/17/o-mito-do-texto-curto/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 04:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ensino jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já passamos da primeira década de internet disseminada e ainda ouço de alunos e colegas a máxima: &#8220;Na internet, o texto tem que ser curto, não é?&#8221;. Não, não é.
Definindo
Desde os primórdios, o hiperlink permite, entre outras coisas, a fragmentação de qualquer conteúdo em pedaços, ou chunks, em inglês. Com isso, deixamos a cargo do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1696&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignright size-full wp-image-1698" title="Fita métrica" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/fita_metrica.jpg?w=108&#038;h=300" alt="Fita métrica" width="108" height="300" />Já passamos da primeira década de internet disseminada e ainda ouço de alunos e colegas a máxima: &#8220;Na internet, o texto tem que ser curto, não é?&#8221;. Não, não é.</p>
<p><strong>Definindo</strong></p>
<p>Desde os primórdios, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hyperlink">hiperlink</a> permite, entre outras coisas, a <strong>fragmentação </strong>de qualquer conteúdo em pedaços, ou <em>chunks</em>, em inglês. Com isso, deixamos a cargo do usuário decidir o quanto ele irá se aprofundar em determinado assunto.</p>
<p>Essa é uma das principais vantagens do texto digital em relação ao analógico. No segundo, como há limitações de tempo e espaço, o jornalista diariamente imagina quem é o seu leitor e faz uma <strong>auto-seleção</strong> de quais termos merecem um desenvolvimento ou não. Por exemplo, um jornalista do <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/">Mais!</a> – caderno do jornal <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/">Folha de S.Paulo</a> sobre cultura – certamente se sente à vontade ao discorrer sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Schopenhauer">Schopenhauer</a>, pois imagina que a média dos seus leitores conhecerá o filósofo. Por outro lado, o repórter do jornal <a href="http://extra.globo.com/">Extra</a>, periódico popular do Rio de Janeiro, seria obrigado a fazer uso de um longo aposto para contextualizar o seu público-alvo sobre quem é o autor e o que ele fez de importante.</p>
<p><strong>Pequenos preconceitos e grandes limitações</strong></p>
<p>O jornalismo tradicional é formado por esses pequenos e praticamente <strong>inconscientes preconceitos</strong>. Na prática, nem todos os leitores do caderno Mais! são eruditos e nada garante que os do Extra não o são. Entretanto, pelas limitações do suporte, o jornalista é obrigado a desenhar em sua imaginação o público-alvo e moldar seu texto a ele.</p>
<p>Além disso, os suportes tradicionais são <strong>limitados por suas características</strong>. Eles não atendem plenamente nem o especialista e nem aquele que desconhece o assunto. Continuando com o exemplo do Schopenhauer, o jornalista pode fazer uso de recursos como o aposto ou o box para tornar o texto mais acessível. Correto? Errado. Na verdade, essas saídas soarão enfadonhas para o especialista e ineficaz para o leigo, já que elas não oferecem grandes aprofundamentos.</p>
<p>O hiperlink – assim como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypertext">hipertexto</a> e a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypermedia">hipermídia</a> – chega para dar um <strong>salto qualitativo</strong> em termos de redação. Pela primeira vez, podemos fazer um texto curto do qual se ramificam conexões que levarão a um aprofundamento. Dessa forma, um especialista pode se contentar com um nível mais superficial da informação enquanto o leigo, de acordo com o interesse, tem à disposição diversas conexões que o levam a conteúdos realmente detalhados.</p>
<p>Já pensou <strong>o que seria da internet</strong> como fonte de pesquisa se todos levassem a sério o mito do texto curto? Mudar a maneira como se aprendeu a escrever é difícil. Como começar a escrever de forma não-linear e em camadas depois de toda uma vida alfabetizado na linearidade. Tanto não é fácil que praticamente nenhum veículo faz uso do hipertexto de forma avançada. A maioria ainda escreve para a web como se escrevesse para um jornal e produz conteúdo em vídeo como se estivesse produzindo para a televisão. Em seus livros, <a href="http://www.lcc.gatech.edu/~murray/hoh/hoh.html">MURRAY</a> e <a href="http://e-periodistas.blogspot.com/2005/03/nuevo-libro-sobre-redaccin-para_17.html">SALAVERRÍA</a> já debateram intensamente o fenômeno da <strong>subutilização dos recursos do meio digital</strong>. Por esse motivo, o texto não precisa ser, necessariamente, curto. O ideal é darmos condições aos usuários, por meio dos hiperlinks, para decidirem o quão curta ou extensa será a leitura de acordo com os interesses e repertórios de cada um.</p>
<p>Mas, afinal, de onde surgiu esse mito?</p>
<p><strong>&#8220;A culpa é do Nielsen&#8221;</strong></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1700" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/nielsen1.jpg?w=167&#038;h=250" alt="" width="167" height="250" />Em 1997, o especialista em usabilidade <a href="http://www.useit.com/jakob/">Jakob Nielsen</a> (foto) publicou o artigo &#8220;<a title="Leia o artigo de Nielsen na integra" href="http://www.useit.com/alertbox/9710a.html">How Users Read on the Web</a>&#8220;. Nesse estudo, ele demonstra o quanto o texto curto, com destaques visuais e à base de marcadores <strong>tornam a leitura na internet mais eficaz</strong>.</p>
<p>Ele está certo. Um texto nesse formato tem <strong>mais chances de ser lido </strong>do que parágrafos e mais parágrafos dissertativos. Entretanto, não podemos nos esquecer de três pontos antes de repercutir o texto de Nilsen:</p>
<ul>
<li>A análise feita por ele mediu <strong>aspectos fisiológicos do comportamento</strong>. Do ponto de vista do conforto, um texto de acordo com as características propostas realmente funciona melhor. Entretanto, o <strong>fator interesse</strong> não foi levado em conta. É esse fator que faz os leitores do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/historia.asp">Observatório da Imprensa</a> escreverem para o site reclamando que alguns artigos ficaram curtos demais.</li>
