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	<title>intermezzo</title>
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	<description>reflexões e notas sobre jornalismo e comunicação no ciberespaço</description>
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		<title>intermezzo</title>
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		<title>dez anos de intermezzo&#8230; e lá vamos nós.</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 12:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram dez anos de grandes reflexões por aqui. Agora, as atualizações desse blog estão sendo feitas na página &#8220;Intermezzo, o blog&#8221; do Facebook: https://www.facebook.com/IntermezzoProject A gente se vê por lá. Filed under: Blog<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1946&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foram dez anos de grandes reflexões por aqui. Agora, as atualizações desse blog estão sendo feitas na página <a href="http://www.facebook.com/pages/Intermezzo-o-blog/162209930474286?sk=wall" target="_blank">&#8220;Intermezzo, o blog&#8221;</a> do Facebook:</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/IntermezzoProject">https://www.facebook.com/IntermezzoProject</a></p>
<p>A gente se vê por lá.</p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/blog/'>Blog</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1946/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1946/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1946&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Octavio Ianni e o legado do príncipe eletrônico</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 23:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Em maio de 2004 a ECA-USP fez homenagem póstuma ao Professor Octavio Ianni e eu tive a honra de participar falando de sua fase intelectual vinculada à globalização e ao mundo digital. Por inspiração do André de Abreu achei oportuno republicar o texto aqui no Intermezzo como forma de &#8220;reinaugurar&#8221; as publicações de nosso blog. &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2010/10/08/octavio-ianni-e-o-legado-do-principe-eletronico/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1924&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em maio de 2004 a ECA-USP fez homenagem póstuma ao Professor Octavio Ianni e eu tive a honra de participar falando de sua fase intelectual vinculada à globalização e ao mundo digital.</p>
<p>Por inspiração do André de Abreu achei oportuno republicar o texto aqui no Intermezzo como forma de &#8220;reinaugurar&#8221; as publicações de nosso blog. Nem sempre constantes, mas com alguma reflexão.</p>
<p><a href="http://imezzo.files.wordpress.com/2010/10/ianni1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1926" title="ianni" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2010/10/ianni1.jpg?w=545" alt=""   /></a>Vejam o texto na íntegra:</p>
<p><!-- @font-face {   font-family: "Calibri"; }@font-face {   font-family: "Cambria"; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; }p.NormalBeth, li.NormalBeth, div.NormalBeth { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt; line-height: 150%; font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman"; }div.Section1 { page: Section1; } -->Inicialmente, gostaria de agradecer à comissão organizadora pelo convite para este depoimento. É um privilégio vivenciar esse momento, homenageando o Professor Dr. Octavio Ianni, cuja participação em minha formação intelectual remonta aos tempos de quando cusávamos o clássico ou o científico, quando seus livros, às vezes escondidos entre estantes, eram garimpados na biblioteca e disputados pelos colegas nos anos negros após de 1968. Uma participação subliminar que perdurou até os anos de proximidade e convivência aqui na ECA-USP não só como colegas na docência, mas especialmente, como um referencial de vitalidade, inquietação intelectual e generosidade no compartilhamento de seus conhecimentos com alunos e quaisquer colegas.</p>
<p>Aqui destaco e agradeço, em primeiro lugar, às sutis ou radicais transformações produzidas em orientandos e alunos de pós-graduação da linha de pesquisa Jornalismo, mercado e Tecnologia, que freqüentaram seus cursos, ou tiveram a honra em ter o Professor Ianni em suas bancas de qualificação e defesa. Todas resultaram em ampliação de horizontes e pontos de luzes na formação desses novos pesquisadores. Neles ficaram implantadas as sementes da investigação e da inovação.</p>
<p>Coube-me o honroso papel de discorrer sobre as recentes reflexões do professor nos campos da comunicação e da sociedade digitais e também sobre o papel das novas tecnologias de informação e comunicação, segundo suas próprias palavras, “em revelar o seu empenho para explicar o que vai pelo mundo globalizado”.</p>
<p>Apesar da comunicação e mídias digitais serem meu foco como pesquisadora já há mais de dez anos, pesam-me a responsabilidade e a ousadia ao propor esta breve revisão do pensamento do Professor Octavio Ianni.</p>
<p>O texto “O Príncipe Eletrônico”, publicado no ano 2000, como parte do livro Enigmas da Modernidade – Mundo tem sido adequadamente utilizado como a principal referência no conjunto de reflexões críticas, mas também realistas, da relação quase incestuosa que se estabeleceu entre o processo de globalização político-econômica e sociocultural e o desenvolvimento e utilização das tecnologias de informação e comunicação, de base eletrônica e digital como instrumento desse processo tão multifacetado.</p>
<p>Retomando pontual e rapidamente os conceitos descritos pelo professor acerca do Príncipe eletrônico, vemos que em diferentes momentos históricos de ruptura sempre houve uma presença principesca catalisadora com capacidade de transformação dos paradigmas social, político e econômicos vigentes.</p>
<p>Assim foi com o príncipe de Maquiavel, representado por uma pessoa real, um líder capaz de conciliar sua virtú (liderança), com a fortuna (as condições sócio-políticas). Maquiavel, consiglere de uma sucessão de lideranças da família Médici, em Florença sustentou política e ideologicamente as presenças principescas que marcaram a emergência do renascimento na história do Ocidente.</p>
<p>Também assim foi com o Moderno Príncipe de Gramsci, onde a representação principesca concentra-se no partido político como a entidade social (abre aspas) “empenhada em expressar as inquietações dos seus seguidores, mas simultaneamente capaz de interpretar as inquietações e reivindicações dos outros setores da sociedade”. O moderno príncipe traz a ruptura da luta de classes pela soberania e pelo poder; traz a ruptura do socialismo e, consequentemente, a ruptura da radicalização das elites.</p>
<p>Cabe, portanto, uma pergunta: seria o Príncipe eletrônico a representação de uma vigente ruptura histórico-social que ultrapassa os limites da política e instala-se nos âmbitos do indivíduo e também da identidade coletiva?</p>
<p>Antes de uma resposta definitiva, que nem mesmo o próprio Professor Octavio Ianni apresentou sem as devidas ponderações, gostaria de recuperar alguns pontos de seu pensamento, refletidos em textos, entrevistas e seminários que – se analisados conjuntamente – demonstram que a ruptura ora vivenciada pela parceria entre globalização e redes digitais de comunicação e informação é paradigmática e fundamentalmente transformadora.</p>
<p>São estes “insight points” que sustentam o Príncipe Eletrônico, e refletem tipicamente as características de uma nova sociedade, pautada pela totalidade social e pelo intelectual coletivo, segundo suas próprias palavras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este insights merecem um parêntesis para ressaltar uma das características mais inesquecíveis de Octavio Ianni: sua vitalidade intelectual encontrável apenas em pessoas especiais, possibilitando vivenciar o contemporâneo, refletir e pesquisar sobre ele e produzir idéias e posicionamentos para à frente de seu tempo.</p>
<p>Bem, vamos a estes pensamento-chave:</p>
<p>O primeiro aspecto da mudança de paradigma social que alimenta o príncipe eletrônico é a necessidade de aproximação entre ciências e humanidades. Ianni, inspirado no texto literário de C.P. Snow, “Duas Culturas”, vincula as ciências sociais às revoluções científicas, resultando nas possibilidades de novos estilos de pensamento baseados na linguagem como um meio de conexão e diálogo.</p>
<p>Para Ianni, a transição do século XX para o XXI insere-se na hipótese de que algumas revoluções científicas ocorrem no âmbito de revoluções culturais mais abrangentes e, nesse contexto, estaríamos vivenciando uma ruptura histórica acompanhada de uma ruptura epistemológica a revelarem-se mais abertamente nas décadas futuras.</p>
<p>Caberá, segundo Ianni, às ciências sociais, à filosofia e às artes o papel de descobrir ou inventar novos horizontes, respondendo às inquietações, tensões, vibrações e ilusões que podem estar germinando no espírito da época.</p>
<p>Nesse contexto reside a criatividade e a inventividade do Príncipe Eletrônico.</p>
<p>Surge, então, um segundo aspecto, limitador da criatividade do Príncipe Eletrônico, por conta das características uniformizadoras, totalizantes e desterritorializadas da globalização: a utilização dos meios de comunicação (fruto da produção científica) como uma técnica social cuja linguagem (fruto da produção social) tem o poder da ambigüidade entre revelação e manipulação.</p>
<p>O terceiro aspecto levantado por Ianni que irá contribuir para a formação da identidade do príncipe eletrônico, opostamente ao anterior, refere-se à uma espécie de onipresença principesca de pensamento de uma sociedade civil mundial. Uma onipresença representada pela multiplicação dos espaços e aceleração dos tempos em todas as direções, em todas as esferas de atividades e de imaginação que (abre aspas) “graças às tecnologias eletrônicas com as quais se globaliza ainda mais intensa e generalizadamente a globalização”.</p>
<p>Cria-se aqui o locus do príncipe eletrônico: o ciberespaço.</p>
<p>O quarto ponto de pensamento refere-se ao papel da mídia neste locus do príncipe. Em entrevista ao site iColetiva, o Professor Octavio Ianni afirma que (abre aspas) “a mídia hoje não é mais nacional. Se você procurar nos jornais que você lê, se procurar qual agência noticiosa que está informando sobre os acontecimentos, você não encontra. Às vezes, o jornal , com muita parcimônia registra a fonte lá no cantinho de uma página. E eles nunca tornam transparente a forma como eles “cozinham” as matérias na redação. E as matérias, às vezes, vêm totalmente preparadas por agências de alcance mundial. Todo jornal hoje tem um quê de CNN”.</p>
<p>Agrega-se ao Príncipe Eletrônico mais uma característica controversa: a parcialidade de opinião, aquela que promove uma ilusão de pensamento unificado conforme os interesses das instituições, corporações e entidades que movem a engrenagem da aldeia global que, segundo as palavras do professor, (abre aspas) “de tal modo se influenciam contínua e sistematicamente as mentes e os corações de indivíduos e coletividades, povos e nações, em todo o mundo; com o que se criam, reproduzem e multiplicam as multidões solitárias, vagando e flutuando através do novo mapa do mundo, do novo palco da história”.</p>
<p>O quinto e último ponto de reflexão proposto por Ianni refere-se ao contraponto das condições e possibilidades entre linguagem e sociedade. Para ele, palavra, linguagem e narrativa sob todas as suas formas, podem ser ecos de harmonias e cacofonias produzidas no âmbito das formas de sociabilidade e nos jogos das forças sociais. Ao considerarmos o cenário social de transição via globalização, passam a predominar as linguagens eletrônicas, informáticas cibernéticas, virtuais. Para Ianni (abre aspas) “em poucas décadas, todas as formas de literalidade e oralidade, compreendendo a aula, o discurso do poder, a conversação, o entretenimento, a comunicação, a informação a mídia, o livro, a revista, o jornal são desafiados pela imagem, o videoclipe, o hipertexto, o cibertexto, a multimídia. Em pouco tempo, a palavra enquanto signo da modernidade é recoberta pela imagem enquanto signo da pós-modernidade”.</p>
<p>Acredito ser agora, após uma breve revisão dos pensamentos-chave de Octávio Ianni, o momento de buscarmos respostas sobre quem é e a quem representa o Príncipe eletrônico condottieri da sociedade global, arquiteto da agora eletrônica.</p>
<p>Formalmente, o professor define o Príncipe Eletrônico como uma entidade nebulosa e ativa, presente e invisível, predominante e ubíqua, permeando continuamente todos os níveis da sociedade, em âmbito local, nacional, regional e mundial. É o intelectual coletivo e orgânico das estruturas e blocos de poder presentes, predominantes e atuantes em escala nacional, regional e mundial, sempre em conformidade com os diferentes contextos socioculturais e político-econômicos desenhados no novo mapa do mundo.</p>
<p>Ocorre que não podemos deixar de relembrar suas palavras e efetiva ação ao recorrer à viagem, tanto como metáfora quanto como realidade, para explicar que “todo cientista social realiza algum tipo de viagem enquanto estuda, ensina e pesquisa [...] a viagem pode alterar o significado do tempo e do espaço, da história e da memória, do ser e do devir. [...] a rigor, cada viajante abre seu caminho, não só quando desbrava o desconhecido, mas inclusive quando redesenha o conhecido”.</p>
<p>Assim, se levarmos em conta a faceta de viajante do cientista social Octavio Ianni, podemos dizer que sua configuração de Príncipe Eletrônico resulta de uma viagem desbravadora pelos desconhecidos mares das tecnologias digitais de informação e comunicação, registrada numa espécie de diário de bordo. Tal viagem, somada à sua vivência intelectual é que configurou o redesenho da figura principesca que sempre permeou nossa história.</p>
<p>Figura essa agora digitalizada e globalizante.</p>
<p>O Ser, se assim podemos nos referir ao indefinido, resultante é um tanto assustador. Não é apenas a mídia amplificada pelas tecnologias digitais. Também não é apenas a representação invisível de instituições políticas e sociais dominantes, ou agente das corporações transnacionais. O Príncipe Eletrônico é tudo isso e um tanto mais: está a serviço de um mundo sistêmico, globalizante e, portanto, excludente; é dissimulado e permeável porque simultaneamente se põe a serviço da pluralidade e da democratização da informação; é especialista na criação de simulacros de realidades – mitos fluidos, líderes momentâneos, espetacularização da política e de políticos; é articulador de uma vasta e complexa rede de mercados, idéias e mercadorias; é manipulador e controlador das massas provocando a impressão de que tudo navega no presente presentificado, petrificado.</p>
<p>Além de tudo isso, o Príncipe Eletrônico possui um atributo que deixa virtú, fortuna e o partido político em segundo plano – ele beneficia-se amplamente dos recursos tecnológicos digitais, colocando sob o seu controle os recursos narrativos que permitem tanto registrar e divulgar como enfatizar e esquecer, ou relembrar e enervar. Tal contexto faz com que as possibilidades de consciência se descolem contínua e reiteradamente da realidade, da experiência ou da existência.</p>
<p>Mas, não podemos esquecer que tais atributos são relativos à máquina, ao sistema eletrônico. E máquinas, no dizer do professor Ianni, não possuem mentes.</p>
<p>Finalizando, acredito que o Professor Octavio Ianni deixa para todos nós, docentes, pesquisadores e estudantes alguns desafios. Deixa acesa a permanente chama da viagem, da descoberta, e da perseguição a uma única resposta ainda não obtida: quem é o Príncipe eletrônico?</p>
<p>Coerente à sua trajetória intelectual, acadêmica e política, Octávio Ianni caracteriza o Príncipe Eletrônico, mas não assume uma postura de aceitação, de passividade ou de conformismo com relação ao irreversível predomínio das tecnologias digitais nos meios de comunicação. Pelo contrário. Ele nos deixa com a responsabilidade de continuar a pesquisa e a viajar pelos caminhos e brechas libertárias oferecidas pelo próprio Príncipe.</p>
<p>Incansável, também nos deixa como legado a crença no poder da resistência e da nossa preservação, enquanto comunicadores, das características de atenção e de reação a cada manobra do Príncipe. Sem contestações, o Príncipe também poderá estar a serviço da valorização da cidadania, da formação de uma ampla democracia.</p>
<p>As forças de resistência e mudança estão nas mentes e nos corações e não nas máquinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/cibercultura/'>Cibercultura</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/estudos-academicos/'>Estudos acadêmicos</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/eventos/'>Eventos</a> Tagged: <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/globalizacao/'>globalização</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/ianni/'>ianni</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/maquivel/'>maquivel</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/principe/'>príncipe</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1924/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1924/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1924&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Facebook, privacidade e web semântica: nenhuma surpresa, mas muito a debater</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 20:24:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciarei a minha disciplina de &#8220;Web Semântica&#8221; na Pós-Graduação da ECA-USP (digicorp) essa semana. Será praticamente impossível &#8212; para não dizer uma grande falha &#8212; deixar de abordar com os meus alunos a polêmica que se estabeleceu em torno da privacidade dos 500 milhões de usuários presentes no Facebook. Mas o que a web semântica &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2010/05/21/facebook-privacidade/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1899&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.fotos.org/galeria/data/570/Rene-Magritte-Golconda.jpg" alt="" width="360" height="268" />Iniciarei a minha disciplina de &#8220;<strong>Web Semântica</strong>&#8221; na Pós-Graduação da ECA-USP (<a href="http://www.digicorpecausp.net/" target="_blank">digicorp</a>) essa semana. Será praticamente impossível &#8212; para não dizer uma grande falha &#8212; deixar de abordar com os meus alunos a <a href="http://readwriteweb.com.br/2010/01/22/a-longa-discussao-sobre-a-privacidade-no-facebook/" target="_blank">polêmica</a> que se estabeleceu em torno da <a href="http://readwriteweb.com.br/2009/12/03/saiba-tudo-sobre-as-novas-mudancas-na-privacidade-do-facebook/" target="_blank">privacidade</a> dos 500 milhões de usuários presentes no Facebook.</p>
<p><strong>Mas o que a web semântica tem a ver com a privacidade no Facebook?</strong> Muito.</p>
<p>O Facebook quer <strong>enriquecer a relação</strong> <strong>entre os dados</strong> disponíveis na web. Dados são  pessoas, lugares e objetos. Enriquecer significa dar<strong> mais sentido às relações entre pessoas, lugares e objetos</strong>, ou seja:</p>
<p><strong>a)</strong> aprimorar e explicitar a <strong>correlação</strong> entre um usuário e seus amigos, colegas de trabalho, parentes etc.;<br />
<strong>b)</strong> entre o usuário e os lugares que ele gosta de visitar (ou não), ou nas localidades que ele costuma estar/viver/trabalhar;<br />