<li>A pesquisa foi feita em universo bastante restrito e Nielsen deixa isso bem claro. Quem lê os prefácios dos livros dele percebe a preocupação em deixar claro que estamos falando de recomendações que <strong>devem ser analisadas e adaptadas</strong> dentro de um contexto particular, e não dogmas universais.</li>
<li>Há 12 anos, predominavam os monitores <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cathode_ray_tube">CRT</a> que, notavelmente, tornavam a leitura diante da tela bem mais cansativa em relação aos atuais de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LCD">LCD</a>.</li>
</ul>
<p>Entretanto, a <strong>leitura superficial</strong> desse artigo foi parar nos livros, que foi parar nas mãos dos professores que, até hoje, cuidam da perpetuação do mito do texto curto entre os jovens jornalistas. Aqueles mesmos que, após quatro anos, estarão nas redações digitais, se tornarão editores e passarão essa máxima equivocada adiante <strong>fomentando um ciclo</strong> que atrasa, e bastante, o desenvolvimento de uma narrativa jornalística que <strong>usufrua plenamente</strong> os recursos do ambiente digital.</p>
<p><strong>(Andre de Abreu)</strong></p>
Posted in Estudos acadêmicos, Jornalismo Tagged: ensino jornalismo <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1696&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Andre de Abreu</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O embate sem fim no jornalismo: online e impresso são incompatíveis?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/02/04/o-embate-sem-fim-no-jornalismo-online-e-impresso-sao-incompativeis/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 13:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acompanhando o excelente blog 233Grados, do colega espanhol Mário Tascón, tenho sempre a impressão de que é difícil e indigesta a aceitação e convivência com as irreversíveis mudanças no processo jornalístico e nos profissionais da área diante do acelerado mundo digital. Mesmo com a evidência dos fatos ainda vemos resistentes entrincheirados, insistindo em encontrar na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1682&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1683" title="o-fim-do-mundo-capa" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/o-fim-do-mundo-capa.jpg?w=300&#038;h=225" alt="o-fim-do-mundo-capa" width="300" height="225" /></p>
<p>Acompanhando o excelente blog <a href="http://www.233grados.com" target="_blank"><strong>233Grados</strong></a>, do colega espanhol Mário Tascón, tenho sempre a impressão de que<strong> é difícil e indigesta a aceitação e convivência com as irreversíveis mudanças no processo jornalístico e nos profissionais da área diante do acelerado mundo digital</strong>. Mesmo com a evidência dos fatos ainda vemos resistentes entrincheirados, insistindo em encontrar na voz de autoridades da área justificativas para suas posições.</p>
<p>Nessa linha é muito interessante <a href="http://www.233grados.com/blog/2009/02/entrevistas-juan-cruz.html" target="_blank"><strong>o post do 233Grados</strong></a> que monitora a troca de idéias entre dois jornalistas do <a href="www.elpais.es" target="_blank"><em>El Pais </em></a>sobre o tema. De um lado, estão ali apresentadas entrevistas realizadas pelo jornalista <strong>Juan Cruz &#8211; um resistente assumido</strong> &#8211; com diversos nomes de peso no mundo jornalístico da Europa e dos Estados Unidos. Incrível, pois, o feitiço virou contra o feiticeiro, já que <strong>a grande maioria dos entrevistados, em oposição às colocações de Cruz assume o mundo digital como irreversível e já concretizado, sem que isso comprometa um jornalismo de qualidade. </strong></p>
<p>Para acirrar o embate, na outra ponta está o jornalista <strong>Enric González &#8211; um digitalizado</strong> &#8211; que assina matéria no mesmo jornal entitulada <a href="http://www.elpais.com/articulo/Pantallas/Funerales/elpepirtv/20090202elpepirtv_3/Tes" target="_blank"><strong>Funerales</strong></a> onde <strong>defende a qualidade de conteúdo como base fundadora para o sucesso de qualquer operação informativa, em qualquer plataforma</strong>.</p>
<p>Reproduzo a seguir o trecho mais interessante (em Espanhol):</p>
<blockquote><p><em>La industria periodística, que numerosos expertos dan por desahuciada y que, por la costumbre, solemos confundir con el oficio, es un asunto de propietarios, capataces y empleados. Si la despojamos del velo de romanticismo, queda eso: una jerarquía vertical, unos intereses comerciales y políticos, unos empleados que sirven a cambio de un sueldo.</em></p>
<p><em>La parte industrial, la que dicen que agoniza, no es especialmente bonita de ver. Toda la gracia está en el oficio, en las personas que lo practican y en el público al que sirven. Quizá desaparezcan las mesas, la cafetería, las complicidades oficinescas, la seguridad de una nómina, la enfermedad retribuida, el relativo cobijo de una cabecera; es de suponer que, en contrapartida, el periodista quedará liberado de los compromisos de sus amos. Se atisba una época en la que el periodista será él mismo, expuesto a la intemperie, a solas con sus propios compromisos y sus propios errores</em>.</p></blockquote>
<p>São ilustrações que reforçam o temos insistido nesse Intermezzo: <strong>discutir informação em ambientes digitais requer mudança cultural da empresa, seus <em>publishers</em> e colaboradores; novas habilidades profissionais; reforma urgenta nas estruturas de ensino,treinamento e desenvolvimento de pessoas,<em> y otras cositas más&#8230;.</em></strong></p>
<p><strong><em>(Beth Saad)<br />
</em></strong></p>
<blockquote></blockquote>
Posted in Jornalismo, Mídia, Mercado, Tecnologia Tagged: conteúdo, mudança de paradigmas, qualidade <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1682&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Beth Saad</media:title>
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			<media:title type="html">o-fim-do-mundo-capa</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Confira a lista dos principais eventos de comunicação para 2009</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 17:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[