<strong>c)</strong> entre o usuário e seus objetos de interesse (as músicas que ouve, os livros que lê, os seriados que assiste etc.).</p>
<p>O Facebook quer fazer tudo isso através do botão &#8220;Like&#8221; (&#8220;Curti&#8221; em português), agora disponível em ambientes externos ao Facebook.<strong> Assim, a proposta do Facebook é uma proposta semântica: </strong>cria laços de significado (sentido) entre pessoas e coisas.<strong> </strong></p>
<p>A iniciativa abrange a web inteira. Não fica apenas entre as paredes da rede social. Aliás, o fato dessas relações ficarem relativamente públicas só reforça a aproximação do FB com o grande projeto da web semântica anunciado em 2001 (ser uma web toda aberta e interligada).</p>
<p>O que quero dizer aqui é que não basta <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/05/20/pesquisa-60-dos-usuarios-do-facebook-pensam-em-deixar-essa-rede" target="_blank">abandonar</a> o Facebook. <strong>O perigo está exatamente em achar que saindo de uma rede teremos a nossa privacidade preservada</strong>. O problema é um pouco mais difícil de resolver: temos que encontrar uma solução para a questão como um todo. Para todas as redes. Para toda a web. Juntos.</p>
<p><strong>(Daniela Bertocchi)</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/mercado/'>Mercado</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/facebook/'>Facebook</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/privacidade/'>privacidade</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/privacy/'>privacy</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/websemantica/'>websemantica</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1899/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1899/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1899&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tendências para um mundo sociodigital</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2010/03/31/tendencias-para-um-mundo-sociodigital/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 20:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Descrever tudo o que aconteceu na Conferência Internacional de Redes Sociais, que aconteceu em Curitiba entre os dias 11 e 13 de março, é uma tarefa inglória. Afinal, um encontro que reuniu mais de 3 mil pessoas e 100 palestrantes – entre eles Steven Johnson, Clay Shirky e Pierre Lévy – só pode resultar em &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2010/03/31/tendencias-para-um-mundo-sociodigital/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1886&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.unimed.com.br/portal/conteudo/materias/1263213903895cirs.jpg" alt="" width="240" height="180" />Descrever tudo o que aconteceu na <a href="http://escoladeredes.ning.com/forum/topics/cirs-conferencia">Conferência  Internacional de Redes Sociais</a>, que aconteceu em Curitiba entre os  dias 11 e 13 de março, é uma tarefa inglória. Afinal, um encontro que  reuniu mais de 3 mil pessoas e 100 palestrantes – entre eles Steven  Johnson, Clay Shirky e Pierre Lévy – só pode resultar em um turbilhão de  ideias e tendências que busquei resumir nos tópicos a seguir:</p>
<p><strong>Redes sociais e as cidades</strong></p>
<p>Ao contrário do que se previa, a cada ano mais e mais pessoas estão  deixando o campo e vivendo nas cidades. Em 2007, 3,3 bilhões de pessoas  moravam em grandes centros; em 2050 estima-se que esse número chegue a  6,4 bilhões.</p>
<p>De acordo com <a href="http://www.shirky.com/">Clay Shirky</a>, “quanto maior e mais  densa a concentração de pessoas mais precisaremos desenvolver  ferramentas de comunicação e informação eficazes para ambientes  populosos como as grandes cidades”. O autor do livro <a href="http://books.google.com/books?id=mafZyckH_bAC">Here Comes  Everybody</a> relembra o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pneumatic_tube">sistema  pneumático</a> muito utilizado na comunicação dos primeiros arranha-céus  para que as pessoas não precisassem mais subir ou descer dezenas de  andares para se comunicarem uma com as outras. As redes sociais e a  internet terão papel fundamental em aperfeiçoar a comunicação e  potencializar a extração de inteligência das informações geradas pelos  habitantes desses centros.</p>
<p><a href="http://www.stevenberlinjohnson.com/">Steven Johnson</a> concorda e complementa: “a internet é essencial principalmente às  grandes cidades. Nas pequenas, as pessoas conseguem ter noção de tudo  aquilo que ocorre em sua volta, do novo restaurante da rua principal à  posse de um novo legislador. Já a proporção que algumas cidades tomaram  fez com que seus moradores perdessem essa noção do todo e a internet e  seus dados acabaram se tornando fundamentais para o melhor  aproveitamento do espaço público.</p>
<p><strong>Rede de coisas</strong></p>
<p>O volume atual de dispositivos conectados à rede é estimado em 1  trilhão, principalmente por conta dos videogames e dos celulares. A  recente <a href="http://www.edge-online.com/news/bug-hits-60gb-ps3-consoles">queda  da rede do Playstation 3</a> fez com que todos enxergassem uma promessa  antiga: a internet não é mais formada apenas por computadores e sim por  todo tipo de gadget fruto do processo de digitalização iniciado na  década de 80.</p>
<p>Isso faz com que possamos estar em contato direto entre o mundo  virtual e o mundo real e um dos grandes exemplos dessa integração é o <a href="http://foursquare.com/">FourSquare</a>.  Esse aplicativo para celulares cria uma rede social orgânica, pois  novas conexões podem surgir em tempo real baseadas na localização de  cada indivíduo.</p>
<p><strong>Integração real x virtual </strong></p>
<p>Casos famosos como a trilogia de vídeos de <a href="http://www.davecarrollmusic.com/ubg/story/">Dave Caroll contra  a United Airlines</a> utilizaram o poder da web para reverberar uma  mensagem, porém não para mobilizar pessoas em torno dela. Esse movimento  de aversão à companhia aérea acabou surgindo como “efeito colateral” da  atitude do cantor, e não de forma planejada.</p>
<p>Entretanto, o fato de as pessoas estarem cada vez mais conectadas faz  com que aumentem o número de iniciativas que utilizam as redes sociais  virtuais para mobilizar grupos em torno de causas ou em prol de mudanças  no mundo real de forma estruturada. Exemplos não faltaram durante os  três dias de evento, como o <a href="http://www.patientslikeme.com/">PatientsLikeMe</a>, <a href="http://www.seeclickfix.com/">SeeClickFix</a>, <a href="http://www.meetup.com/">MeetUp</a> e o <a href="http://www.kickstarter.com/">KickStarter</a>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Privacidade, excesso de informação e PKM</strong></p>
<p>A presença em todas as redes sociais traz implicações como o excesso  de exposição e a perda de privacidade. Porém, Steven Johnson relembra  que isso não pode ser usado como argumento para abandoná-las. Pelo  contrário, precisamos usufruir tudo isso que é oferecido por elas, mas  sabendo preservar nossa intimidade. Steven sugere, inclusive, que isso  seja ensinado nas escolas às crianças desde os primeiros anos.</p>
<p>As questões relacionadas ao indivíduo inserido nas redes sociais  também foram assunto da fala de <a href="http://www.communication.uottawa.ca/eng/faculty/levy.html">Pierre  Lévy</a> que abordou a gestão pessoal do conhecimento no último dia da  conferência. O filósofo francês acredita que o “problema não está no  excesso de informação e sim na ausência de critérios individuais de foco  e de escolha de fontes confiáveis a seguir”. Para contornar esse  problema, Lévy propõe um método composto de nove etapas, além do uso de  processos e ferramentas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Personal_knowledge_management">PKM  (personal knowledge management)</a>:</p>
<ol>
<li>Gestão da atenção</li>
<li>Conexão com fontes valiosas</li>
<li>Agregar/Coletar fluxos de informação</li>
<li>Filtragem</li>
<li>Categorização</li>
<li>Registro para memória de longo prazo</li>
<li>Síntese</li>
<li>Compartilhar/comunicar</li>
<li>Reassess (retrofluxo do processo)</li>
</ol>
<p>O saldo desta troca intensa de interações mostra que temos ainda um  grande campo a ser explorado. A onipresença da tecnologia faz com que  ela se entrelace às nossas vidas de uma maneira que praticamente não  percebamos mais sua existência. Isso faz com que, finalmente, as  atenções se voltem para o ponto de onde jamais deviam ter saído: as  pessoas.</p>
<p><strong>(Andre de Abreu)</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/cibercultura/'>Cibercultura</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/eventos/'>Eventos</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/mercado/'>Mercado</a> Tagged: <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/2-0/'>2.0</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/cirs/'>CIRS</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/conferencia/'>conferência</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/conferencia-internacional-de-redes-sociais/'>Conferência Internacional de Redes Sociais</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/congresso/'>congresso</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/evento/'>evento</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/internet/'>internet</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/semantica/'>semântica</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/tendencias/'>tendências</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/web/'>web</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/web-20/'>web 2.0</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1886/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1886/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1886&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Andre de Abreu</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Colaboração e competição online: Onde está o balão vermelho?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2010/02/26/colaboracao-e-competicao-online/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2010/02/26/colaboracao-e-competicao-online/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 20:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[darpa]]></category>
		<category><![CDATA[experimento]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava folheando a revista Época Negócios dessa semana quando encontrei um pequeno texto que falava de uma experiência com redes sociais realizada pelo Darpa. Pesquisas desse tipo acontecem aos montes. Mas achei curisamentew interessante o Darpa fazer algo neste sentido. Para quem não sabe, o Darpa é a agência de pesquisa militar dos EUA. Está ligado ao &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2010/02/26/colaboracao-e-competicao-online/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1869&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://i.i.com.com/cnwk.1d/i/bto/20091208/Balloon10_270x406.jpg" alt="" width="182" height="274" /></p>
<p><strong>Estava folheando a revista Época Negócios dessa semana quando</strong> encontrei um pequeno texto que falava de uma experiência com redes sociais realizada pelo Darpa. Pesquisas desse tipo acontecem aos montes. Mas achei curisamentew interessante o Darpa fazer algo neste sentido.</p>
<p>Para quem não sabe, o Darpa é a agência de pesquisa militar dos EUA. Está ligado ao Pentágono. A sigla significa &#8220;Defense Advanced Research Projects Agency&#8221; &#8212; algo como &#8220;Agência de Pesquisas em Projetos Avançados&#8221;.</p>
<p>Como bem lembrou André de Abreu nos comments, foi o Darpa que criou em 1969 a ARPANET &#8211; primeira rede operacional de computadores à base de comutação de pacotes, ou seja, a precursora da nossa Internet.</p>
<p>Segundo informa a revista, o experimento serviu para o Darpa entender melhor os mecanismos de colaboração online.</p>
<p>A <strong>experiência militar com redes sociais</strong> foi a seguinte:</p>
<p>-&gt; O pessoal do Darpa instalou 10 balões atmosféricos vermelhos em diferentes cidades dos Estados Unidos.</p>
<p>-&gt; Depois, o órgão divulgou que pagaria 40 mil dólares para a primeira pessoa (ou equipe) que informasse com precisão a latitude e longitude de cada balão.</p>
<p>-&gt; Os interessados em ganhar o prêmio deveriam recorrer ao Twitter, Facebook e afins (também sites e aplicativos diversos) para descobrir o ponto geográfico exato dos objetos.</p>
<p><strong>O que aconteceu?</strong></p>
<p>Bem, entraram na competição uma equipe do MIT, um grupo de cientistas de Harvard e outros 4 mil competidores.</p>
<p>Depois de muita apuração e checagem de informações, a equipe do MIT venceu: em pouco mais de 8 horas conseguiu dizer exatamente onde estavam os dez balões vermelhos.</p>
<p>Havia balões em regiões pouco populosas &#8212; como o deserto do Arizona &#8212; e outros em cidades mais movimentadas, tipo São Francisco.</p>
<p>Após o concurso, o Darpa falou à imprensa sobre o evento. Isso foi em dezembro do ano passado. Há notícias no NYT, Guardian e CNN&#8230;.</p>
<p>Compilei as <strong>mais interessantes conclusões</strong>, vejamos:</p>
<ul>
<li>A colaboração em rede social tende a funcionar melhor em casos pontuais, com <strong>custo zero</strong> e que conduzam a uma <strong>solução verificável</strong>. Exemplo? Localizar bombas e evitar ataques terroristas. As redes podem nunca servir para encontrar a cura do câncer, por exemplo. Além disso, têm força em <strong>momentos de crise</strong>. Ou seja, em situações agudas.</li>
</ul>
<ul>
<li>A <strong>colaboração desinteressada</strong> dos usuários é geralmente exceção, não regra. O MIT, por exemplo, se comprometeu a remunerar os colaboradores que fornecessem dados corretos sobre os balões. O grupo usou um esquema de &#8220;<strong>coleta em pirâmide</strong>&#8220;: pagamentos diferentes de acordo com a proximidade física da pessoa com o balão. O sujeito que avistasse, com os próprios olhos, um balão vermelho do Darpa e enviasse a localização para o MIT poderia ganhar até 2 mil dólares. O Darpa acredita que eles foram os vencedores por conta deste &#8220;estímulo&#8221; financeiro.</li>
</ul>
<ul>
<li>Outro ponto que o Darpa ressaltou é que muitos usuários plantaram <strong>informações falsas</strong> nas redes sociais com o intuito de atrapalhar os concorrentes. Os competidores mais bem sucedidos foram os que criaram<strong> hierarquias</strong> para julgá-los. Os mais confiáveis eram os que vinham de fontes conhecidas ou mais próximas.</li>
</ul>
<p>É claro que o Darpa queria saber a<strong> rapidez</strong> com que as pessoas podem usar as redes sociais online para resolver um problema de âmbito nacional. Por isso, vale muito a pena ficar de olho em experimentos militares e em suas conclusões. Aliás, o Darpa está no Twitter&#8230; <strong>@darpa_news</strong><br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Mas eu pergunto: é possível generalizar tais conclusões?<br />
</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/estudos-academicos/'>Estudos acadêmicos</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/eventos/'>Eventos</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/darpa/'>darpa</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/experimento/'>experimento</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/redes-sociais/'>redes sociais</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1869/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1869/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1869&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>iPad: você precisa ter um?!?!</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2010/02/03/ipad-voce-precisa-ter-um/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 17:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[iPad]]></category>
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		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[A pergunta e/ou afirmação do título tem resposta incerta. Depende do leitor, de seu perfil digital e de seu olhar sobre a vida contemporânea. Desde o lançamento do iPad pela Apple na última semana de janeiro/2010 assisitmos a uma verdadeira avalanche de prós e contras apaixonados ou irados de analistas, entendidos, críticos e os sempre &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2010/02/03/ipad-voce-precisa-ter-um/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1857&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://imezzo.files.wordpress.com/2010/02/jobs_economist_cover.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1859" title="jobs_economist_cover" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2010/02/jobs_economist_cover.jpg?w=227&#038;h=300" alt="" width="227" height="300" /></a>A pergunta e/ou afirmação do título tem resposta incerta. Depende do leitor, de seu perfil digital e de seu olhar sobre a vida contemporânea. Desde o lançamento do <a href="http://www.apple.com/br/ipad/?cid=AOS-BRA-DM-P0009052-CON&amp;cp=em-P0009052-CON&amp;sr=em" target="_blank"><strong>iPad</strong></a> pela Apple na última semana de janeiro/2010 assisitmos a uma verdadeira avalanche de prós e contras apaixonados ou irados de analistas, entendidos, críticos e os sempre alerta palpiteiros paraquedistas.</p>
<p>Não vou ser repetitiva e listar todo o conteúdo de comentários que, certamente, os leitores deste Intermezzo já tiveram acesso. Muito menos vou apontar &#8220;os melhores e os piores&#8221;. Não cabe aqui. <strong>A questão que surge é bem anterior: como se posicionar como profissional e especialmente como ser social diante das ondas de inovação que parecem ter estabelecido um fluxo contínuo em nosso cotidiano?</strong></p>
<p>Como disse, depende de quem está do outro lado da telinha&#8230;. (aliás, se você acompanha blogs como o Intermezzo grande chance de ter sido capturado pela digitalização da vida). Compartilho alguns pontos a considerar na hora de decidir se vamos questionar ou se envolver.</p>
<p>Se você é um <em>apple addicted</em>, sem discussão: &#8220;<em>I need an iPad now</em>&#8220;&#8230;.</p>
<p>Se você está acomodado na gostosa poltrona da crítica refratária, também sem discussão: sem frases&#8230;.</p>
<p>Agora, se você (eu incluída) atua em qualquer vertente da comunicação digital, <strong>o iPad surge, no mínimo, como um importante elemento de análise e objeto de experimentação para subsidiar a atuação de estrategistas, consultores, pesquisadores e analistas do mundo digital, e até dos burocratas que gravitam nesse ambiente. Não dá prá ignorar, não dá prá se posicionar sem assumir a &#8220;metodologia da observação participante&#8221; </strong>no dizer da academia.</p>
<p>Entendo a chegada do iPad no contexto da <strong>concretização do efeito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa" target="_blank">cauda longa</a> para uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Disruptive_technology" target="_blank">inovação de ruptura</a></strong> &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson" target="_blank"><strong>Chris Anderson</strong></a> contribuiu bastante para a popularização de ambos os conceitos. Seguindo um cuidadoso planejamento mercadológico e de desenvolvimento tecnológico da Apple, o iPad vem como o <strong><em>device</em> subsequente na linha transformadora </strong>do modo de escutar e adquirir músicas &#8211; com o iPod e o iTunes; no modo de transformar o entretenimento musical e audiovisioual como uma <strong>experiência de navegação lúdica e compartilhada</strong> com o iPodTouch; no modo de fazer tudo isso e ainda falar ao telefone, com o iPhone; e agora trilhando os primeiros metros da evolução dessa transformação ao agregar tudo isso ao modo de leitura, absorção e armazenamento da informação. Um aspecto complexo e concreto tanto para os ditos &#8220;apologistas&#8221; do capitalismo demoníaco de Steve Jobs, quanto para os ditos &#8220;críticos distanciados&#8221; de uma cena irreversível.</p>
<p>Para quem acompanha o ambiente da comunicação e mídia digitais o estardalhaço pré, durante e pós lançamento do iPad promovido pela Apple era previsível e parte de seu <em>modus operandi</em> no mercado. Sabemos que ao longo deste 2010 a Apple vai despejar à nossa frente e a conta-gotas melhorias no modelo inicial, inclusão de funcionalidades, ampliação de capacidade, etc. Totalmente previsível.</p>
<p>Dentro da previsibilidade, o que importa para os profissionais do mundo da comunicação digital é analisar, experimentar, acompanhar <strong>e evoluir</strong> com o que está subjacente &#8211; <strong>a interação homem-máquina está cada vez mais próxima do funcionamento natural da lógica humana</strong>, incluindo suas idissincracias e sua identificação com o lado lúdico da vida. Steve Jobs, me desculpem os críticos mal-humorados, consegue traduzir isso de forma muito evidente e sedutora.</p>
<p><strong>Os produtores de informação e entretenimento poderiam olhar tal processo evolutivo como uma vantagem competitiva </strong>que caiu de presente em seus quintais: um <em>device</em> convergente como o iPad agrega um mercado jovem, que considera o modo <em>touch-lúdico</em> como algo natural, com alto potencial de absorção de informações.  Os NYTimes e Estadão da vida deveriam estar dando pulos de alegria&#8230;.</p>
<p>Retomando, como atuante na profissão e como envolvida por opção, penso que é inerente ter um iPad: <em>&#8220;I want an iPad now and ever&#8230;&#8221; </em></p>
<p>Como disse logo no início deste post, surfar nessa onda depende muito do modo de olhar o mundo de cada leitor. Convivemos com os olhares dos míopes, que por meio de lentes, protegem suas fragilidades diante do processo de transformação social; com os olhares dos espectadores, que por meio de confortáveis abrigos, assistem à banda passar; com os olhares dos visionários, que por meio de Hubbles pessoais, saltam à frente de seu tempo e são categorizados como anjos ou demônios; e com os olhares dos atentos, que ao escolher o ponto de exclamação para fechar o título do post, buscam seus papéis sociais  nesse enlouquecido cotidiano digital.</p>
<p>Por ora, quero mais é ser feliz com um iPad. Daqui a pouco, vou estar um tanto enfurecida com a obsolescência do dito, e mais adiante, provavelmente vou ficar novamente feliz por ter conseguido trocá-lo por um iPad 4G&#8230;.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Filed under: <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/blog/'>Blog</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/cibercultura/'>Cibercultura</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/jornalismo/'>Jornalismo</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/midia/'>Mídia</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/mercado/'>Mercado</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/category/tecnologia/'>Tecnologia</a> Tagged: <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/apple/'>Apple</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/inovacao/'>inovação</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/ipad/'>iPad</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/ruptura/'>ruptura</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/sociedade/'>sociedade</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/tecnologia/'>Tecnologia</a>, <a href='http://imezzo.wordpress.com/tag/transofrmacao/'>transofrmação</a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1857/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1857/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1857&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A twitter litteracy de nossas celebridades e gurus: cada um no seu quadrado?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/12/14/a-twitter-litteracy-de-nossas-celebridades-e-gurus-cada-um-no-seu-quadrado/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 17:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez exponho neste Intermezzo a questão sobre o uso descontextualizado de ferramentas digitais de comunicação. É a vez do Twitter. Não tenho qualquer pretensão de criar aqui um discurso &#8220;dita regras&#8221; ou &#8220;ciber-cri-cri&#8221;,  já que a compreensão e o uso de uma mídia tem tudo a ver com a forma social na qual &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/12/14/a-twitter-litteracy-de-nossas-celebridades-e-gurus-cada-um-no-seu-quadrado/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1849&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez exponho neste Intermezzo a questão sobre o <strong>uso descontextualizado de ferramentas digitais de comunicação. É a vez do Twitter</strong>. Não tenho qualquer pretensão de criar aqui um discurso &#8220;dita regras&#8221; ou &#8220;ciber-cri-cri&#8221;,  já que a compreensão e o uso de uma mídia tem tudo a ver com a forma social na qual se insere. Ou seja: cada um no seu quadrado? Nem tanto&#8230;<a href="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/12/cada-um-no-seu.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1851" title="CADA UM NO SEU" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/12/cada-um-no-seu.jpg?w=545" alt=""   /></a></p>
<p>Seja por obrigação profissional e acadêmica, ou ainda por vocação de nosso blog, cabe criticar, refletir, discutir, dialogar sobre os temas de comunicação digital. Blogs, redes sociais, jornalismo online, carreira são apenas alguns pontos que recentemente pautamos aqui.</p>
<p>A recentíssima <strong>migração para o twitter</strong> de figuras deste Brasil que podem ser categorizadas (termos cunhados pela própria mídia) como celebridades, gurus, comunicadores influentes, comunicadores emergentes, pioneiros, entre outros, tem chamado a atenção: alardeiam no ciber e no papel números recordes de seguidores, &#8220;conversam&#8221; com essa massa numérica e distribuem &#8220;olás&#8221; e &#8220;obrigados&#8221; rede afora. OK! Novamente cada um no seu quadrado?</p>
<p>Nem tanto, já que esse grupo de tuiteiros neófitos têm em comum, quase sempre, <strong>origem ou atuam no mundo da comunicação</strong> e, portanto e supostamente, são referência para uma enorme quantidade de pessoas. E, analisando algumas <strong><em>celebrities</em> <em>timelines</em></strong> no twitter, <strong>são poucas as que exercem seu papel de influenciador corretamente com relação ao twitter.</strong></p>
<p>Antes de tudo, que tal retormarmos <strong>o que é e para que serve o twitter?</strong> Falamos de uma ferramenta típica para ambiências digitais em formato de rede social, caracterizada como microblog por incorporar a postagem como forma expressiva, cometários e disseminação (o RT) como forma de socialização e interação. Tudo isso com o diferencial de objetividade de conteúdo (140 caracteres) e inclusão de hiperlinks, resultando num poderoso objeto social em tempo real, que leva seguidos e seguidores a um proceso de nagevação contextualizada na web.</p>
<p>Entender e aplicar pelo menos uma parte disso é o que chamo de <strong><em>twitter litteracy</em></strong>. Claro que não se pode exigir de qualquer tuiteiro a aplicação irrestrita do conceito proposto pela ferramenta. No mínimo, utópico. Mas, há que se refletir sobre a <strong>sistemática transposição de conceitos e indicadores da &#8220;velha mídia&#8221; que as <em>twitter celebrities</em> tupiniquins praticam e acabam por virar referência de como usar esta incrível rede social</strong>.</p>
<p>Acabei por criar uma <strong>listinha de pequenos desvios de uso do twitter</strong> que merecem discussão por parte do leitores do Intermezzo. Penso que cada um dos itens é um novo post/comentários em potencial:</p>
<ul>
<li>Foco constante na ampliação da quantidade de seguidores, não importa quem são, como e de onde foram capturados. Algo parecido com índices de audiência e de circulação de tempos quantitativos de mensuração.</li>
<li>Extrema dificuldade em produzir algo coerente e útil para os seguidores em 140 caracteres. Algo de &#8220;torpedos&#8221; aparece como resultado.</li>
<li>Culto ao ego e respectivas peripécias vida afora. Sem falar de egos que rapidinho viram &#8220;nós&#8221; e portadores da opinião coletiva. Algo de &#8220;narciso&#8221; cai bem.</li>
<li>Uso da rede de seguidores (que sempre deve ser grande como símbolo de sucesso&#8230;) para realizar enquetes <em>nonsense</em>, fazer propaganda velada ou explícita de produtos, serviços, eventos e que tais. Algo de comercial em causa própria  parece adequado.</li>
<li>Disseminação  do mau uso da mal-tratada Língua Portuguesa: pontuação, erros de grafia, concordância, e similares. Algo de irresponsável é cabível.</li>
<li>Desagradável tendência em alardear que o twitter é um grande brincadeira ou parque de diversões. O momento de descontração, lazer e tornar-se igual por parte da celebridade ou do guru. Algo de imaturo fica no ar.</li>
<li>Raríssima condição para a proposição de objetos sociais em seus posts. Por acaso algum link, alguma foto, algum ponto de ancoragem que gera conhecimento foram propostos para os seguidores?  Algo de&#8230;..</li>
</ul>
<p>Claro  que poderia  continuar listando, ou criticando. Mas, gostaria de propor aos leitores uma pausa prá olhar a cena e <strong>sermos razoavelmente criteriosos em nossa função comunicacional</strong>.</p>
<p>A grande maioria dos pontos indicados já ocorreu em momentos anteriores do mundo ciber, desde a descrença ancestral dos profissionais no potencial de comunicação da web, até descaracterizações mais recentes como no caso dos blogs (já discutido no Intermezzo). O que decepciona é que, quase sempre, influentes gurus da comunicação e mobilizadores das massas, preferem usar errado ao invés de buscarem aprender, conhecer e exercer adequadamente o uso de uma nova mídia.  Fica mais fácil bagunçar e manter o <em>status quo</em> do que se dar ao trabalho de fazer do modo correto. Afinal, o que importa é o volume de uma audiência em aplauso embevecido, e não a qualidade da mensagem, ainda que para poucos multiplicadores.</p>
<p>Ufa! <strong>Breve desabafo pessoa</strong>l (portanto, sem links e referências autorais) neste último post de 2009.</p>
<p><strong><a href="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/12/happy-new-year05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1853" title="happy-new-year05" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/12/happy-new-year05.jpg?w=297&#038;h=300" alt="" width="297" height="300" /></a>Merry, merry Christmas e and a very happy new year!!!!!!!!</strong></p>
<p>Em tempo: esse post tem caráter genérico e, propositadamente, não cita qualquer identidade no twitter que venha a contextualizar a opinião.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Cibercultura, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: celebridades, Cibercultura, litteracy, redes sociais, sociedade, twitter <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1849/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1849/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1849&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Digimétodos ou a metodologia da pesquisa em tempos digitais</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/11/20/digimetodos-ou-a-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O chavão &#8220;não se pode navegar em novos mares com mapas antigos&#8221; talvez caiba na abertura desse post. Com os fenômenos comunicacionais se reconfigurando sob a mediação das mídias digitais e das redes sociais os métodos tradicionais de pesquisa talvez não sejam mais válidos ou não possam mais ser utilizados da maneira usual. As técnicas &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/11/20/digimetodos-ou-a-metodologia-da-pesquisa-em-tempos-digitais/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1842&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O chavão &#8220;não se pode navegar em novos mares com mapas antigos&#8221; talvez caiba na abertura desse post. Com os <strong>fenômenos comunicacionais se reconfigurando</strong> sob a mediação das mídias digitais e das redes sociais os métodos tradicionais de pesquisa talvez <strong>não sejam mais válidos</strong> ou não possam mais ser utilizados da maneira usual.</p>
<p>As <strong>técnicas de etnografia continuam válidas</strong> ao analisarmos redes complexas como Facebook ou Twitter? Pensando nisso, reproduzo aqui uma pequena bibliografia copilada pela professora <a href="http://lattes.cnpq.br/7326620682313478">Maria Immacolata Vassalo de Lopes</a> sobre webmétodos; são autores que buscam justamente uma <strong>nova metodologia da pesquisa em comunicação</strong> levando em conta as mudanças que o digital trouxe para esse campo do conhecimento. Por isso eu prefiro o termo <strong>digimétodos</strong>. Afinal, eles são válidos não só para a análise do ambiente web, mas também para outros cenários digitais, como o do celular e dos videogames:</p>
<ul>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=X5w1P2_iMNYC">Virtual Ethnography</a><br />
Christine Hine</li>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=-brpqi0JdJUC">Virtual Methods: Issues in social research on the internet</a><br />
Christine Hine</li>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=15SksRiDf04C">Doing Internet Research: Critical issues and methods for examining the net</a><br />
Steve Jones</li>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=fhtAVok8Z5AC">Internet Communication and Qualitative Research: A handbook for researching online</a><br />
Chris Mann e Fiona Stewart</li>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=B6dT-UoezvoC">Life Online: Researching real experience in virtual space</a><br />
Annette N. Markham</li>
<li><a href="http://books.google.com/books?id=g8HYAAAAIAAJ">The Internet: An ethnographic approach</a><br />
Daniel Miller e Don Slater</li>
</ul>
<p>(Andre de Abreu)</p>
<br />Publicado em Cibercultura, Estudos acadêmicos, Jornalismo, Mídia Tagged: autores, bibliografia, Cibercultura, comunicação, digital, internet, metodologia, pesquisa, redes sociais, referência <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1842/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1842/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1842&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Entre egos e a realidade: a grande mídia na berlinda do DigitalAge 2.0 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 19:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao que tudo indica (confiram o blog), o painel &#8220;A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho postando aqui &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/31/entre-egos-e-a-realidade-a-grande-midia-na-berlinda-do-digitalage-2-0-2009/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1829&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1830" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1830" title="digitalage2009" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/08/digitalage2009.jpg?w=300&#038;h=200" alt="O painel em ação" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">O painel em ação</p></div>
<p>Ao que tudo indica (confiram o <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/antagonismo-entre-mdia-clssica-e-meio-digital-esquenta-debate/" target="_blank"><strong>blog</strong></a>), o painel &#8220;<span><strong>A crise da mídia tradicional. Quem vai publicar as notícias que vão alimentar a conversa?</strong>” colocou pimenta nos olhos dos participantes e da platéia. Para mim, como mediadora, foi uma ótima oportunidade de reiterar ao vivo e a cores todas as opiniões que venho postando aqui no Intermezzo em tempos recentes: <strong>as tradicionais marcas de mídia no Brasil posicionam-se entrincheiradas e resistentes à inovação</strong>.</span></p>
<p><span>Assistimos a um interessante<strong> embate entre egos</strong> das personalidades mais conhecidas presentes, até com o surgimento de uma nova denominação para as mídias tradicionais: agora é de bom tom referir-se a elas como &#8220;mídias clássicas&#8221;. Também assistimos a uma tentativa de desvio temático no painel, onde quase todos os participantes centraram-se no antagonismo novas e velhas mídias. </span></p>
<p><span>A proposta de discussão do painel nunca esteve centrada nesse antagonismo. Pelo contrário. <strong>O objetivo do painel</strong> sempre foi discutir algo mais amplo: <strong>a mudança de postura estratégica e cultural de nossas empresas de mídia a partir das tendências globais hoje em curso; o novo patamar de relacionamento com os públicos, integrando a força das redes sociais; e a busca de um novo modelo de negócios dentro do novo contexto.</strong> Para contextualizar as discusões, o jornalista Clayton Melo do <a href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank"><strong>IDGNow</strong></a> publicou uma excelente <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/26/empresas-de-mdia-devem-dialogar-nas-redes-sociais/" target="_blank"><strong>entrevista</strong></a> com esta escriba  no blog do evento, e também foi disponibilizada a <a href="http://www.slideshare.net/DigitalAge20/crise-na-mdia-tradicional-por-beth-saad" target="_blank"><strong>apresentação</strong></a> que fiz como introdução ao tema.</span></p>
<p><span>Embates e egos à parte, o painel resultou numa demonstração de que <strong>seus temas principais não eram o foco de atenção de nossos<em> publishers</em></strong>. Ficamos sem saber as respectivas opiniões sobre o que interessa: o mundo da informação digital está mais uma vez em transição e qual seria o posicionamento do <a href="http://www.estadao.com.br" target="_blank"><strong>Estadão,</strong></a> da <a href="http://revistaepoca.globo.com/" target="_blank"><strong>Época,</strong></a> da <a href="http://cbn.globoradio.globo.com/home/HOME.htm" target="_blank"><strong>CBN</strong></a> e de um <a href="http://www.caiotulio.com.br/" target="_blank"><strong>especialista</strong></a> sobre o que vem pela frente? </span></p>
<p><span>Durante minha introdução ao tema do painel nossos colegas foram instigados com interessantes vertentes da discussão: a síndrome da periodicidade versus fluxo informativo contínuo; o uso desconfigurado do blog como coluna de opinião e do twitter como substituto de feeds RSS; a integração da voz e opinião dos usuários; e as diferentes formas de geração de receitas. <strong>Nada disso pareceu perturbar nossos tótens jornalisticos ali fincados</strong>.</span></p>
<p><span><strong>Para o Digital Age 2010 proponho colocar pimenta malagueta da boa na mesa: que tal o debate com que já vivencia transição e mudança mundo afora? </strong></span></p>
<p><span><strong>(Beth Saad)<br />
</strong></span></p>
<br />Publicado em Cibercultura, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado, Tecnologia Tagged: ciberjornalismo, cultura, Jornalismo, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1829/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1829/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1829&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cuidado com o especialista em redes sociais</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/08/25/cuidado-com-o-especialista-em-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 18:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SNA]]></category>