Comecei a compilar dados sobre os principais eventos de comunicação agendados para 2009. São congressos, encontros, seminários e cursos relacionados ao mundo da comunicação, tecnologia, internet e jornalismo. Consegui muitas dicas interessantes acompanhando o amigo português Paulo Nuno Vicente no Twitter. Outras sugestões de eventos no Brasil e exterior são muito bem-vindas! Podem deixar na área de comentários ou enviar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1617&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#0000ee;text-decoration:underline;"><a rel="attachment wp-att-1626" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/foto-do-flickr/"></a><a rel="attachment wp-att-1648" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/foto-do-flickr-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1648" title="foto-do-flickr-2" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/01/foto-do-flickr-2.jpg?w=425&#038;h=320" alt="foto-do-flickr-2" width="425" height="320" /></a><br />
</span></p>
<p>Comecei a compilar dados sobre os <a href="http://imezzo.wordpress.com/eventos2009/" target="_self">principais eventos de comunicação agendados para 2009</a>. São congressos, encontros, seminários e cursos relacionados ao mundo da comunicação, tecnologia, internet e jornalismo. <span style="line-height:7px;">Consegui muitas dicas interessantes acompanhando o amigo português <a href="http://twitter.com/pnvicente" target="_blank">Paulo Nuno Vicente</a> no Twitter. Outras s<span style="line-height:4px;">ugestões de eventos no Brasil e exterior são muito bem-vindas! <span style="line-height:3px;">Podem deixar na área de comentários ou enviar por email: <strong>daniela@bertocchi.info<br />
</strong></span></span></span></p>
<p><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;">&gt; <a href="http://imezzo.wordpress.com/eventos2009/">Lista de eventos 2009 </a></span></span></span></p>
<p><em>P.S. A foto acima está no meu </em><a href="http://www.flickr.com/photos/danielabertocchi/" target="_blank"><em>Flickr</em></a><em>: foi capturada em 2004, no Congresso de Jornalismo Digital em Santiago de Compostela, Espanha. </em><br />
<span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;"><strong></strong></span></span></span></p>
<p><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;"><strong><span style="font-weight:normal;">(Daniela Bertocchi)<br />
</span><br />
</strong></span></span></span></p>
Posted in Eventos, Jornalismo  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1617&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">foto-do-flickr-2</media:title>
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		<title>A posse de Obama e a experiência de compartilhamento nas redes sociais: o caso CNN.com Live + Facebook</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[A cobertura integrada CNN/Facebook do evento Obama Inauguration colocou em pauta o exercício do compartilhamento em tempo real mais puro &#8211; sem fronteiras; múltiplos fusos horários, etnias e culturas; e muita diversidade de opiniões, de pessoas próximas e de estranhos &#8211; tudo disponível na mesma interface, acompanhando o streamming audiovisual que bateu recordes de audiência.
Penso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1604&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_1606" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><img class="size-full wp-image-1606" title="dosateliteb" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/01/dosateliteb.jpg?w=425&#038;h=214" alt="Imagem de Satélite - National Mall, Washington na hora da posse de Obama" width="425" height="214" /><p class="wp-caption-text">Imagem de Satélite - National Mall, Washington na hora da posse de Obama</p></div>
<p>A <strong>cobertura integrada CNN/Facebook</strong> do evento <a href="http://www.pic2009.org/content/home/" target="_blank"><strong>Obama Inauguration</strong></a> colocou em pauta o exercício do compartilhamento em tempo real mais puro &#8211; sem fronteiras; múltiplos fusos horários, etnias e culturas; e muita diversidade de opiniões, de pessoas próximas e de estranhos &#8211; tudo disponível na mesma interface, acompanhando o <em>streamming</em> audiovisual que bateu recordes de audiência.</p>
<p>Penso que para quem não é aficcionado, compreender  a função de uma rede social, inserir-se na sua dinâmica e tornar-se um participante ativo é algo que necessita de motivação, concretitude e maleabilidade, mesmo em tempos de uma internet bastante presente no dia-a-dia coletivo (<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/immanent/immanent.pdf" target="_blank"><strong>a internet imanente</strong></a>). Os mais de <a href="http://mashable.com/2009/01/20/cnn-facebook-inauguration-numbers/" target="_blank">13 milhões de stremmings</a> da CNN/Facebook podem representar o elemento concreto, ou o efeito-demonstração para que cada vez mais o mundo das redes sociais também seja tão imanente quanto à própria rede.</p>
<p>Existem aqui alguns aspectos que valem a pena comentar: a questão tecnológica como desencadeadora de <strong>fatos sociais e de aglutinação informativ</strong><strong>a</strong>, deixando para trás o aspecto do determinismo; o contexto <strong>sócio-antropológico</strong> das redes sociais na web; e os aspectos de <strong>modelo de negócios</strong> e concentração de tráfego que viabilizaram a parceria.</p>
<p>Nesse post vou me concentrar mais na questão social sustentada pela tecnologia sem, entretanto, desconsiderar os demais pontos que serão mais bem abordados em novos posts desse Intermezzo.</p>
<p><img class="alignleft" title="CNN Facebook" src="http://vthumb.ak.facebook.com/vthumb-ak-sf2p/v643/73/33/4916774/q4916774_697996871560_1050.jpg" alt="" width="100" height="75" /></p>
<p><strong>Será que valeu a pena assistir à posse pelo CNN/Facebook?</strong> Teria sido melhor acompanhar de casa, no sofá, pela Globo, com a tradução simultânea? Ou pela própria CNN no cabo, ou ainda, desconectar-se de vez? Como optei pela rede social, digo que valeu, e justifico isso diante do diferencial oferecido pelas ferramentas da rede social -<strong> as conversações</strong>.</p>