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		<description><![CDATA[A história já provou: a novidade atrai os novos profetas. Não que mídias sociais sejam novidade, afinal, aquelas que reúnem jogadores de videogame já existem e já são exploradas comercialmente há quase uma década. Mesmo assim, não podemos negar o zunzunzum atual em torno delas. Na esteira desse movimento, surgiram nos últimos meses dezenas de &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/25/cuidado-com-o-especialista-em-redes-sociais/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1817&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.globaldevelopmentcommons.net/files/imagecache/site_post_full/files/400_istock-social-network.jpg" alt="" width="193" height="240" />A história já provou: a novidade <strong>atrai os novos profetas</strong>. Não que mídias sociais sejam novidade, afinal, aquelas que reúnem jogadores de videogame já existem e já são exploradas comercialmente há quase uma década. Mesmo assim, não podemos negar o zunzunzum atual em torno delas.</p>
<p>Na esteira desse movimento, surgiram nos últimos meses <strong>dezenas de empresas e consultores “especialistas” em redes sociais</strong>. Entretanto, o que se tem visto até o momento são ações e conselhos baseados no <strong>achismo ou no “feeling”</strong>.</p>
<p>Se olharmos para trás, iremos encontrar algumas saídas que nos tirarão deste empirismo. Na sociologia, o campo que dá conta deste assunto é o da <a href="http://www.orgnet.com/sna.html">Análise de Redes Sociais (SNA, em inglês)</a>. Ele se dedica a propor <strong>métodos para a mensuração</strong> das relações de poder e influência, identificar pontos de concentração das informações, enfim, trata-se de uma<strong> área multidisciplinar</strong> – e, por isso, fascinante – que envolve, além da própria sociologia, estatística, matemática, comunicação e tecnologia.</p>
<p>Conhecer um pouco mais sobre SNA nos leva a questionar certas ações propostas por esses profissionais que, no fundo, <strong>não oferecem embasamento ou indicadores claros</strong> que permitam mensurar a real eficácia de uma ação de comunicação realizada neste tipo de ambiente.</p>
<p>Por exemplo, um dos melhores perfis para realizar ações no Twitter seria o de <a href="http://twitter.com/marcelotas">Marcelo Tas</a>. Afinal,  ele é dono de uma rede com mais de 280 mil seguidores. Logo, qualquer mensagem chegará a praticamente todos os rincões da &#8220;twittersfera&#8221;. Entrentanto, aplicando a metodologia de mensuração da SNA, veremos que isso não é verdade. Como a maioria dos seguidores de Tas são atraídos pela sua popularidade na TV ou por matérias na imprensa sobre o Twitter, <strong>essas pessoas não têm muitos seguidores de segundo nível</strong>. Basta conferir a <a href="http://twitter.com/marcelotas/followers">lista de followers</a> do jornalista para verificar o quão difícil é encontrar um perfil que tenha mais de 50 seguidores.  Resumindo, uma mensagem difundida por ele perde força já <strong>na primeira camada</strong> da rede. Por outro lado, perfis com menos seguidores de primeiro nível, mas com uma rede de segundo nível mais concentrada, têm<strong> potencial e eficácia de comunicação muito maiores</strong>.</p>
<p>No exemplo hipotético a seguir, podemos observar isso. Suponhamos que Tas possui 6 seguidores e cada um deles é seguido por outras 2 pessoas. Se toda a rede de primeiro nível retuitar o jornalista, a mensagem original chegará a 18 usuários. O segundo usuário tem <strong>menos seguidores de primeiro nível</strong> (3), porém eles possuem uma rede de segundo nível muito mais forte, com 8 seguidores cada. Logo, se uma mensagem for retransmitida por toda a rede, ela chegará a 27 pessoas, ou seja, <strong>50% a mais em relação à  Tas</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1818" title="rede_tas" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/08/tas.jpg?w=545" alt="rede_tas"   /></p>
<p>A partir desta observação, quem você sugeriria para uma ação em redes sociais? Por esse motivo, na próxima vez que for contratar um consultor ou uma empresa “especializada” em redes sociais, <strong>pergunte como andam os conhecimentos em SNA</strong>.</p>
<p>Para quem quer <strong>se aprofundar em comunicação na redes sociais </strong>sugiro conhecer inicialmente o trabalho da <a href="http://www.orgnet.com/consulting.html">Orgnet</a> e comparar com aquilo que é oferecido no Brasil pelas ditas agências 2.0. Em seguida, vale uma parada no site da <a href="http://www.insna.org/">International Network for Social Network Analysis</a>. Por fim, indico a leitura do e-book <a href="http://www.faculty.ucr.edu/~hanneman/nettext/">Introduction to Social Network Methods</a>, que oferece uma bela visão sobre o tema. Com isso, você estará bem munido para encarar de forma crítica os argumentos e as <strong>proposta superficiais desses novos profetas da web 2.0</strong>.</p>
<p>(Andre de Abreu)</p>
<br />Publicado em Cibercultura, Mercado Tagged: mídias social, redes sociais, SNA, sociometria <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1817/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1817/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1817&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O mais novo buzz: morte da blogsfera (???)</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 14:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Estadão de hoje (24/08/09), em seu caderno Link, dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível &#8220;morte&#8221;. Destacam-se a matéria sobre o blog do Planalto, a entrevista de Steve Rubel, analista e consultor web norte-americano e autor do blog Micropersuasion;  e a coluna de Pedro Dória. Os dois comentaristas, de uma maneira ou &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/24/o-mais-novo-buzz-morte-da-blogsfera/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1809&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Estadão de hoje (24/08/09), em seu caderno <a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/" target="_blank"><strong>Link,</strong></a> dedica várias páginas ao tema blogsfera e sua possível &#8220;morte&#8221;. Destacam-se a <a href="http://www.estadao.com.br/tecnologia/link/not_tec2947,0.shtm" target="_blank"><strong>matéria sobre o blog do Planalto,</strong></a> a entrevista de <strong>Steve Rubel</strong>, analista e consultor web norte-americano e autor do blog <a href="http://www.micropersuasion.com/" target="_blank"><em><strong>Micropersuasion</strong></em></a>;  e a coluna de <strong>Pedro Dória</strong>. Os dois comentaristas, de uma maneira ou de outra, preconizam não mais escrever em blogs, seja pela falta de tempo, seja pelo esgotamento da ferramenta. E o blog do Planalto aparece como algo um tanto defasado do contexto atual, tema já discutido aqui, à exaustão. (no momento em que escrevo esse post o Link ainda não tinha atualizado todas as matérias da edição de 24/08/09).<img class="alignright size-medium wp-image-1811" title="dmorte_blogsfera" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/08/dmorte_blogsfera.jpg?w=200&#038;h=300" alt="dmorte_blogsfera" width="200" height="300" /></p>
<p>Ao que parece, mais uma vez temos um conteúdo chamativo, midiático, mas com pouca sustentação de base analítica. <strong>Mais um buzz pinçado na onda das mídias sociais</strong>.</p>
<p>Deixo aqui meu depoimento como blogueira desse Intermezzo, usuária das mídias sociais e analista.</p>
<p>Até um passado recentíssimo &#8211; prá não dizer do próprio presente &#8211; o foco das discussões sobre mídias sociais era como integrar todas as ferramentas e possibilidades dos diálogos e conversações às propostas do que chamamos &#8220;mídias tradicionais&#8221; na web. A questão da participação e da expressão do usuário protagoniza as decisões de gestores de portais, editores de marcas jornalísticas, entre outros. Como integrar? Como estar presente no Twitter? Ter uma página do Facebook? São temas cotidianos ainda não solucionados.</p>
<p>Surge agora um novo foco: <strong>a integração dentro do próprio âmbito das mídias sociais</strong>.</p>
<p><strong>O termo complementariedade é fundamental</strong>. Cada uma das ferramentas  &#8211; blog, twitter, facebook, por exemplo, possuem características próprias de estilo narrativo e forma de relacionamento com os leitores/usuários/seguidores. O que postamos num blog, bastante opinativo e correlacional, pode ser condensado em 140 caracteres para o twitter, que prima pela objetividade informativa e multiplicação de idéias, e pode ser propagado num facebook por meio de um convite para a rede de amigos à leitura  e comentários do post.</p>
<p>A experiência nesse Intermezzo tem sido nosso campo de provas sobre tal proposição. Percebemos, cada vez mais, que nossa audiência a cada post vem direcionada pelas nossas micro-postagens nas redes sociais; e que em médio e longo prazo a audiência para o blog em geral e seu conteúdo passado vem das ferramentas de busca. Os comentários, quase sempre canalizados nas redes sociais. Nada mais complementar! e, por outro lado, nada mais trabalhoso! E<strong>star na rede, hoje, se confiigura cada vez mais numa ação de envolvimento e engajamento contínuos. </strong></p>
<p>Com isso, não parece adequada a afirmação sobre a morte da blogsfera. O que temos, claramente, é uma reconfiguração de objetivos, aonde o <strong>blog se identifica com o website de destino</strong> do usuário para aprofundamento da informação e conhecimento mais amplo da opinião autoral; o <strong>twitter como a &#8220;plataforma de embarque&#8221; </strong>dos usuários da rede num dado tipo de conteúdo; e o <strong>Facebook e similares, como plataforma </strong>de diálogo e conversação complementar aos comentários postados no próprio blog &#8211; quase uma Ágora contemporânea.</p>
<p>Para quem está nesse mundo conectado por paixão e/ou profissão, só nos resta torcer pelo surgimento de<strong> plataformas integradoras (j</strong>á existem várias) que juntem blog, twitter, redes sociais num mesmo espaço de operação e controle.  Ou seguir a recomendação de Steve Rubel e adentrar ao <a href="http://www.micropersuasion.com/2009/06/so-long-blogging-hello-lifestreaming.html" target="_blank"><strong>Lifestreamming</strong></a>. Só vejo muito trabalho pela frente.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Blog, Cibercultura, Mídia, Tecnologia Tagged: blogs, blogsfera, midias sociais <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1809/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1809/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1809&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Beers &amp; Blogs São Paulo</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/08/22/beers-blogs-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 16:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação digital]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando a passagem do professor de Navarra José Luis Orihuela por São Paulo, acontece na próxima quinta (27/8/2009) o Beers &#38; Blogs São Paulo, um encontro informal para discutirmos e trocarmos experiências sobre o uso de blogs, twitters e novas tecnologias na comunicação. Beers &#38; Blogs em São Paulo Qué: una reunión informal de bloguers &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/22/beers-blogs-sao-paulo/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1803&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://farm3.static.flickr.com/2643/3842214737_a1bb020060_o.jpg" alt="" width="228" height="84" />Aproveitando a passagem do professor de Navarra <a href="http://www.ecuaderno.com/jose-luis-orihuela/">José Luis Orihuela</a> por São Paulo, acontece na próxima quinta (27/8/2009) o Beers &amp; Blogs São Paulo, um encontro informal para discutirmos e trocarmos experiências sobre o uso de blogs, twitters e novas tecnologias na comunicação.</p>
<blockquote><p><strong>Beers &amp; Blogs em São Paulo</strong><br />
Qué: una reunión informal de bloguers<br />
Cuándo: el jueves 27 de agosto (quinta-feira) de 2009 a las 20 hs.<br />
Dónde: <a href="http://www.brau.com.br/">Cervejaria Braugarten (Shopping Paulista)</a>, <a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=shopping+paulista&amp;sll=-14.179186,-50.449219&amp;sspn=104.679437,158.027344&amp;ie=UTF8&amp;ll=-23.52126,-46.635933&amp;spn=0.112855,0.154324&amp;z=13">Rua Treze De Maio, 1947, lj. 422, Bela Vista</a><br />
Convocan: <a href="http://intermezzo.wordpress.com">Intermezzo</a>, <a href="http://webmanario.wordpress.com/">Webmanario</a> y <a href="http://www.ecuaderno.com/">eCuaderno</a></p></blockquote>
<p>Participem e até quinta!</p>
<br />Publicado em Jornalismo Tagged: Blog, comunicação, comunicação digital, encontro <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1803/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1803/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1803&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Andre de Abreu</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Mídia social é apenas uma moda?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/08/20/midia-social-e-apenas-uma-moda/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 18:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Lucia Araujo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este vídeo é um tanto defensor das mídias sociais. Particularmente tenho um constante trabalho de reconhecimento e de aplicação dos usos das mídias sociais. Publico aqui para compartilhar com vocês. Apesar de conter alguns chavões para um público bem informado como o deste blog, acho bem feito e estruturado. (Ana Lucia Araujo) Publicado em Cibercultura, &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/20/midia-social-e-apenas-uma-moda/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1799&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo é um tanto defensor das mídias sociais. Particularmente tenho um constante trabalho de reconhecimento e de aplicação dos usos das mídias sociais. Publico aqui para compartilhar com vocês. Apesar de conter alguns chavões para um público bem informado como o deste blog, acho bem feito e estruturado. (Ana Lucia Araujo)</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='545' height='337' src='http://www.youtube.com/embed/sIFYPQjYhv8?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<br />Publicado em Cibercultura, Mídia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1799/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1799/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1799&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Analu</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O que será das assessorias de imprensa?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/08/19/o-que-sera-das-assessorias-de-imprensa/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2009/08/19/o-que-sera-das-assessorias-de-imprensa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 05:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[PR]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece o Dave Carroll, ao lado, na foto? Também não o conhecia antes do clipe “United Breaks Guitars” e, mais recentemente, do “United Breaks Guitars: Song 2”. Resumindo a história que outros sites já contaram, o cantor canadense teve seu violão extraviado pela United Airlines. Após nove meses de ligações, ele recebeu a resposta &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/08/19/o-que-sera-das-assessorias-de-imprensa/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1787&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Dave Carroll" src="http://iphone.cbc.ca/gfx/images/arts/photos/2009/07/10/dave-carroll-cp-250-7007082.jpg" alt="" width="200" height="250" />Você conhece o Dave Carroll, ao lado, na foto? Também não o conhecia antes do clipe “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=5YGc4zOqozo">United Breaks Guitars</a>” e, mais recentemente, do “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=h-UoERHaSQg">United Breaks Guitars: Song 2</a>”. Resumindo a história que <a href="http://travel.latimes.com/daily-deal-blog/index.php/smashed-guitar-youtu-4850/">outros sites já contaram</a>, o <strong>cantor canadense teve seu violão extraviado pela United Airlines</strong>. Após nove meses de ligações, ele recebeu a resposta definitiva de que não seria ressarcido e prometeu fazer com que todos conhecessem sua saga por meio do YouTube.</p>
<p>Com a indiferença dada ao caso, a United tem tudo para se juntar ao rol de <strong>empresas que tiveram suas marcas maculadas na web</strong>, entre elas <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/dominos_youtube_video.php">Domino’s</a>, <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8000401.stm">Amazon</a> e <a href="http://www.wired.com/culture/lifestyle/news/2004/09/64987">Kryptonite</a>. Todas essas histórias nos levam a refletir sobre o futuro das assessorias e do assessor de imprensa.</p>
<p>É difícil encontrar uma empresa que hoje não tenha uma assessoria de imprensa. A explicação é simples: uma manchete negativa ou uma opinião contrária de um colunista pode arruinar uma corporação da noite para o dia. No Brasil, ainda temos um agravante. Esta é uma função exercida de forma predominante por jornalistas, que, pela formação, tendem a <strong>enxergar a comunicação apenas por esse viés, e não de forma ampla</strong>. O resultado? Existe uma massa de profissionais especialistas em imprensa, porém são poucos os<strong> preparados para lidar com o público e suas manifestações nas redes sociais</strong>.</p>
<p>Temos aí um<strong> cenário crítico para as empresas</strong>. Com as <a title="PDF: Online Reviews Second Only to Word of Mouth as Purchase Influencer" href="http://rubiconconsulting.com/downloads/whitepapers/Rubicon-web-community.pdf">redes digitais ganhando relevância</a> e os meios de comunicação tradicionais <a title="Circulação dos grandes jornais cai 6% no 1º semestre" href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/conteudo_maiusculo/?Circulacao_dos_grandes_jornais_cai_6__no_10_semestre">perdendo sua importância social</a>, principalmente frente às novas gerações, <strong>a maioria das corporações está praticamente indefesa</strong> e sem saber lidar com seus <em>daves carrolls</em>.</p>
<p>A partir do momento que <strong>as mídias sociais passarem a influenciar mais os negócios do que aquilo que sai nos jornais</strong>, a tendência é o digital deixar de ser nicho para se tornar o principal motivo da atenção, investimento e preocupação das companhias. Tanto é que empresas como Coca-Cola, PepsiCo, Southwest e Ford já <strong>têm seus diretores de mídia social</strong>.</p>
<p>Este novo profissional tem a tarefa básica de ser sensível às demandas das pessoas e capaz de identificar tendências para que elas se transformem em melhorias de produtos e processos, ou seja, essa pessoa acaba atuando como uma “parabólica” <strong>capaz de captar e organizar</strong> para a empresa a comunicação que emana de comentários e discussões de internautas nas mídias sociais. Fechado essa parte do ciclo, a <strong>comunicação volta no sentindo empresa &gt; usuário</strong> para que as devidas satisfações sejam dadas. Os <a href="http://online.wsj.com/article/SB124925830240300343.html">cases reunidos pelo Wall Street Journal</a> destas quatro empresas que possuem executivos dedicados às  redes sociais só comprovam isso.</p>
<p>Está chegando ao fim a era na qual as <strong>empresas simplesmente impunham serviços e produtos</strong> aos consumidores. Assistimos ao início de uma fase em que isso é construído e debatido em conjunto com os próprios usuários desses serviços e produtos, aliás, algo que a turma do software livre já pratica há tempos.</p>
<p>No final das contas, <strong>não são releases e nem almoços de relacionamento que melhorarão a imagem da United</strong> diante das 5 milhões de pessoas que já assistiram ao primeiro vídeo de Carroll e das 40 mil que viram o segundo clipe desde o último domingo. Sem contar as <a href="http://www.zazzle.com/united_breaks_guitars_tshirt-235644166871767881">camisetas comercializadas pela Zazzle</a> com o refrão da música, as aparições do cantor na Oprah Winfrey, Fox, CNN e CBS e a repercussão mundial – <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1087957-7823-MUSICA+SOBRE+GUITARRA+QUEBRADA+E+FENOMENO+NO+YOU+TUBE,00.html">inclusive no Brasil</a> – do fato de que a &#8220;United Quebra Violões”.</p>
<p>(Andre de Abreu)</p>
<br />Publicado em Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: assessoria de imprensa, comunicação corporativa, PR, RP <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1787/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1787/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1787&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Dave Carroll</media:title>
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		<title>A comunicação de governo e o mundo digital: acordaram?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 16:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse post surge na sequência da palestra que fiz no Fórum de Mídias Sociais, em 14/07/2009, em Brasília. O evento foi organizado pela SECOM &#8211; Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Pelo título já podem inferir minhas impressões iniciais: ainda faltam muitos passos no percurso digital; ainda é preciso entender e se posicionar na &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/07/17/a-comunicacao-de-governo-e-o-mundo-digital-acordaram/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1782&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-1783" title="ForumMidiasSociais140709 (11)" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/forummidiassociais140709-11.jpg?w=300&#038;h=200" alt="ForumMidiasSociais140709 (11)" width="300" height="200" />Esse post surge na sequência da palestra que fiz no Fórum de Mídias Sociais, em 14/07/2009, em Brasília. O evento foi organizado pela <a href="http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/Subsecretaria/" target="_blank"><strong>SECOM</strong></a> &#8211; Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Pelo título já podem inferir minhas impressões iniciais: <strong>ainda faltam muitos passos no percurso digital; ainda é preciso entender e se posicionar na web 1.0 prá depois se encantarem com blogs, campanhas tipo Obama e similares; ainda bem que prestaram atenção no tema.</strong></p>
<p><strong>Tentando resumir toda a cena:</strong></p>
<p>Encontrei ali alguns <strong>poucos núcleos de percepção e uso contemporâneo da web e das redes sociais,</strong> a exemplo do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/" target="_blank"><strong>Ministério da Cultura</strong></a>, com uma interessante equipe envolvida e atualizada e com uma política de Cultura Digital definida e com um projeto de ação no mundo das redes; também o<a href="http://portal.saude.gov.br/saude/" target="_blank"><strong> Ministério da Saúde</strong></a>, utilizando a web na linha de prestação de serviços e esclarecimento à população, em formato muito oportuno; a própria SECOM buscando construir o novo Portal e lançando a versão beta do <strong>Blog do Planalto</strong>, com um sério esforço em compor uma equipe jovem e atualizada, mas com uma boa dose de limitações estruturais e, especialmente, culturais e políticas diante da perspectiva de diálogo em rede.</p>
<div id="attachment_1784" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1784" title="blog_do_plqanalto" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/blog_do_plqanalto.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Primeira visualização oficial do Blog do Planalto" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Primeira visualização oficial do Blog do Planalto</p></div>
<p>Encontrei ali, também, uma platéia lotada (precisou colocar telão no saguão do auditório), constituída de <strong>assessores de comunicação</strong> dos diferentes órgãos governamentais. Uma platéia que me passou a sensação de que eu &#8220;falava grego&#8221; mas, que esse grego era o que todos deveriam ter aprendido, mas <strong>perderam o bonde e, agora, a sociedade lhes cobra atualização</strong>.</p>
<p>Encontrei ali <strong>núcleos de resitência diante do novo</strong>. Normal em qualquer processo de inovação tecnológica paradigmático. Resistência um tanto agravada quando falamos de Governo, onde os profissionais estão mais preocupados em buscar a PortariaX que vai respaldar sua ação de comunicação tradicional e possibilitar, por exemplo, processar por falsidade ideológica o usuário que copia e cola material do site. (Por favor, não generalizem essa visão).</p>
<p><strong>E a comunicação de governo no mundo digital, como fica?</strong></p>
<p>Em meio à cena descrita essa foi a pergunta inevitável. Da mesma forma que o colega Emerson Luís, assessor de comunicação  da Dataprev e uma das poucas &#8220;luzes&#8221; ali presentes, descreve o evento em seu <a href="http://emerluis.wordpress.com/2009/07/14/tweets-palestra-sobre-midias-sociais-na-presidencia/" target="_blank"><strong>blog </strong></a>e relata como o tema mídias sociais deixou todos atônitos, eu fiquei pessoalmente atônita com <strong>a falta de uma real política de comunicação do governo para o mundo digital</strong>. <strong>Afinal, o que o governo e suas diversas entidades quer dizer para os 62 milhões de internautas brasileiros? Sob qual imagem e identidade de marca? Qual o branding e a reputação digital que sustentam a presença do &#8220;.gov.br&#8221; na rede? Qual o plano de comunicação digital, respectivas ferramentas, plataformas e narrativas?<br />
</strong></p>
<p>Fica um tanto difícil responder a essas indagações quando vi ali o próprio ministro da SECOM dizer alto e em bom som na abertura do evento o <strong>discurso que corre em uníssono por entre os jornalistas de velha cêpa</strong> (acho que todos combinaram entre si): o público quer, precisa e não conhece outra forma de ser informado a não ser pela fórmula de notícias 24&#215;7, preferencialmente apresentadas por um jornal impresso e, sempre editadas (já que o público precisa da edição para entender o mundo&#8230;). Em tempo: de forma alguma nego ou rejeito o bom e velho jornalismo (sou eterna leitora de meu Estadão impresso todas as manhãs). Ocorre que <strong>esse formato hoje não é único e nem hegemônico. Existem outras formas e fontes de informação (as digitais, as sociais) que entram na cesta de escolhas informativas de todos nós. É preciso saber conviver com a diversidade.</strong></p>
<p>Permanece a dificuldade em responder às tais indgações básicas quando vemos <strong>a proposta do Blog do Planalto</strong>. A visualização de conteúdo apresentada explicitou, de cara, material editado e com narrativa piramidal do meio impresso. E aquelas ferramentas mínimas de um blog? O uso de hiperlinks? Uma nuvem de tags? (até tinha, a nuvem de assuntos, mas escondida ao final da terceira tela de rolagem) Posts mais populares? Enfim, coisas básicas para um blog que já na concepção definiu a não aceitação de comentários (OK, questionável, mas aceitável diante da responsabilidade da empreitada). Ficou a percepção de que era preciso ter um blog como passaporte para o mundo contemporâneo da rede. Mas, <strong>qual a sua política editorial?</strong> Em tempo: é pública a escolha, por meio de edital da SECOM, de uma <a href="http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&amp;idnot=51036&amp;editoria=8" target="_blank">empresa</a> que é responsável pela execução do Portal do Governo e por sua comunicação digital. Estão trabalhando, aguardemos. Mais em tempo: é visível a seriedade da equipe da SECOM sobre o tema.</p>
<p><strong>Rumos e possibilidades</strong></p>
<p>Minha postura no mundo é de otimismo. Em qualquer situação.</p>
<p>Evidente que em termos de mundo das redes não é possível correr atrás do prejuízo. E, no caso da comunicação digital de governo no país o déficit é grande: há que se mudar a cultura em todos os níveis; há que se melhorar primeiro as ações 1.0, já que muitos websites, portais estão aquém do estado-da-arte; há que se evangelizar (e treinar explícitamente) pessoas, funcionários, assessores, colaboradores; <strong>há que se entrar no ritmo digital.</strong></p>
<p><strong>Não serão blogs soltos no ciberespaço que resolverão um processo muito mais amplo. </strong>O potencial comunicativo de governos na rede é imenso. No exterior existem<a href="http://www.ccegov.eu" target="_blank"> <strong>organismos </strong></a><strong>profissionais</strong> que estudam, analisam e aconselham ações de governos digitais. No Brasil também existem<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1961218/?franq=134562" target="_blank"> iniciativas</a>, ainda tímidas.</p>
<p>Se não é possível correr atrás do prejuízo o melhor é queimar etapas e tomar o bonde num ponto mais adiante.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<p>PS: para saber um pouco mais do que rolou no eveno vejam a <a href="http://search.twitter.com/search?q=prmidias" target="_blank"><strong>#prmidias</strong></a> no twitter.</p>
<br />Publicado em Blog, Eventos, Jornalismo, Mídia Tagged: Blog, comunicação, comunicação digital, governo, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1782/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1782/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1782&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Ainda sobre blogs &#8230;mas, para que servem mesmo?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 17:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na esteira do buzz sobre o Fatos e Dados, da Petrobrás tive acesso a um interessante conjunto de opiniões e posições das mais diversas fontes &#8211; jornalistas, pesquisadores, profissionais de mercado, curiosos, entre outros. Disso tudo ficou muito claro que o calor das discussões acaba por deixar de lado a essência do tema: o uso &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/07/11/ainda-sobre-blogs-mas-para-que-servem-mesmo/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1776&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1778 alignright" title="2006042700_the_blog_345" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/2006042700_the_blog_345.jpg?w=193&#038;h=300" alt="2006042700_the_blog_345" width="193" height="300" />Na esteira do <em>buzz</em> sobre o <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank">Fatos e Dados</a>, da Petrobrás tive acesso a um interessante conjunto de opiniões e posições das mais diversas fontes &#8211; jornalistas, pesquisadores, profissionais de mercado, curiosos, entre outros. Disso tudo ficou muito claro que o calor das discussões <strong>acaba por deixar de lado a essência do tema: o uso do blog como uma ferramenta de mídia social</strong>.</p>
<p>Pelo lado dos jornalistas e das empresas jornalísticas a discussão ficou centrada na relação fonte-veículo e também no <strong>uso do blog como mídia</strong>. Os profissionais de comunicação tinham por foco <strong>a quebra do paradigma da mediação e a possibilidade concreta de uso das ferramentas de mídia social para isso</strong>, mas com uma sucessão de dúvidas sobre como e para que. Pesquisadores e a academia mantiveram-se à distância, como usual. Usuários e blogueiros, no mínimo, fizeram a festa. Tais opiniões refletem a diversidade de compreensão dobre o que na realidade são e para que servem os blogs.</p>
<p>Claro que não vou aqui nesse Intermezzo discorrer sobre as origens do blog nos diários pessoais,  sobre a quantidade de autores que discutem cientificamente o  tema (sim, blogs há tempos são objeto de pesquisa!) ou sobre seu uso nos mais diferentes campos de atividade. Existem muitas fontes para isso na própria web, prá começar. Gostaria, de indicar <strong>dois pontos-chave que condicionam o uso (adequado ou não) do blog em nossa rotina comunicacional</strong>:</p>
<p style="padding-left:60px;">1. <strong>A confusão entre plataforma de publicação e ferramenta de mídia social</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Desde suas origens o blog  trouxe uma característica muito atraente para qualquer usuário da web: a possibilidade de publicar e estar presente na grande rede, gratuitamente e sem esforços técnicos de especialista. Com isso, plataformas como<a href="http://www.wordpress.com" target="_blank"><strong> WordPress</strong></a> e <a href="http://www.blogger.com" target="_blank"><strong>Blogge</strong></a>r possibilitaram a existência dos 133 milhões de blogs registrados, segundo o último relatório sobre a Blogsfera do <a href="http://technorati.com/blogging/state-of-the-blogosphere/" target="_blank"><strong>Techoratti</strong></a>. Com isso, surgem em ritmo de pãozinho quente os mais diversos tipos de propostas de conteúdo utilizando esse caminho rápido e fácil de publicação, confundindo o uso social da  ferramenta com uma forma de construir um website. O que temos, em muitos e muitos blogs, são o que chamo de <strong>blogsite</strong>s: <strong>uma página na web, que pouco explora as características oferecidas pela plataforma que configurariam o blog como uma mídia social</strong>.</p>
<p style="padding-left:30px;">Com isso, os posts acabam se transformando em longos textos com tom de press release ou de discurso individualista; comentários inexistem ou parecem construídos; resposta a comentários é algo fora de questão; <em>blogroll</em> entra na lista das incompreensões; nuvem de tags, como assim?;  <em>feed </em>RSS, <em>widgets</em> integradores com outras ferramentas e as APIs mais recentes estão fora de cogitação.</p>
<p style="padding-left:30px;">Ok! São muitas as exigências? Talvez, mas se todas essas funcionalidades não forem exploradas parece-me inadequado chamar a página de blog. Que se publiquem milhares de páginas, mas por favor, só vamos chamar de blog aquelas que  honrem o termo. Não tem problema chamar de website. a plataforma não condiciona a denominação.</p>
<p style="padding-left:60px;"><strong>2. A fetichização do blog</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Blogs sempre fizeram sucesso. Daí que criar e alimentar um blog &#8220;passou&#8221; a ser símbolo de atualidade e contemporaneidade, algo como uma passagem para o mundo 2.0. Seria isso mesmo? As aspas no &#8220;passou&#8221; são propositais.</p>
<p style="padding-left:30px;">Hoje assistimos a uma onda:  o blog do presidente da empresa X, o blog do governo Y, o blog do candidato Z, o blog do Sr. N&#8230;..e assim vamos engordando a blogsfera, como se blogs fossem a solução para a presença no mundo 2.0.</p>
<p style="padding-left:30px;">Bem, é preciso ir para além da ferramenta e do fetiche. É preciso olhar para a <strong>efetividade de um blog</strong>. Primeiro, porque <strong>blog que é blog dá trabalho, toma tempo e exige envolvimento real do autor</strong>: escrever posts, responder aos comentários, manter atualidade e periodicidade, disseminar pelas redes e listas, inserir hiperlinks oportunos, pensar nas formas de ampliação do tráfego, entre outras atividades. Segundo, porque efetividade tem tudo a ver com repercussão, replicação, discussão: características inerentes a um conteúdo de interesse para os usuários/leitores. E, terceiro, porque o <strong>blog é apenas uma parte de um processo estruturado, planejado e estratégico de atuação no mundo 2.0</strong>.</p>
<p>Na verdade, o blog utilizado  em sua plena capacidade, por assim dizer, deve ser <strong>considerado como objeto social</strong>: uma ambiênica digital que agrega idéias e opiniões compartilhadas, discutidas e ampliadas por um conjunto de pessoas com um interesse comum, utilizando para isso uma diversidade de ferramentas, funcionalidades e micro-sistemas que facilitam, dinamizame ampliam o processo como um todo. Apenas isso.</p>
<p><strong>E o seu blog, é blog?</strong> <img class="size-full wp-image-1779 alignleft" title="what-is-a-blog" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/07/what-is-a-blog.jpg?w=545" alt="what-is-a-blog"   /></p>
<p>(Beth Saad)</p>
<p style="padding-left:60px;">
<br />Publicado em Blog, Cibercultura, Design, Jornalismo, Tecnologia Tagged: Blog, blogs, estratégia, mídia social, redes sociais, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1776/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1776/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1776&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Blog da Petrobrás é apenas a ponta do iceberg</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o dia 2/06/2009 estamos acompanhando o impacto do lançamento e as repercussões do blog Fatos e Dados da Petrobrás. Um embate de gente grande, de um lado o poder da maior empresa brasileira que, além de tudo, é estatal; e de outro os grandes jornais do país, representando o poder da informação. No meio &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/06/10/blog-da-petrobras-e-apenas-a-ponta-do-iceberg/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1769&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 2/06/2009 estamos acompanhando o impacto do lançamento e as repercussões do blog <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Fatos e Dados</strong></a> da Petrobrás. Um <strong>embate de gente grande</strong>, de um lado o poder da maior empresa brasileira que, além de tudo, é estatal; e de outro os grandes jornais do país, representando o poder da informação. No meio disso tudo a questão forte: uma <strong>efetiva e perigosa quebra da relação fonte-veículo de informação</strong>. A Petrobrás, ao publicar no blog perguntas e respostas a ela enderaçadas pelos jornais <a href="www.estadao.com.br" target="_blank">O Estado de S. Paulo</a>, <a href="www.folhaonline.com.br" target="_blank">Folha de S. Paulo</a> e <a href="www.oglobo.com.br" target="_blank">O Globo </a>(um material tipicamente de apuração) coloca em questão a <strong>atividade mais básica do jornalismo que é a edição</strong>. Isso sem falar que tal atitude também põe no mesmo pacote o papel de mediação, a credibilidade, a ética, entre outros pontos fundantes.</p>