<p>Ao final da cerimonia, o colega professor espanhol <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1232230814&amp;src=fftb#/friends/?ref=tn" target="_blank"><strong>José Luis Orihuela</strong></a> manifestou-se para a nossa comunidade: &#8220;<span class="status_body"><em>Muy buena experiencia seguir el evento con la comunidad de amigos en Facebook</em>&#8220;. Essa boa experiência pode ser social e tecnicamente avaliada como uma <strong>revalorização da relação informação/comunicação </strong>diante da complexidade do mundo contemporâneo (<strong>uma leitura de nossa sociedade por Derrik de Kerckhove</strong>). O autor, citado por <a href="http://prisma.cetac.up.pt/artigospdf/9_informacao_comunicacao_investigacao_inovacao_interdisciplinaridade_e_mediacao_na_sociedade_actual_algumas_notas_vitor_oliveira_jorge.pdf" target="_blank">Vítor Oliveira Jorge, da Universidade do Porto</a>, diz:  &#8220;<em>Hoje, só podemos pensar se conseguirmos sair dos estereótipos e dos arquétipos da nossa cultura tradicional. Ora, esse foi sempre o desafio da antropologia. É por isso que os seus conhecimentos e a sua experiência são fulcrais ao entendimento da contemporaneidade&#8221;</em>.</span></p>
<p><span class="status_body">Tal revalorização pode ser observada ao vivo por quem participou da transmissão CNN/Facebook. Nessa linha, dentre as manifestações de <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/home.php?ref=home" target="_blank"><strong>minha comunidade no Facebook,</strong></a> destaco as dos colegas <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1232230814&amp;src=fftb#/profile.php?id=835675120" target="_blank"><strong>Daniela Bertocchi </strong></a>(a Dani) criadora e autora desse Intermezzo, <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=791134337" target="_blank"><strong>Francisco Madureira </strong></a>(o Madu), jornalista responsável pelo UOL Tecnologia e meu orientando na ECA-USP e <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=730221792" target="_blank"><strong>Nuno Vargas </strong></a>jornalista e webdesigner de Portugal: todas reforçam o aspecto das conversações. </span></p>
<p><span class="status_body">Diz a Dani: &#8220;<em>Estive com</em><em> a minha comunidade, na mesma interface online, acompanhando o mesmo evento ao mesmo tempo, tecendo comentários juntos, criando<strong> um discurso paralelo à cobertura tradicional</strong> da TV. E note-se que há uma diferença entre os botões &#8220;Everyone watching&#8221; e o &#8220;Friends&#8221;. Coisas distintas. Não é uma mesma coisa que colocar um chat entre os usuários. E tem o Twitter&#8230;enfim, fez história!!!</em>&#8220;.</span></p>
<p>O Nuno destaca <strong>a multiplicidade de ferramentas aplicadas num evento diferenciado na rede</strong>: &#8220;<em>Obviamente, a novidade aqui não foi o chat. O que diferenciou, penso eu, foi ter um live streamming + social network como o Facebook incorporado no streamming pannel + um evento quase inigualável decorrendo + a possibilidade de inserir twitters próprios. <strong>Várias plataformas e vários espectros entre o público e o mais privado ou &#8220;friendly&#8221;. Mushing, crossing and producing content</strong></em>!&#8221;</p>
<p><span class="status_body">Por outro lado, não podemos nos esquecer da <strong>colocação do Madu</strong>: será que isso não é bem parecido com que o <a href="http://ww.terra.com.br" target="_blank">Terra</a>, por exemplo, já fazia há pelo menos três anos disponibilizando chats junto com suas coberturas ao vivo? Ou seja, será que estamos falando de inovação?</span></p>
<p><img class="aligncenter" title="CNN" src="http://graphics8.nytimes.com/images/2009/01/18/business/18web.xlarge1.jpg" alt="" width="300" height="160" /></p>
<p><span class="status_body">É preciso ter cuidado ao discutir<strong> inovação no mundo digital, onde o ciclo de vida tecnológico é extremamente curto</strong>, levando os mais desavisados a pequenas confusões semânticas (já que inovação não é a mesma coisa que novidade, por exemplo) ou a escolhas conceituais inadequadas à complexidade contemporânea. Apesar das TIC&#8217;s serem unamimemente consideradas como uma inovação tecnológica em constante mutação, estas <strong>quando aplicadas a sistemas e redes coletivos, como é o caso das redes sociais, entram num contexto mais recente que levam em conta as inovações no âmbito das ciências sociais</strong>. E aqui, a perspectiva economica dos Schumpeteriamos perde a sustentação.</span></p>
<p><span class="status_body">Se considerarmos a <strong>agenda da inovação tecnológica social</strong>, o evento Obama no Facebook empreendeu o &#8220;pulo do gato&#8221; à perfeição,<strong> a inovação ocorreu pela tecnologia sustentando as relações mais do que pela tecnologia possibilitando um <em>streamming </em>de qualidade A ou B, por exemplo</strong>.  O pesquisador Thales de Andrade tem <a href="http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v20n58/25632.pdf" target="_blank">excelente texto sobre o tema</a>, e diz: &#8220;<em>A proposta dos cientistas sociais interessados em compreender os rumos da inovação na sociedade contemporânea significa uma mudança de enfoque analítico, voltado agora para os elementos intangíveis e cambiantes da prática tecnológica e social, em que as relações são mais fundamentais do que as coisas, em que os processos superam os resultados em termos de intelegibilidade das práticas sociais</em>&#8220;.</span></p>
<p><span class="status_body">Enfim, o compartilhamento experienciado pelo ambiente CNN + Facebook &#8212; e note-se que a</span> cobertura da posse do Obama nesta terça, 20, gerou 136 milhões de pagesviews e 21,3 milhões de streams de vídeo, com pico, durante o discurso do presidente, de 1,3 milhão de vídeos simultâneos &#8212;  <span class="status_body">constituiu-se num &#8220;<em>case</em>&#8221; exemplar integrador de plataformas, de inovação social e um marco para a web 2.0 como canal de conversação e comunicação coletiva. Valeu!</span></p>
<p><span class="status_body"><strong>(Beth Saad)</strong></span></p>