<p>Na origem, o blog foi criado, segundo texto da própria empresa para apresentar &#8220;<em>fatos e dados recentes da Petrobras e o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)</em>&#8220;. Tudo certo, em princípio, pois, num <strong>momento de dinamismo comunicacional a Petrobrás optou pelo formato blog, bastante adequado à situação</strong>. Esse Intermezzo não vai detalhar ainda mais o tema sob o ponto de vista dos preceitos jornalísticos. Muitas foram as avaliações e destacamos os posts dos professores <a href="http://monitorando.wordpress.com/2009/06/09/o-blog-da-petrobras-e-os-interesses-desacomodados/" target="_blank"><strong>Rogério Christofoletti</strong></a> e <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/colunistas/colunas/2009/06/09/imprensa433.shtml" target="_blank"><strong>Wilson Bueno</strong></a>, e do blog <a href="http://dicasdeumfucador.blogspot.com/" target="_blank">Dicas de um Fuçador. </a>Sem contar, claro, com a enormidade de posts que surgem no<a href="http://search.twitter.com/search?q=petrobras" target="_blank"><strong> Twitter</strong></a>. Em resumo, a Petrobrás apenas faz uso daquilo que está disponível gratuitamente da web para posicionar-se. Se ela usa adequadamente ou não é tema para outro post.</p>
<p>Gostaria de comentar, um pouco mais, sobre o fato de que, <strong>uma grande empresa estatal, ao entrar no mundo da web 2.0, se constituindo como um novo pólo de emissão na rede, ameaça os tradicionais emissores de nossa sociedade em seu papel constituído do Quarto Poder</strong>. O fato, em seu todo, inaugura uma nova etapa de reconstituição de forças do poder da informação, só possível nos ambientes de mídias sociais. A gritaria geral da imprensa tradicional (hiper justificável pela questão jornalística) também se dá pela <strong>incapacidade de nossos veículos se defrontarem com a prática da web 2.0 e sua multiplicidade de vozes</strong>.</p>
<p>Para essa discussão remeto ao texto do professor <a href="http://www.buzzmachine.com/2009/06/07/processjournalism/" target="_blank"><strong>Jeff Jarvis</strong></a> que analisa a <strong>convivência entre jornalismo e blogs</strong> em recente ação do <em>The New York Times</em>. Sua frase: &#8220;.<em>..here we see a clash over journalistic culture and methods &#8211; product journalism v. process journalism</em>&#8221; deixa claro que a questão é cultural e essencialmente de método.  Penso ir mais adiante <strong>vinculando cultura e métodos ao ambiente de mídias sociais em redes digitais.</strong></p>
<p>O primeiro ponto é saber se as empresas informativas sabem como <strong>agir em rede</strong>. Se sabem <strong>o que significa para sua marca, imagem e credibilidade informativa estar em paridade com múltiplos emissores, jornalísticos ou não, e especialmente dialogar com os elos fortes e fracos de múltiplas redes</strong>. A novidade para os grandes nomes da mídia tradicional, ao que parece, é buscar um novo papel para si nesse cenário: <strong>ser o influenciador favorito para os usuários/leitores. Como se destacar em intensidade, importância e referência, diante de um conjunto diversificado que compõe as redes sociais na web</strong>.</p>
<p>No caso específico do blog da Petrobrás como, apesar da força informativa que a empresa pretende impor, tornar-se o provedor de informação favorito para os interessados no tema. É possível?</p>
<p>O segundo ponto, bem mais sensível, é a<strong> mudança cultural e formativa do profissional. Aqui a palavra-chave é mudança. Irreversível</strong>. O que assistimos, hoje, no ambiente brasileiro é um <strong>descompasso no ritmo dessas mudanças</strong>. No presente momento vemos a academia, Ministério da Educação e as entidades representativas da indústria em discussão &#8220;lenta e gradual&#8221; das novas diretrizes curriculares para os cursos de jornalismo e da obrigatoriedade do diploma, pautados pelos preceitos da preservação da espécie; e de outro lado temos o ambiente em ebulição, que faz suas mudanças a toque de caixa, que exige posturas de ação-reação típicas do meio digital e que deixa prá trás quem está fora de compasso.</p>
<p>Nesse contexto, estariam os nossos profissionais preparados para a dinâmica contemporânea? Profissionais, empresas informativas e escolas querem efetivamente promover mudanças? Rápidas?</p>
<p>Por fim, enquanto as empresas informativas buscam entender o que é estratégia de diferenciação no mundo 2.0, e  a academia e as instituições hesitam em absorver uma nova cultura, <strong>corre em paralelo o embate entre o padrão de produção e consumo da informação no impresso e no online.</strong> Na era da informação 2.0, para Jeff Jarvis, o &#8220;mito da perfeição&#8221;  de processo jornalístico que todo profissional almeja entra em crise quando confrontado ao novo patamar de relacionamento e diálogo exigido por um ambiente de multiplicidade de vozes.</p>
<p>Na verdade, o blog da Petrobrás apenas desencadeou uma discussão que estava abrigada no nível subliminar de nosso Jornalismo. A ponta de um enorme iceberg de rota desconhecida.</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Blog, Jornalismo, Mídia, Tecnologia Tagged: cultura, Jornalismo, mudança, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1769/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1769/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1769&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: modelos de conteúdo/negócio alternativos viabilizam o JOL. Parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 18:56:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem, se a saída à crise ou à transformação de todo o business informativo está nos modelos alternativos, vejam alguns apresentados no ISOJ. O primeiro deles é o informativo canadense NowPublic, baseado na lógica do crowdsourcing. O site publica informações de fontes alternativas &#8211; blogs, Twitter, Flickr, YouTube, oferecendo ferramentas e recursos editoriais para que &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/05/02/10o-isojutexas-austin-modelos-de-conteudonegocio-alternativos-viabilizam-o-jol-parte-ii/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1758&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, se a saída à crise ou à transformação de todo o <em>business</em> informativo está nos modelos alternativos, vejam alguns apresentados no ISOJ.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1759" title="nowpublic" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/nowpublic.jpg?w=300&#038;h=209" alt="nowpublic" width="300" height="209" />O primeiro deles é o informativo canadense <a href="http://www.nowpublic.com/" target="_blank"><strong>NowPublic</strong></a>, baseado na lógica do <strong>crowdsourcing</strong>. O site publica informações de fontes alternativas &#8211; blogs, Twitter, Flickr, YouTube, oferecendo ferramentas e recursos editoriais para que tais informações sejam disponibilizadas de forma adequada aos preceitos e valores do jornalismo.</p>
<p>O <a href="http://www.wired.com/wired/archive/14.06/crowds.html" target="_blank"><strong>crowdsourcing</strong></a> pode ser definido como um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. O <em>crowdsourcing</em> comporta a noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exatas do que peritos individuais.</p>
<p>O modelo do NowPublic foi criado por <a href="http://blog.nowpublic.com/category/management/" target="_blank"><strong>três empreendedores/investidores</strong></a> que já operavam no mercado de tecnologia da informação e que perceberam o potencial do sistema &#8211; as informações são enviadas ao site e este também coleta conteúdo de fontes alternativas, fazendo com que o criador do conteúdo seja valorizado pelo trabalho realizado pela enxuta redação. Com isso, tem-se uma <strong>operação de baixo custo</strong> e, ao mesmo tempo, totalmente voltada à participaçõa dos usuários.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1760" title="politicocom" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/politicocom.jpg?w=300&#038;h=187" alt="politicocom" width="300" height="187" />Um segundo modelo enfatiza o chamado<strong> jornalismo de nicho</strong>. O site <a href="http://www.politico.com/" target="_blank"><strong>Politico.com</strong></a> caracteriza-se como uma operação jornalística na web, com um complemento em versão impressa, voltada exclusivamente à cobertura de Washington, a Casa Branca, o Congresso e todas as informações paralelas que circulam no centro do poder.</p>
<p>O diferencial nesse caso é o estilo da cobertura, que resulta num conteúdo atraente par ao usuário. A idéia é buscar fontes alternativas de informação (não aos porta-vozes!), fazer os repórteres frequentarem locais  e eventos não-políticos, dar espaço aos lobistas, entre outras formas de geração atraente.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1761" title="propublica" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/propublica.jpg?w=300&#038;h=187" alt="propublica" width="300" height="187" />Um terceiro modelo está voltado para uma <strong>operação sustentada por uma Fundação privada</strong>, a Sandler Foundation, de um casal norte-americano <strong>mecenas</strong>, que acredita na necessidade de uma sociedade mais justa, democrática e informada. Com isso surgiu o <a href="http://www.propublica.org/" target="_blank"><strong>ProPublica.org</strong></a>, uma redação sem fins lucrativos, que se propõe a uma cobertura investigativa independente, focada em assuntos de &#8220;força moral&#8221;, segundo definição de seus editores.</p>
<p>A idéia do site foi proposta pelo ex- jornalista do <em>The Wall Street Journal</em>, <a href="http://www.propublica.org/about/leadership" target="_blank"><strong>Paul Steiger</strong></a> que recebu apoio para tornar o jornalismo investigativo protagonista, uma vez que o mesmo tem sido pouco considerado pela mídia tradicional. A <a href="http://www.propublica.org/about" target="_blank">proposta de um modelo de mecenato </a>baseia-se na idéia de que há necessidade de construir uma marca sólida, vinculada à independência de investigação, para posteriormente bbuscar um modelo comercial par ao site.</p>
<p>Além desse três modelos, foram discutidos no Simpósio o conhecido <a href="http://www.huffingtonpost.com/p/huffington-post.html" target="_blank"><strong>The Huffington Post</strong></a>, o <a href="http://www.sdnn.com/" target="_blank"><strong>San Diego News Network</strong></a>, o <a href="http://www.indenvertimes.com" target="_blank"><strong>inDenver Times</strong></a>, o <a href="http://spot.us/" target="_blank"><strong>Spot.us</strong></a> e o <a href="http://thebatavian.com/" target="_blank"><strong>The Batavian</strong></a>, todos baseados em algum modelo que correlaciona UGC, participação e baixo custo operacional.</p>
<p>Fica a pergunta que não que calar: como estamos no Brasil? temos modelos alternativos?</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Blog, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: ciberjornalismo, jornalismo online, modelos de negócio alternativos <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1758/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1758/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1758&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: modelos de conteúdo/negócio alternativos viabilizam o JOL. Parte I</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 18:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os especialistas e editores reunidos no ISOJ foram quase unânimes em apontar os modelos de conteúdo/negócios diferenciados como a viabilização do business digital e, principalmente, como a saída para a indústria jornalística ainda atrelada ao modelo impresso. Palavras como mecenato, empreendedorismo, jornalismo de nicho, conteúdos agregadores e crowdsourcing passam a fazer parte do cotidiano do &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/05/02/10o-isojutexas-austin-modelos-de-conteudonegocio-alternativos-viabilizam-o-jol-parte-i/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1744&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1745" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-1745" title="outing_jump" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/outing_jump.jpg?w=240&#038;h=189" alt="Newspapers, why are you doing this? Don't jump!" width="240" height="189" /><p class="wp-caption-text">Newspapers, why are you doing this? Don&#39;t jump!</p></div>
<p>Os especialistas e editores reunidos no ISOJ foram quase unânimes em apontar os <strong>modelos de conteúdo/negócios diferenciados </strong>como a viabilização do business digital e, principalmente, como a <strong>saída para a indústria jornalística </strong>ainda atrelada ao modelo impresso. Palavras como <strong>mecenato, empreendedorismo, jornalismo de nicho, conteúdos agregadores e crowdsourcing passam a fazer parte do cotidiano do mercado do JOL</strong>.</p>
<p>O painel comandado pelo consultor <a href="http://www.steveouting.com" target="_blank"><strong>Steve Outing</strong></a>, que mostrou a foto ao lado para abrir as discussões, iniciou com a seguinte afirmação: <strong>o modelo da velha mídia está ultrapassado, e os jornais podem escolher a queda livre no abismo ou partir para modelos &#8220;sucessores&#8221; e experimentar um outro patamar de negócio, conteúdo e relação com o público</strong>.</p>
<p>Outing listou as seguintes <strong>características do novo ambiente</strong> dos modelos &#8220;sucessores&#8221;: organizações centradas no digital; conteúdo online gratuito disponibilizado em toda e qualquer plataforma; desenvolvimento de conteúdos pagos para plataformas móvis (iPhone, Kindle, etc. ), conteúdo <em>web premium</em> segmentado, exclusivo e pago; departamento comercial em formato de agência de publicidade; serviços de marketing social oferecidos para a base de usuários cadastrados; parcerias de conteúdo e comerciais com outras mídias; renovação dos executivos da empresa jornalística; e busca de modelos alternativos ao <a href="http://www.webperformancematters.com/journal/2006/2/28/managing-rias-1-introduction.html" target="_blank">RIA (Rich Internet Applications</a>).</p>
<p>Considerando que as propostas apresentadas são bastante transformadoras e impactantes para uma indústria acostumada a monoplataformas e receitas publicitárias e de classificados baseadas em circulação, destacamos a fala final de Outing, que vai mais além e propõe às empresas informativas &#8220;<strong>sair prá fora da caixa</strong>&#8220;, ou seja, olhar o ambiente e seus novos <em>players</em> como um campo de conviência e colaboração.</p>
<p>Outing convida as empressa informativas a pensarem em sistemas como, o <strong>GoogleNews</strong>, o <a href="http://www.reinventingclassifieds.com/rise-up-a-classifieds-manifesto/" target="_blank"><strong>sistema de classificados</strong></a> proposto pela <strong>NAA</strong> (National Association of Advertisers, dos Estados Unidos), e o <a href="http://www.kachingle.com/" target="_blank"><strong>Kachingle</strong></a>, sistema agragaador de blogs:</p>
<div id="attachment_1746" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-1746" title="googlenews" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/googlenews.jpg?w=150&#038;h=62" alt="O robô de notícias que não exige mais explicações..." width="150" height="62" /><p class="wp-caption-text">O robô de notícias que não exige mais explicações...</p></div>
<div id="attachment_1747" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://corporate-blog.kachingle.com/"><img class="size-thumbnail wp-image-1747" title="kachingle" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/kachingle.jpg?w=150&#038;h=39" alt="Um sistema agragador de blogs - pago, que trabalha com um modelo de micropagamentos definidos conforme o valor da informação atribuído pelos  usuários" width="150" height="39" /></a><p class="wp-caption-text">Um sistema agragador de blogs - pago, que trabalha com um modelo de micropagamentos definidos conforme o valor da informação atribuído pelos  usuários</p></div>
<div id="attachment_1749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.reinventingclassifieds.com/rise-up-a-classifieds-manifesto/"><img class="size-thumbnail wp-image-1749" title="naa2" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/naa2.jpg?w=150&#038;h=97" alt="A proposta da NAA para um novo posicionamento dos classificados nos jornais" width="150" height="97" /></a><p class="wp-caption-text">A proposta da NAA para um novo posicionamento dos classificados nos jornais&quot;</p></div>
<p>Diante das sugestões de Steve Outing, as empresas informativas têm um enorme campo de novos modelamentos para seus negócios. É pegar ou largar!</p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Blog, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: crowdsourcing, estratégia, jornalismo de nicho, modelos de negócio <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1744/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1744/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1744&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>10o. ISOJ/UTexas &#8211; Austin: mídia digital em transformação, outra vez!</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 15:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O International Symposium on Online Journalism &#8211; ISOJ ocorreu nos dias 17 e 18 de abril, reunindo jornalistas, publishers e pesquisadores para discurtir o status da mídia digital e do jornalismo online nos Estados Unidos, Europa e América Latina. O Brasil foi representado por esta blogueira, Beth Saad, e pela Márion Strecker, Diretora de Conteúdo &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/04/26/10o-isojutexas-austin-midia-digital-em-transformacao-outra-vez/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1734&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1735" title="ojs20092in" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/ojs20092in.jpg?w=545" alt="ojs20092in"   /></p>
<p>O <strong><a href="http://online.journalism.utexas.edu/index.php" target="_blank">International Symposium on Online Journalism</a> &#8211; ISOJ</strong> ocorreu nos dias 17 e 18 de abril, reunindo jornalistas, publishers e pesquisadores para discurtir o status da mídia digital e do jornalismo online nos Estados Unidos, Europa e América Latina. O Brasil foi representado por esta blogueira, <strong><a href="http://twitter.com/bethsaad" target="_blank">Beth Saad</a></strong>, e pela <a href="http://twitter.com/marionstrecker" target="_blank"><strong>Márion Strecker</strong></a>, Diretora de Conteúdo do <a href="http://www.uol.com.br" target="_blank"><strong>UOL</strong></a>.</p>
<p>O evento, como sempre, bastante concorrido, teve como um dos temas mais polêmicos a<strong> crise </strong>que vem abalando especialmente o <strong>mercado informativo norte-americano</strong>. A grande maioria das opiniões concordou que a crise está nos modelos de negócio das empresas de mídia e não no jornalismo em si. Este, pelo contrário, está &#8220;<em>forte, em seu melhor momento e cada vez mais criativo por conta da diversidade de ferramentas e aplicativos disponíveis para seu exercício</em>&#8220;, segundo o consultor e professor mexicano <a href="http://gabosama.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Gabriel Sama</strong></a>. Na mesma linha de raciocínio, e adjetivando mais uma etapa de mudanças nos modelos de negócio, o criador e organizdor do ISOJ, <a href="http://twitter.com/Rosental" target="_blank"><strong>Rosental Calmon Alves</strong></a> afirmou em seu discurso de abertura que a indústria jornalística está passando por um processo de mídiamorfose (conceito criado por <a href="http://rji.missouri.edu/staff-and-advisers/roger-fidler.php" target="_blank"><strong>Roger Fidler</strong></a>, autor de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=33220&amp;sid=10216720111425585691565553&amp;k5=13D361DC&amp;uid=" target="_blank">livro</a> com o mesmo nome) e não por um midiacídio, tema que<a href="http://revcom.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465" target="_blank"> Rosental vem desenvolvendo desde 200</a>5. Ele reforça a questão sugerindo que atualmente <strong>as empresas informativas estão vivenciando uma evolução em seus negócios e não uma revolução, passando por uma total desconstrução do atual sistema de mídia</strong>.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1738" title="caminhos-cruzados1" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/04/caminhos-cruzados1.jpg?w=300&#038;h=300" alt="caminhos-cruzados1" width="300" height="300" />Para quem acompanha as transformações da indústria da mídia, seus negócios, estratégias e cultura, foi possível constatar nos dias do simpósio que <strong>mais uma vez surge uma</strong> <strong>encruzilhada</strong>, um momento de decisão, onde as empresas repensam a essência de seus negócios, o perfil de seus profissionais e, principalmente, o formato de seu conteúdos.</p>