<p><span class="status_body"><img class="aligncenter" title="CNN Facebook" src="http://newteevee.files.wordpress.com/2009/01/cnnlivefb.jpg?w=300&amp;h=191&#038;h=191" alt="" width="300" height="191" /></span></p>
<p><span class="status_body">Mais:</span></p>
<p><span class="status_body"><a title="Permanent Link to Facebook/CNN Partnership Posts Phenomenal Results" rel="bookmark" href="http://www.allfacebook.com/2009/01/facebook-cnn-inauguration-results/">Facebook/CNN Partnership Posts Phenomenal Results</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.readwriteweb.com/archives/facebook_and_cnn_the_power_of_the_social_web_revealed.php">Facebook and CNN: The Power of the Social Web Revealed &#8211; ReadWriteWeb</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://newteevee.com/2009/01/20/facebook-cnn-is-future-of-tv/">Facebook + CNN = Future of TV</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.nytimes.com/2009/01/21/us/politics/21video.html?_r=1">Online Video of Inauguration Sets Records</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.nytimes.com/2009/01/18/business/media/18web.html?_r=1&amp;scp=1&amp;sq=can%20CNN%20the%20go-to%20site%20get%20you%20to%20stay]%20%20&amp;st=cse">Can CNN, the Go-to Site, Get You to Stay?</a><br />
</span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj2101200921.htm">Pelos canais globais de notícias, &#8220;mar de caras felizes&#8221; é retrato de cerimônia</a></span></p>
<p><span style="line-height:12px;"><a href="http://www.slideshare.net/arantes/barack-obama-case-em-mdias-sociais-presentation?type=powerpoint" target="_blank">Barack Obama: Case em mídias sociais</a></span></p>
Posted in Cibercultura, Eventos, Mídia, Mercado, Tecnologia Tagged: CNN, Facebook, inovação, mídia social, Obama <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1604&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">CNN Facebook</media:title>
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			<media:title type="html">CNN</media:title>
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		<title>Por que as pessoas lêem blogs ao invés de sites de notícias?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/04/por-que-as-pessoas-leem-blogs-ao-inves-de-sites-de-noticias/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 04:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[padrões web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
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		<description><![CDATA[ Você já se fez essa pergunta? Os blogs teriam chegado a um patamar de qualidade de conteúdo maior do que o da grande imprensa? Seria a mudança geracional dos leitores? A tal web 2.0?
Talvez. Mas um dos possíveis motivos para a queda de leitura da grande imprensa online atende pelo sigla SEO. Não se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1594&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;  12.00  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Wingdings; 	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:2; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} a:link, span.MsoHyperlink 	{mso-style-priority:99; 	color:blue; 	mso-themecolor:hyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:purple; 	mso-themecolor:followedhyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:1103112009; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:-883154406 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1 	{mso-level-number-format:bullet; 	mso-level-text:; 	mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	text-indent:-18.0pt; 	font-family:Symbol;} ol 	{margin-bottom:0cm;} ul 	{margin-bottom:0cm;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif";} --> <!--[endif]--><a href="http://www.racineweb.com/design/sciences.html"><img class="alignright" src="http://www.racineweb.com/images/code_snip.gif" alt="" width="207" height="190" /></a>Você já se fez essa pergunta? Os blogs teriam chegado a um <strong>patamar de qualidade </strong>de conteúdo maior do que o da grande imprensa? Seria a mudança geracional dos leitores? A tal web 2.0?</p>
<p class="MsoNormal">Talvez. Mas um dos possíveis motivos para a queda de leitura da grande imprensa online atende pelo sigla <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization">SEO</a>. Não se preocupe, não irei discorrer sobre monetização e sim como os sites noticiosos da grande imprensa não se adaptaram a <strong>mudança de comportamento</strong> que todos já estão carecas de saber: as pessoas não acessam mais; elas buscam.</p>
<p class="MsoNormal">Os trabalhos de <a href="http://books.google.com/books?id=FR9PAAAAMAAJ&amp;hl">BATTELLE</a>, <a href="http://books.google.com/books?id=DWlIY1PxkyYC&amp;hl">TAPSCOTT</a>, <a href="http://books.google.com/books?id=8NRyFMbhxuEC&amp;hl">MEYER</a>, e <a href="http://www.record.com.br/detalhe.asp?titulolivro=8443">SANT&#8217;ANNA</a> falam amplamente das características do leitor digital. Contudo, basta conversar com qualquer editor de redação on-line para ele atestar o fato de que a maior parte do tráfego do site advém do Google. Esse fenômeno é observável em qualquer local público de acesso à internet. As pessoas <strong>trocaram </strong>os favoritos e a digitação manual pelo conforto e a praticidade de uma busca eficiente.</p>
<p class="MsoNormal">Diante essa realidade, pergunto: ao realizar suas buscas,<strong> quantas vezes um site de jornal ou revista de grande circulação apareceu na primeira página de resultados</strong>? Faça o teste. Você verá que raramente eles aparecem. As primeiras páginas do Google são praticamente domínio de blogs e de wikis. Mérito deles? Em alguns casos sim, mas mérito maior das plataformas de conteúdo:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">A maioria das empresas renega      plataformas livres de publicação de conteúdo, pois temem a falta de suporte.      O resultado é a aquisição de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_management_system">CMSs</a> fechados ou o desenvolvimento de soluções <em> in house</em> que, sem as devidas personalizações, <strong>não são semanticamente corretas</strong>.      Por outro lado, praticamente todos os blogs são construídos em cima das      plataformas WordPress e Blogger. Ao contrário dos pacotes fechados, os desenvolvedores      e as centenas de voluntários em torno desses dois projetos trabalham versão a versão para deixá-los cada vez mais corretos e adequados      ao <a href="http://www.w3.org/">W3C</a> e aos principais padrões web.</li>