<p>Temas como <strong>mensuração, UGC </strong>(conteúdo gerado pelo usuário), ferramentas de apoio ao conteúdo e narrativa &#8211; twitter em destaque, e avolta do <em><strong>backpack journalist</strong></em> foram intensamente discutidos.</p>
<p>O <a href="http://online.journalism.utexas.edu/papers.php?year=2009" target="_blank"><strong>download dos papers</strong></a> e dos <a href="http://online.journalism.utexas.edu/slides.php?year=2009" target="_blank"><strong>power points</strong></a> apresentados no ISOJ está disponível na página do Simpósio.</p>
<p>Iremos, em novos posts nesse Intermezzo fazer uma análise dos temas que mais impactaram e que têm uma maios vinculação com nosso ambiente informativo brasileiro.</p>
<br />Publicado em Estudos acadêmicos, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado, Tecnologia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1734/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1734/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1734&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aplicativos de Firefox para jornalistas</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/03/31/melhores-add-ons-de-firefox-para-jornalistas-pesquisadores-estudantes/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2009/03/31/melhores-add-ons-de-firefox-para-jornalistas-pesquisadores-estudantes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Compartilho com os colegas o meu &#8220;top 5&#8221; de add-ons de Firefox. São complementos criados para o navegador que certamente podem facilitar e muito a vida de jornalistas e também pesquisadores e estudantes de jornalismo. Vamos lá: 1) Gnosis Este é nota 10. Tenho apresentado o ClearForestGnosis nas minhas palestras sobre &#8220;Jornalismo 3.0&#8243;. Porque realmente &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/03/31/melhores-add-ons-de-firefox-para-jornalistas-pesquisadores-estudantes/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1688&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Compartilho com os colegas o meu &#8220;<strong>top 5</strong>&#8221; de <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/" target="_blank">add-ons</a> de Firefox. São complementos criados para o navegador que certamente podem facilitar e muito a vida de jornalistas e também pesquisadores e estudantes de jornalismo. Vamos lá:</p>
<p><strong>1) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3999" target="_blank">Gnosis</a></strong><br />
Este é nota 10. Tenho apresentado o ClearForestGnosis nas minhas palestras sobre &#8220;Jornalismo 3.0&#8243;. Porque realmente é o tipo do aplicativo que antecipa de uma forma já concreta o poder que terá a web semântica. Ele faz uma varredura na página, identificando e inserindo automaticamente links em palavras de pessoas, cidades, empresas, organizações e não só. Útil sobretudo para APURAÇÃO de informações na web.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/11976/943948800" alt="" width="213" height="160" /></p>
<p><strong>2)  <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/5648" target="_blank">Fireshot</a></strong><br />
Aplicativo que captura telas e deixa fazer anotações.  Útil para REGISTRAR (documentar) páginas web, capturá-las e inseri-las em apresentações.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/25489/1220429515" alt="" width="233" height="160" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>3) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3209" target="_blank">GTD Inbox</a></strong><br />
Transforma os emails  do GMAIL em tarefas. O aplicativo gera a lista de afazeres automaticamente a partir das próprias mensagens.  Bom para ORGANIZAR, por exemplo, entrevistas que estejam sendo realizadas por correio eletrônico. Segue a filosofia de produtividade do &#8220;Getting Things Done&#8221; criada por David Allen.<strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/12935/1174656804" alt="" width="165" height="74" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>4) <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3615" target="_blank"><span class="status-body"><span class="entry-content">delicious bookmarks</span></span></a></strong><br />
Clássico<strong>. </strong>Ótimo para ir guardando aquele monte de links de reportagens, artigos e outros materiais interessantes que ajudam o nosso trabalho cotidiano. O aplicativo integra os bookmarks e as tags do delicious com o Firefox e os mantém facilmente acessíveis.<strong><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/24422/1218135075" alt="" width="156" height="117" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>5) <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/4999" target="_blank">Interclue</a></strong><br />
Quer saber o que há por trás dos links?  O Interclue mostra o caminho sem que você precise clicar no link. Fantásico para inibir o &#8220;efeito de pandora&#8221; dos cliques. Economiza o nosso tempo.</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/17896/1222995276" alt="" width="166" height="167" /></p>
<p><strong><br />
Outras dicas valiosas que chegaram via Twitter:</strong></p>
<p><strong>Dica do Dauro:</strong><span class="status-body"><strong><a title="dauroveras" href="http://twitter.com/dauroveras"><br />
dauroveras</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> boa ideia! duas s</span></span><span class="status-body"><span class="entry-content">ugestões pra sua lista: delicious bookmarks e hyperwords.</span></span></p>
<p><strong>Dica do Murilo:</strong><span class="status-body"><strong><a title="Murilo" href="http://twitter.com/murilopinto"><br />
murilopinto</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> <a rel="nofollow" href="http://tr.im/ekiw" target="_blank">http://tr.im/ekiw</a> Apesar que discordo de algumas.</span></span></p>
<p><strong>Dica da Renata:</strong><span class="status-body"><strong><a title="00 Renata Chebel" href="http://twitter.com/sp00"><br />
sp00</a></strong> <span class="entry-content">@<a href="http://twitter.com/danibertocchi">danibertocchi</a> Piclens:é um visualizador de imagens, funciona em sites como google images e flickr,bom p/ quem pesquisa imagens.</span> <span class="meta entry-meta"><a class="entry-date" rel="bookmark" href="http://twitter.com/sp00/status/1176765292"></a></span></span></p>
<p><span class="status-body"><span class="meta entry-meta"><br />
Outras sugestões são bem-vindas.<br />
(Daniela Bertocchi)<br />
</span></span></p>
<br />Publicado em Jornalismo Tagged: aplicativos, estudantes, firefox, jornalistas <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1688/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1688/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1688&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">intermezzoweblog</media:title>
		</media:content>

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		<media:content url="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/images/t/17896/1222995276" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>O mito do texto curto</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/02/17/o-mito-do-texto-curto/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2009/02/17/o-mito-do-texto-curto/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 04:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ensino jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já passamos da primeira década de internet disseminada e ainda ouço de alunos e colegas a máxima: &#8220;Na internet, o texto tem que ser curto, não é?&#8221;. Não, não é. Definindo Desde os primórdios, o hiperlink permite, entre outras coisas, a fragmentação de qualquer conteúdo em pedaços, ou chunks, em inglês. Com isso, deixamos a &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/02/17/o-mito-do-texto-curto/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1696&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1698" title="Fita métrica" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/fita_metrica.jpg?w=545" alt="Fita métrica"   />Já passamos da primeira década de internet disseminada e ainda ouço de alunos e colegas a máxima: &#8220;Na internet, o texto tem que ser curto, não é?&#8221;. Não, não é.</p>
<p><strong>Definindo</strong></p>
<p>Desde os primórdios, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hyperlink">hiperlink</a> permite, entre outras coisas, a <strong>fragmentação </strong>de qualquer conteúdo em pedaços, ou <em>chunks</em>, em inglês. Com isso, deixamos a cargo do usuário decidir o quanto ele irá se aprofundar em determinado assunto.</p>
<p>Essa é uma das principais vantagens do texto digital em relação ao analógico. No segundo, como há limitações de tempo e espaço, o jornalista diariamente imagina quem é o seu leitor e faz uma <strong>auto-seleção</strong> de quais termos merecem um desenvolvimento ou não. Por exemplo, um jornalista do <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mais/">Mais!</a> – caderno do jornal <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/conheca/">Folha de S.Paulo</a> sobre cultura – certamente se sente à vontade ao discorrer sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Schopenhauer">Schopenhauer</a>, pois imagina que a média dos seus leitores conhecerá o filósofo. Por outro lado, o repórter do jornal <a href="http://extra.globo.com/">Extra</a>, periódico popular do Rio de Janeiro, seria obrigado a fazer uso de um longo aposto para contextualizar o seu público-alvo sobre quem é o autor e o que ele fez de importante.</p>
<p><strong>Pequenos preconceitos e grandes limitações</strong></p>
<p>O jornalismo tradicional é formado por esses pequenos e praticamente <strong>inconscientes preconceitos</strong>. Na prática, nem todos os leitores do caderno Mais! são eruditos e nada garante que os do Extra não o são. Entretanto, pelas limitações do suporte, o jornalista é obrigado a desenhar em sua imaginação o público-alvo e moldar seu texto a ele.</p>
<p>Além disso, os suportes tradicionais são <strong>limitados por suas características</strong>. Eles não atendem plenamente nem o especialista e nem aquele que desconhece o assunto. Continuando com o exemplo do Schopenhauer, o jornalista pode fazer uso de recursos como o aposto ou o box para tornar o texto mais acessível. Correto? Errado. Na verdade, essas saídas soarão enfadonhas para o especialista e ineficaz para o leigo, já que elas não oferecem grandes aprofundamentos.</p>
<p>O hiperlink – assim como o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypertext">hipertexto</a> e a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypermedia">hipermídia</a> – chega para dar um <strong>salto qualitativo</strong> em termos de redação. Pela primeira vez, podemos fazer um texto curto do qual se ramificam conexões que levarão a um aprofundamento. Dessa forma, um especialista pode se contentar com um nível mais superficial da informação enquanto o leigo, de acordo com o interesse, tem à disposição diversas conexões que o levam a conteúdos realmente detalhados.</p>
<p>Já pensou <strong>o que seria da internet</strong> como fonte de pesquisa se todos levassem a sério o mito do texto curto? Mudar a maneira como se aprendeu a escrever é difícil. Como começar a escrever de forma não-linear e em camadas depois de toda uma vida alfabetizado na linearidade. Tanto não é fácil que praticamente nenhum veículo faz uso do hipertexto de forma avançada. A maioria ainda escreve para a web como se escrevesse para um jornal e produz conteúdo em vídeo como se estivesse produzindo para a televisão. Em seus livros, <a href="http://www.lcc.gatech.edu/~murray/hoh/hoh.html">MURRAY</a> e <a href="http://e-periodistas.blogspot.com/2005/03/nuevo-libro-sobre-redaccin-para_17.html">SALAVERRÍA</a> já debateram intensamente o fenômeno da <strong>subutilização dos recursos do meio digital</strong>. Por esse motivo, o texto não precisa ser, necessariamente, curto. O ideal é darmos condições aos usuários, por meio dos hiperlinks, para decidirem o quão curta ou extensa será a leitura de acordo com os interesses e repertórios de cada um.</p>
<p>Mas, afinal, de onde surgiu esse mito?</p>
<p><strong>&#8220;A culpa é do Nielsen&#8221;</strong></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1700" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/nielsen1.jpg?w=545" alt=""   />Em 1997, o especialista em usabilidade <a href="http://www.useit.com/jakob/">Jakob Nielsen</a> (foto) publicou o artigo &#8220;<a title="Leia o artigo de Nielsen na integra" href="http://www.useit.com/alertbox/9710a.html">How Users Read on the Web</a>&#8220;. Nesse estudo, ele demonstra o quanto o texto curto, com destaques visuais e à base de marcadores <strong>tornam a leitura na internet mais eficaz</strong>.</p>
<p>Ele está certo. Um texto nesse formato tem <strong>mais chances de ser lido </strong>do que parágrafos e mais parágrafos dissertativos. Entretanto, não podemos nos esquecer de três pontos antes de repercutir o texto de Nilsen:</p>
<ul>
<li>A análise feita por ele mediu <strong>aspectos fisiológicos do comportamento</strong>. Do ponto de vista do conforto, um texto de acordo com as características propostas realmente funciona melhor. Entretanto, o <strong>fator interesse</strong> não foi levado em conta. É esse fator que faz os leitores do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/historia.asp">Observatório da Imprensa</a> escreverem para o site reclamando que alguns artigos ficaram curtos demais.</li>
<li>A pesquisa foi feita em universo bastante restrito e Nielsen deixa isso bem claro. Quem lê os prefácios dos livros dele percebe a preocupação em deixar claro que estamos falando de recomendações que <strong>devem ser analisadas e adaptadas</strong> dentro de um contexto particular, e não dogmas universais.</li>
<li>Há 12 anos, predominavam os monitores <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cathode_ray_tube">CRT</a> que, notavelmente, tornavam a leitura diante da tela bem mais cansativa em relação aos atuais de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LCD">LCD</a>.</li>
</ul>
<p>Entretanto, a <strong>leitura superficial</strong> desse artigo foi parar nos livros, que foi parar nas mãos dos professores que, até hoje, cuidam da perpetuação do mito do texto curto entre os jovens jornalistas. Aqueles mesmos que, após quatro anos, estarão nas redações digitais, se tornarão editores e passarão essa máxima equivocada adiante <strong>fomentando um ciclo</strong> que atrasa, e bastante, o desenvolvimento de uma narrativa jornalística que <strong>usufrua plenamente</strong> os recursos do ambiente digital.</p>
<p><strong>(Andre de Abreu)</strong></p>
<br />Publicado em Estudos acadêmicos, Jornalismo Tagged: ensino jornalismo <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1696/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1696&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Andre de Abreu</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Fita métrica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/nielsen1.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>O embate sem fim no jornalismo: online e impresso são incompatíveis?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/02/04/o-embate-sem-fim-no-jornalismo-online-e-impresso-sao-incompativeis/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 13:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[mudança de paradigmas]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhando o excelente blog 233Grados, do colega espanhol Mário Tascón, tenho sempre a impressão de que é difícil e indigesta a aceitação e convivência com as irreversíveis mudanças no processo jornalístico e nos profissionais da área diante do acelerado mundo digital. Mesmo com a evidência dos fatos ainda vemos resistentes entrincheirados, insistindo em encontrar na &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/02/04/o-embate-sem-fim-no-jornalismo-online-e-impresso-sao-incompativeis/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1682&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1683" title="o-fim-do-mundo-capa" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/02/o-fim-do-mundo-capa.jpg?w=300&#038;h=225" alt="o-fim-do-mundo-capa" width="300" height="225" /></p>
<p>Acompanhando o excelente blog <a href="http://www.233grados.com" target="_blank"><strong>233Grados</strong></a>, do colega espanhol Mário Tascón, tenho sempre a impressão de que<strong> é difícil e indigesta a aceitação e convivência com as irreversíveis mudanças no processo jornalístico e nos profissionais da área diante do acelerado mundo digital</strong>. Mesmo com a evidência dos fatos ainda vemos resistentes entrincheirados, insistindo em encontrar na voz de autoridades da área justificativas para suas posições.</p>
<p>Nessa linha é muito interessante <a href="http://www.233grados.com/blog/2009/02/entrevistas-juan-cruz.html" target="_blank"><strong>o post do 233Grados</strong></a> que monitora a troca de idéias entre dois jornalistas do <a href="www.elpais.es" target="_blank"><em>El Pais </em></a>sobre o tema. De um lado, estão ali apresentadas entrevistas realizadas pelo jornalista <strong>Juan Cruz &#8211; um resistente assumido</strong> &#8211; com diversos nomes de peso no mundo jornalístico da Europa e dos Estados Unidos. Incrível, pois, o feitiço virou contra o feiticeiro, já que <strong>a grande maioria dos entrevistados, em oposição às colocações de Cruz assume o mundo digital como irreversível e já concretizado, sem que isso comprometa um jornalismo de qualidade. </strong></p>
<p>Para acirrar o embate, na outra ponta está o jornalista <strong>Enric González &#8211; um digitalizado</strong> &#8211; que assina matéria no mesmo jornal entitulada <a href="http://www.elpais.com/articulo/Pantallas/Funerales/elpepirtv/20090202elpepirtv_3/Tes" target="_blank"><strong>Funerales</strong></a> onde <strong>defende a qualidade de conteúdo como base fundadora para o sucesso de qualquer operação informativa, em qualquer plataforma</strong>.</p>
<p>Reproduzo a seguir o trecho mais interessante (em Espanhol):</p>
<blockquote><p><em>La industria periodística, que numerosos expertos dan por desahuciada y que, por la costumbre, solemos confundir con el oficio, es un asunto de propietarios, capataces y empleados. Si la despojamos del velo de romanticismo, queda eso: una jerarquía vertical, unos intereses comerciales y políticos, unos empleados que sirven a cambio de un sueldo.</em></p>