<li class="MsoNormal">As URIs das notícias dos      sites da grande imprensa geralmente são compostas de códigos gerados      aleatoriamente pelos CMSs ao invés de trazerem o conteúdo da manchete. Estruturas      de <strong>endereços não amigáveis</strong> fazem com que as páginas <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=76329">percam      relevância para o Google</a>.</li>
<li class="MsoNormal">Alguns dos sites de      jornais e revista que testei desconhecem o que é <a href="http://sitemaps.org/">SiteMap</a> e <a href="http://www.robotstxt.org/">Robots.txt</a>. A ausência desses dois      mecanismos também faz qualquer página <strong>perder muitos pontos</strong> nos      resultados orgânicos dos mecanismos de busca.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">A junção da tecnologia dos blogs, a ausência de tecnologia dos sites da grande imprensa e o novo comportamento dos leitores acaba retroalimentando o sistema. O novo usuário busca o conteúdo que aparece na primeira página dos sites de busca – independentemente de grandes critérios qualitativos ou de reputação, basta que o conteúdo responda a pergunta da busca e a minha experiência como professor universitário, infelizmente, comprova isso -, com plataformas mais otimizadas, blogs e páginas wiki sempre aparecem nas primeiras páginas e, logo, são mais clicadas e referenciadas. Desta forma, o algoritmo do Google entende que esse tipo de conteúdo é mais relevante do que os conteúdos dos sites de imprensa. Com a <strong>repetição desse ciclo</strong>, os sites jornalísticos – a despeito da crise do setor – são, cada vez mais,<strong> relegados às últimas páginas</strong> dos resultados de busca.</p>
<p class="MsoNormal">Por isso, além do investimento em conteúdo de qualidade, relevante e exclusivo, é preciso também <strong>melhorar as plataformas de conteúdo</strong> e não ter medo do que é gratuito. Um bom ponto de partida para iniciar essa mudança é a leitura do <a href="http://www.google.com/webmasters/docs/search-engine-optimization-starter-guide.pdf">Google&#8217;s Search Engine Optimization Starter Guide (PDF)</a>.</p>
<p class="MsoNormal">(Andre de Abreu)</p>
Posted in Jornalismo, Tecnologia Tagged: Blog, Jornalismo, padrões web, SEO, W3C <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1594&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Andre de Abreu</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O ano de 2008 na Internet: eventos, personalidades e tendências</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/24/o-ano-de-2008-na-internet-eventos-personalidades-e-tendencias/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 11:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Jornalistas da Web convidou quatro jornalistas do meio online para elencarem alguns momentos marcantes da Internet em 2008 e também apontarem possíveis tendências para o próximo.
Os convidados deveriam citar:
1. Eventos, recursos, serviços e/ou acontecimentos que mais chamaram a atenção no meio online em 2008
2. Uma personalidade do meio online em 2008
3.  Um site em 2008
4. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1578&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter" title="Especial JW" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/_img/imagem_promo_especial2008.jpg" alt="" width="290" height="96" /></p>
<p>O <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;idConteudo=3695" target="_blank">Jornalistas da Web</a> convidou quatro jornalistas do meio online para elencarem alguns momentos marcantes da Internet em 2008 e também apontarem possíveis tendências para o próximo.</p>
<p>Os convidados deveriam citar:</p>
<blockquote><p>1. Eventos, recursos, serviços e/ou acontecimentos que mais chamaram a atenção no meio online em 2008</p>
<p>2. Uma personalidade do meio online em 2008</p>
<p>3.  Um site em 2008</p>
<p>4.  Possíveis tendências no meio online para 2009</p>
<p>5. O que pode/deveria melhorar no meio online em 2009</p></blockquote>
<p>Participaram da pauta <strong>Raquel Recuero</strong> (uma super pesquisadora de mídia digital), <strong>Paulo Henrique Ferreira </strong>(jornalista que tem feito uma boa revolução no Lancenet! em termos de novas mídias e conteúdo móvel),  <strong>Deborah Dubner </strong>(criadora do portal Itu.com.br), e eu mesma, <strong>Daniela Bertocchi</strong>, daqui do Intermezzo.</p>
<p>A campanha eleitoral de<strong> Barack Obama </strong>esteve em quase todas as respostas. O <strong>Twitter</strong> foi destacado por mim e Raquel. As  ferramentas móveis (mobile, mobilidade, autonomia) e a social media são entendidos como tendências. Vale a pena conferir <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;idConteudo=3695" target="_blank">todas as respostas</a>.</p>
<p>(Daniela Bertocchi)</p>
Posted in Jornalismo, Mercado, Tecnologia Tagged: 2008, tendências <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1578&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">intermezzoweblog</media:title>
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			<media:title type="html">Especial JW</media:title>
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	</item>
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		<title>O marxismo explica a web 2.0</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/14/o-marxismo-explica-a-web-20/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/14/o-marxismo-explica-a-web-20/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 20:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O marxismo ainda hoje é considerado algo subversivo. Papo de comunista ou de universitário esquerdóide. Entretanto, uma leitura atenta e livre das paixões partidárias que o estigmatizaram pode trazer explicações sobre muitos movimentos recentes do mundo capitalista, incluindo algumas ligadas à comunicação digital.
Uma releitura da obra de Marx é o que faz a New Left [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1569&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O <a title="Definição de marxismo na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marxist">marxismo</a> ainda hoje é considerado algo <strong>subversivo</strong>. Papo de comunista ou de universitário esquerdóide. Entretanto, uma leitura atenta e livre das paixões partidárias que o estigmatizaram pode trazer explicações sobre muitos movimentos recentes do mundo capitalista, incluindo algumas ligadas à comunicação digital.</p>
<p>Uma <strong>releitura </strong>da obra de <a title="Biografia de Karl Marx na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx">Marx</a> é o que faz a <a title="Verbete sobre a New Left (ou Nova Esquerda) na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/New_Left">New Left</a> há quase 50 anos. Para falarmos de comunicação digital eu destaco dois de seus representantes: <a title="A vida de Raymond Williams na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raymond_Williams">Raymond Williams</a> e <a title="A vida de Stuart Hall na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stuart_Hall_(cultural_theorist)">Stuart Hall</a>.</p>
<p><strong>O fim dos blogs</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 146px"><a href="http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-082-9"><img title="Palavras-Chave, de Raymond Williams" src="http://raquelsallaberry.com/wp-content/uploads/2008/01/palavras_capa.jpg" alt="Capa da edição brasileira do livro Palavras-Chave, de Raymond Williams" width="136" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da edição brasileira do livro &quot;Palavras-Chave&quot;, de Raymond Williams</p></div>
<p>Em outubro, o <a title="Link para o artigo Twitter, Flickr, Facebook Make Blogs Look So 2004, de Paul Boutin" href="http://www.wired.com/entertainment/theweb/magazine/16-11/st_essay">artigo</a> de Paul Boutin na revista Wired deu início a uma série de questionamentos sobre a continuidade dos blogs <em>as we know it</em>. Um de seus argumentos para isso é o fato dos blogs terem sido apropriados por profissionais e empresas que buscam, de alguma forma, monetizar o meio.  Desta forma, perde-se a essência de blogs como um canal de comunicação livre e desprendido de qualquer interesse maior. Os espaços públicos atuais para esse tipo de manifestação seriam os serviços de microblogging e comunidades de relacionamento como Twitter e Facebook, respectivamente.</p>
<p>Raymond Williams, em seu &#8220;Palavras-Chave&#8221;, já previa esse fenômeno. Na obra, ele constata que <strong>algumas palavras que definem a nossa sociedade vão mudando de conceito e sentido</strong> com o passar dos anos para atender o interesse dominante da ocasião.</p>
<p>Os blogs nasceram como instrumentos de livre expressão e criatividade. Hoje, convivemos com uma massa blogueira que, se não é assalariada para cumprir sua função, persegue de forma insaciável – e, muitas vezes, pouco ética – os invejáveis dólares dos links patrocinados. Palavras são modificadas e discursos são medidos a base de Google Trends em busca de mais page rank. É a versão digital da tão criticada atitude dos programas de televisão que moldam seus conteúdos com base no monitor em tempo real do Ibope.</p>
<p><strong>Comunicação colaborativa</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 145px"><img title="Da Diáspora, de Stuart Hall" src="http://www.editoraufmg.com.br/capas/DA%20DIASPORA.jpg" alt="Capa da edição brasileira de Da Diáspora, de Stuart Hall" width="135" height="194" /><p class="wp-caption-text">Capa da edição brasileira de &quot;Da Diáspora&quot;, de Stuart Hall</p></div>
<p>Contemporâneo de Williams, Stuart Hall foi o primeiro editor da New Left Review, que <a title="Site da revista New Left Review" href="http://www.newleftreview.org/">existe até hoje</a>, e um dos principais representantes da Escola de Estudos Culturais de Birmingham, <a title="Artigo do The Guardian sobre o fim da Escola de Estudos Culturais de Birmingham" href="http://www.guardian.co.uk/education/2002/jun/27/highereducation.socialsciences">fechada abruptamente em 2002</a>.</p>
<p>Uma das características da sua obra é justamente a<strong> crítica ao modelo comunicacional da <a title="O que é a Escola de Frankfurt na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Frankfurt_school">Escola de Frankfurt</a></strong>, que enxerga o leitor estritamente como receptor, impossibilitado de produção em relação aos meios culturais.</p>
<p>Entretanto, Hall analisa em &#8220;Da Diáspora&#8221; que a massa não é um receptor passivo, e sim um <strong>ativo produtor de cultura</strong>. Apesar de o autor tecer seu discurso em uma época em que a internet praticamente não existia, é possível fazer muitas correlações entre o seu pensamento e os acontecimentos presentes.</p>
<p>Por estarmos em um mundo tão mutante e complexo, é fundamental para o comunicador conhecer e revistar a obra desses pensadores que levaram praticamente toda a vida refletindo sobre os fenômenos culturais e comunicacionais da sociedade.</p>
<p>A partir de um repertório sólido, o comunicador poderá compreender de forma mais ampla as relações e conseguirá elaborar <strong>estratégias comunicacionais sólidas </strong>e duradouras ao invés das famosas <strong>&#8220;estratégias-estopim&#8221;</strong>, que fazem muito barulho mas agregam pouco ao relacionamento de longo prazo entre empresa/veículo-consumidor/leitor.</p>
<p>(Andre de Abreu)</p>
Posted in Blog, Cibercultura, Estudos acadêmicos, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: comunicação digital, Jornalismo, marxismo, new left, nova esquerda, raymond william, stuart hall, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1569&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Palavras-Chave, de Raymond Williams</media:title>
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			<media:title type="html">Da Diáspora, de Stuart Hall</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Virilio e a velocidade dos fluxos no mundo</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/09/virilio-e-a-velocidade-dos-fluxos-no-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 18:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[fluxos]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Falar sobre Paul Virilio e a questão da velocidade dos fluxos informativos não é novidade. Sobre sua postura catastrofista e às vezes polêmica com relação à digitalização do mundo também nada de novo. O diferente, mesmo, é o lindo uso que Virilio e o fótógrafo, cineasta e jornalista francês Raymond Depardon fazem da midia digital [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1552&subd=imezzo&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_1564" class="wp-caption alignright" style="width: 84px"><img class="size-thumbnail wp-image-1564" title="raymond-depardon1196268373" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/raymond-depardon1196268373.jpg?w=74&#038;h=95" alt="raymond-depardon1196268373" width="74" height="95" /><p class="wp-caption-text">Rymond Depardon</p></div>
<div id="attachment_1563" class="wp-caption alignleft" style="width: 104px"><img class="size-full wp-image-1563" title="287-virilio" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/287-virilio.gif?w=94&#038;h=120" alt="Paul Virilio" width="94" height="120" /><p class="wp-caption-text">Paul Virilio</p></div>
<p>Falar sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Virilio" target="_blank">Paul Virilio</a> e a questão da velocidade dos fluxos informativos não é novidade. Sobre sua postura catastrofista e às vezes polêmica com relação à digitalização do mundo também nada de novo. O diferente, mesmo, é o lindo uso que Virilio e o fótógrafo, cineasta e jornalista francês <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Raymond_Depardon" target="_blank">Raymond Depardon</a> fazem da<strong> midia digital para discutir o seu próprio impacto nas diferentes formas de fluxos da humanidade</strong>.</p>
<p>Uma visão integrada entre o filósofo/arquiteto catastrofista e o fotógrafo/cineasta itinerante pode ser vista na exposição e instalação <strong><em>Terre Natale, Ailleurs commencent ici </em>ora em cartaz na <a href="http://fondation.cartier.com/" target="_blank">Fondation Cartier pour L&#8217;Art Contemporain</a>, em Paris.</strong></p>
<p>O principal questionamento da exposição tem uma relação direta com os instrumentos de trabalho da maioria dos leitores desse Intermezzo: a palavra, seus significados e suas transformações diante da rapidez dos fluxos de transporte das mensagens &#8211; os fluxos digitais. O filósofo aponta que diante da incontrolável rapidez dos fluxos intangíveis, <strong>o mundo real também entra num processo de migração contínua de pessoas, etnias, culturas, identidades: a terra natal, as origens se perdem, de fundem, se liquidificam</strong>. O cineasta vai atrás da comprovação da fluidez dos fluxos por meio das diferentes e ao mesmo tempo iguais linguagens do mundo, por meio das imagens das migrações, das manifestações de violência.</p>
<p>Uma conclusão um tanto ingrata:<strong> nesse mundo hiper-conectado, nunca o homem esteve tão só, tão em busca de si mesmo mundo afor</strong>a.  Muito impactante quando visto de perto com uma bela exploração de recursos audiovisuais. Vale a pena visitar o site da Fondation Cartier e ver alguns depoimentos e imagens da exposição. Algo a se refletir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1566" title="images_image_44461" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/images_image_44461.jpg?w=273&#038;h=396" alt="images_image_44461" width="273" height="396" /></p>
<p>(Beth Saad)</p>
Posted in Cibercultura, Jornalismo Tagged: fluxos, identidade, linguagem <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1552&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Beth Saad</media:title>
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			<media:title type="html">raymond-depardon1196268373</media:title>
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			<media:title type="html">287-virilio</media:title>
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			<media:title type="html">images_image_44461</media:title>
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		<item>
		<title>Livro sobre o ciberjornalismo em Portugal</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/07/livro-sobre-o-ciberjornalismo-em-portugal/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 02:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[livro]]></category>
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		<description><![CDATA[O amigo Fernando Zamith lança esta semana, pela Edições Afrontamento, o livro &#8220;Ciberjornalismo: as potencialidades da Internet nos sites noticiosos portugueses&#8220;. O lançamento ocorre no dia 11 na Universidade do Porto e conta com a apresentação do professor Manuel Pinto (Universidade do Minho). Leitura obrigatória!
(Daniela Bertocchi)
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="size-full wp-image-1554" title="livro_zamith" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/livro_zamith.gif?w=137&#038;h=186" alt="Ciberjornalismo português" width="137" height="186" align="left" />O amigo <a href="http://zamith.googlepages.com/" target="_blank">Fernando Zamith</a> lança esta semana, pela Edições Afrontamento, o livro &#8220;<strong>Ciberjornalismo: as potencialidades da Internet nos sites noticiosos portugueses</strong>&#8220;. O lançamento ocorre no dia 11 na Universidade do Porto e conta com a apresentação do professor Manuel Pinto (Universidade do Minho). Leitura obrigatória!</p>
<p><span style="line-height:12px;"><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:7px;">(Daniela Bertocchi)</span></span></span></p>
Posted in Jornalismo Tagged: ciberjornalismo, livro, portugal <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&blog=870425&post=1553&subd=imezzo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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