<p><em>La parte industrial, la que dicen que agoniza, no es especialmente bonita de ver. Toda la gracia está en el oficio, en las personas que lo practican y en el público al que sirven. Quizá desaparezcan las mesas, la cafetería, las complicidades oficinescas, la seguridad de una nómina, la enfermedad retribuida, el relativo cobijo de una cabecera; es de suponer que, en contrapartida, el periodista quedará liberado de los compromisos de sus amos. Se atisba una época en la que el periodista será él mismo, expuesto a la intemperie, a solas con sus propios compromisos y sus propios errores</em>.</p></blockquote>
<p>São ilustrações que reforçam o temos insistido nesse Intermezzo: <strong>discutir informação em ambientes digitais requer mudança cultural da empresa, seus <em>publishers</em> e colaboradores; novas habilidades profissionais; reforma urgenta nas estruturas de ensino,treinamento e desenvolvimento de pessoas,<em> y otras cositas más&#8230;.</em></strong></p>
<p><strong><em>(Beth Saad)<br />
</em></strong></p>
<blockquote></blockquote>
<br />Publicado em Jornalismo, Mídia, Mercado, Tecnologia Tagged: conteúdo, mudança de paradigmas, qualidade <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1682/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1682/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1682&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Beth Saad</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">o-fim-do-mundo-capa</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Confira a lista dos principais eventos de comunicação para 2009</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 17:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://imezzo.wordpress.com/?p=1617</guid>
		<description><![CDATA[Comecei a compilar dados sobre os principais eventos de comunicação agendados para 2009. São congressos, encontros, seminários e cursos relacionados ao mundo da comunicação, tecnologia, internet e jornalismo. Consegui muitas dicas interessantes acompanhando o amigo português Paulo Nuno Vicente no Twitter. Outras sugestões de eventos no Brasil e exterior são muito bem-vindas! Podem deixar na área de comentários ou enviar &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1617&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#0000ee;text-decoration:underline;"><a rel="attachment wp-att-1626" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/foto-do-flickr/"></a><a rel="attachment wp-att-1648" href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/22/eventos-para-2009-mercado-e-academia-brasil-e-exterior/foto-do-flickr-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1648" title="foto-do-flickr-2" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/01/foto-do-flickr-2.jpg?w=545" alt="foto-do-flickr-2"   /></a><br />
</span></p>
<p>Comecei a compilar dados sobre os <a href="http://imezzo.wordpress.com/eventos2009/" target="_self">principais eventos de comunicação agendados para 2009</a>. São congressos, encontros, seminários e cursos relacionados ao mundo da comunicação, tecnologia, internet e jornalismo. <span style="line-height:7px;">Consegui muitas dicas interessantes acompanhando o amigo português <a href="http://twitter.com/pnvicente" target="_blank">Paulo Nuno Vicente</a> no Twitter. Outras s<span style="line-height:4px;">ugestões de eventos no Brasil e exterior são muito bem-vindas! <span style="line-height:3px;">Podem deixar na área de comentários ou enviar por email: <strong>daniela@bertocchi.info<br />
</strong></span></span></span></p>
<p><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;">&gt; <a href="http://imezzo.wordpress.com/eventos2009/">Lista de eventos 2009 </a></span></span></span></p>
<p><em>P.S. A foto acima está no meu </em><a href="http://www.flickr.com/photos/danielabertocchi/" target="_blank"><em>Flickr</em></a><em>: foi capturada em 2004, no Congresso de Jornalismo Digital em Santiago de Compostela, Espanha. </em><br />
<span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;"><strong></strong></span></span></span></p>
<p><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:4px;"><span style="line-height:3px;"><strong><span style="font-weight:normal;">(Daniela Bertocchi)<br />
</span><br />
</strong></span></span></span></p>
<br />Publicado em Eventos, Jornalismo  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1617/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1617/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1617&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A posse de Obama e a experiência de compartilhamento nas redes sociais: o caso CNN.com Live + Facebook</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/21/a-posse-de-obama-e-a-experiencia-de-compartilhamento-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>

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		<description><![CDATA[A cobertura integrada CNN/Facebook do evento Obama Inauguration colocou em pauta o exercício do compartilhamento em tempo real mais puro &#8211; sem fronteiras; múltiplos fusos horários, etnias e culturas; e muita diversidade de opiniões, de pessoas próximas e de estranhos &#8211; tudo disponível na mesma interface, acompanhando o streamming audiovisual que bateu recordes de audiência. &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/21/a-posse-de-obama-e-a-experiencia-de-compartilhamento-nas-redes-sociais/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1604&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1606" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><img class="size-full wp-image-1606" title="dosateliteb" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2009/01/dosateliteb.jpg?w=545" alt="Imagem de Satélite - National Mall, Washington na hora da posse de Obama"   /><p class="wp-caption-text">Imagem de Satélite - National Mall, Washington na hora da posse de Obama</p></div>
<p>A <strong>cobertura integrada CNN/Facebook</strong> do evento <a href="http://www.pic2009.org/content/home/" target="_blank"><strong>Obama Inauguration</strong></a> colocou em pauta o exercício do compartilhamento em tempo real mais puro &#8211; sem fronteiras; múltiplos fusos horários, etnias e culturas; e muita diversidade de opiniões, de pessoas próximas e de estranhos &#8211; tudo disponível na mesma interface, acompanhando o <em>streamming</em> audiovisual que bateu recordes de audiência.</p>
<p>Penso que para quem não é aficcionado, compreender  a função de uma rede social, inserir-se na sua dinâmica e tornar-se um participante ativo é algo que necessita de motivação, concretitude e maleabilidade, mesmo em tempos de uma internet bastante presente no dia-a-dia coletivo (<a href="http://www.chass.utoronto.ca/~wellman/publications/immanent/immanent.pdf" target="_blank"><strong>a internet imanente</strong></a>). Os mais de <a href="http://mashable.com/2009/01/20/cnn-facebook-inauguration-numbers/" target="_blank">13 milhões de stremmings</a> da CNN/Facebook podem representar o elemento concreto, ou o efeito-demonstração para que cada vez mais o mundo das redes sociais também seja tão imanente quanto à própria rede.</p>
<p>Existem aqui alguns aspectos que valem a pena comentar: a questão tecnológica como desencadeadora de <strong>fatos sociais e de aglutinação informativ</strong><strong>a</strong>, deixando para trás o aspecto do determinismo; o contexto <strong>sócio-antropológico</strong> das redes sociais na web; e os aspectos de <strong>modelo de negócios</strong> e concentração de tráfego que viabilizaram a parceria.</p>
<p>Nesse post vou me concentrar mais na questão social sustentada pela tecnologia sem, entretanto, desconsiderar os demais pontos que serão mais bem abordados em novos posts desse Intermezzo.</p>
<p><img class="alignleft" title="CNN Facebook" src="http://vthumb.ak.facebook.com/vthumb-ak-sf2p/v643/73/33/4916774/q4916774_697996871560_1050.jpg" alt="" width="100" height="75" /></p>
<p><strong>Será que valeu a pena assistir à posse pelo CNN/Facebook?</strong> Teria sido melhor acompanhar de casa, no sofá, pela Globo, com a tradução simultânea? Ou pela própria CNN no cabo, ou ainda, desconectar-se de vez? Como optei pela rede social, digo que valeu, e justifico isso diante do diferencial oferecido pelas ferramentas da rede social -<strong> as conversações</strong>.</p>
<p>Ao final da cerimonia, o colega professor espanhol <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1232230814&amp;src=fftb#/friends/?ref=tn" target="_blank"><strong>José Luis Orihuela</strong></a> manifestou-se para a nossa comunidade: &#8220;<span class="status_body"><em>Muy buena experiencia seguir el evento con la comunidad de amigos en Facebook</em>&#8220;. Essa boa experiência pode ser social e tecnicamente avaliada como uma <strong>revalorização da relação informação/comunicação </strong>diante da complexidade do mundo contemporâneo (<strong>uma leitura de nossa sociedade por Derrik de Kerckhove</strong>). O autor, citado por <a href="http://prisma.cetac.up.pt/artigospdf/9_informacao_comunicacao_investigacao_inovacao_interdisciplinaridade_e_mediacao_na_sociedade_actual_algumas_notas_vitor_oliveira_jorge.pdf" target="_blank">Vítor Oliveira Jorge, da Universidade do Porto</a>, diz:  &#8220;<em>Hoje, só podemos pensar se conseguirmos sair dos estereótipos e dos arquétipos da nossa cultura tradicional. Ora, esse foi sempre o desafio da antropologia. É por isso que os seus conhecimentos e a sua experiência são fulcrais ao entendimento da contemporaneidade&#8221;</em>.</span></p>
<p><span class="status_body">Tal revalorização pode ser observada ao vivo por quem participou da transmissão CNN/Facebook. Nessa linha, dentre as manifestações de <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/home.php?ref=home" target="_blank"><strong>minha comunidade no Facebook,</strong></a> destaco as dos colegas <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1232230814&amp;src=fftb#/profile.php?id=835675120" target="_blank"><strong>Daniela Bertocchi </strong></a>(a Dani) criadora e autora desse Intermezzo, <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=791134337" target="_blank"><strong>Francisco Madureira </strong></a>(o Madu), jornalista responsável pelo UOL Tecnologia e meu orientando na ECA-USP e <a href="http://www.facebook.com/friends/?ref=tn#/profile.php?id=730221792" target="_blank"><strong>Nuno Vargas </strong></a>jornalista e webdesigner de Portugal: todas reforçam o aspecto das conversações. </span></p>
<p><span class="status_body">Diz a Dani: &#8220;<em>Estive com</em><em> a minha comunidade, na mesma interface online, acompanhando o mesmo evento ao mesmo tempo, tecendo comentários juntos, criando<strong> um discurso paralelo à cobertura tradicional</strong> da TV. E note-se que há uma diferença entre os botões &#8220;Everyone watching&#8221; e o &#8220;Friends&#8221;. Coisas distintas. Não é uma mesma coisa que colocar um chat entre os usuários. E tem o Twitter&#8230;enfim, fez história!!!</em>&#8220;.</span></p>
<p>O Nuno destaca <strong>a multiplicidade de ferramentas aplicadas num evento diferenciado na rede</strong>: &#8220;<em>Obviamente, a novidade aqui não foi o chat. O que diferenciou, penso eu, foi ter um live streamming + social network como o Facebook incorporado no streamming pannel + um evento quase inigualável decorrendo + a possibilidade de inserir twitters próprios. <strong>Várias plataformas e vários espectros entre o público e o mais privado ou &#8220;friendly&#8221;. Mushing, crossing and producing content</strong></em>!&#8221;</p>
<p><span class="status_body">Por outro lado, não podemos nos esquecer da <strong>colocação do Madu</strong>: será que isso não é bem parecido com que o <a href="http://ww.terra.com.br" target="_blank">Terra</a>, por exemplo, já fazia há pelo menos três anos disponibilizando chats junto com suas coberturas ao vivo? Ou seja, será que estamos falando de inovação?</span></p>
<p><img class="aligncenter" title="CNN" src="http://graphics8.nytimes.com/images/2009/01/18/business/18web.xlarge1.jpg" alt="" width="300" height="160" /></p>
<p><span class="status_body">É preciso ter cuidado ao discutir<strong> inovação no mundo digital, onde o ciclo de vida tecnológico é extremamente curto</strong>, levando os mais desavisados a pequenas confusões semânticas (já que inovação não é a mesma coisa que novidade, por exemplo) ou a escolhas conceituais inadequadas à complexidade contemporânea. Apesar das TIC&#8217;s serem unamimemente consideradas como uma inovação tecnológica em constante mutação, estas <strong>quando aplicadas a sistemas e redes coletivos, como é o caso das redes sociais, entram num contexto mais recente que levam em conta as inovações no âmbito das ciências sociais</strong>. E aqui, a perspectiva economica dos Schumpeteriamos perde a sustentação.</span></p>
<p><span class="status_body">Se considerarmos a <strong>agenda da inovação tecnológica social</strong>, o evento Obama no Facebook empreendeu o &#8220;pulo do gato&#8221; à perfeição,<strong> a inovação ocorreu pela tecnologia sustentando as relações mais do que pela tecnologia possibilitando um <em>streamming </em>de qualidade A ou B, por exemplo</strong>.  O pesquisador Thales de Andrade tem <a href="http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v20n58/25632.pdf" target="_blank">excelente texto sobre o tema</a>, e diz: &#8220;<em>A proposta dos cientistas sociais interessados em compreender os rumos da inovação na sociedade contemporânea significa uma mudança de enfoque analítico, voltado agora para os elementos intangíveis e cambiantes da prática tecnológica e social, em que as relações são mais fundamentais do que as coisas, em que os processos superam os resultados em termos de intelegibilidade das práticas sociais</em>&#8220;.</span></p>
<p><span class="status_body">Enfim, o compartilhamento experienciado pelo ambiente CNN + Facebook &#8212; e note-se que a</span> cobertura da posse do Obama nesta terça, 20, gerou 136 milhões de pagesviews e 21,3 milhões de streams de vídeo, com pico, durante o discurso do presidente, de 1,3 milhão de vídeos simultâneos &#8212;  <span class="status_body">constituiu-se num &#8220;<em>case</em>&#8221; exemplar integrador de plataformas, de inovação social e um marco para a web 2.0 como canal de conversação e comunicação coletiva. Valeu!</span></p>
<p><span class="status_body"><strong>(Beth Saad)</strong></span></p>
<p><span class="status_body"><img class="aligncenter" title="CNN Facebook" src="http://newteevee.files.wordpress.com/2009/01/cnnlivefb.jpg?w=300&#038;h=191&#038;h=191" alt="" width="300" height="191" /></span></p>
<p><span class="status_body">Mais:</span></p>
<p><span class="status_body"><a title="Permanent Link to Facebook/CNN Partnership Posts Phenomenal Results" rel="bookmark" href="http://www.allfacebook.com/2009/01/facebook-cnn-inauguration-results/">Facebook/CNN Partnership Posts Phenomenal Results</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.readwriteweb.com/archives/facebook_and_cnn_the_power_of_the_social_web_revealed.php">Facebook and CNN: The Power of the Social Web Revealed &#8211; ReadWriteWeb</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://newteevee.com/2009/01/20/facebook-cnn-is-future-of-tv/">Facebook + CNN = Future of TV</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.nytimes.com/2009/01/21/us/politics/21video.html?_r=1">Online Video of Inauguration Sets Records</a></span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www.nytimes.com/2009/01/18/business/media/18web.html?_r=1&amp;scp=1&amp;sq=can%20CNN%20the%20go-to%20site%20get%20you%20to%20stay]%20%20&amp;st=cse">Can CNN, the Go-to Site, Get You to Stay?</a><br />
</span></p>
<p><span class="status_body"><a class="taggedlink " rel="nofollow" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj2101200921.htm">Pelos canais globais de notícias, &#8220;mar de caras felizes&#8221; é retrato de cerimônia</a></span></p>
<p><span style="line-height:12px;"><a href="http://www.slideshare.net/arantes/barack-obama-case-em-mdias-sociais-presentation?type=powerpoint" target="_blank">Barack Obama: Case em mídias sociais</a></span></p>
<br />Publicado em Cibercultura, Eventos, Mídia, Mercado, Tecnologia Tagged: CNN, Facebook, inovação, mídia social, Obama <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1604/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1604/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1604&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Beth Saad</media:title>
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			<media:title type="html">dosateliteb</media:title>
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			<media:title type="html">CNN Facebook</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://graphics8.nytimes.com/images/2009/01/18/business/18web.xlarge1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">CNN</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://newteevee.files.wordpress.com/2009/01/cnnlivefb.jpg?w=300&#38;h=191" medium="image">
			<media:title type="html">CNN Facebook</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Por que as pessoas lêem blogs ao invés de sites de notícias?</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2009/01/04/por-que-as-pessoas-leem-blogs-ao-inves-de-sites-de-noticias/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 04:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[padrões web]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[W3C]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já se fez essa pergunta? Os blogs teriam chegado a um patamar de qualidade de conteúdo maior do que o da grande imprensa? Seria a mudança geracional dos leitores? A tal web 2.0? Talvez. Mas um dos possíveis motivos para a queda de leitura da grande imprensa online atende pelo sigla SEO. Não se &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2009/01/04/por-que-as-pessoas-leem-blogs-ao-inves-de-sites-de-noticias/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1594&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&gt;  12.00  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Wingdings; 	panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0; 	mso-font-charset:2; 	mso-generic-font-family:auto; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} a:link, span.MsoHyperlink 	{mso-style-priority:99; 	color:blue; 	mso-themecolor:hyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:purple; 	mso-themecolor:followedhyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0 	{mso-list-id:1103112009; 	mso-list-type:hybrid; 	mso-list-template-ids:-883154406 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1 	{mso-level-number-format:bullet; 	mso-level-text:; 	mso-level-tab-stop:none; 	mso-level-number-position:left; 	text-indent:-18.0pt; 	font-family:Symbol;} ol 	{margin-bottom:0cm;} ul 	{margin-bottom:0cm;} --><!--[if gte mso 10]&gt; &lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif";} --> <!--[endif]--><a href="http://www.racineweb.com/design/sciences.html"><img class="alignright" src="http://www.racineweb.com/images/code_snip.gif" alt="" width="207" height="190" /></a>Você já se fez essa pergunta? Os blogs teriam chegado a um <strong>patamar de qualidade </strong>de conteúdo maior do que o da grande imprensa? Seria a mudança geracional dos leitores? A tal web 2.0?</p>
<p class="MsoNormal">Talvez. Mas um dos possíveis motivos para a queda de leitura da grande imprensa online atende pelo sigla <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization">SEO</a>. Não se preocupe, não irei discorrer sobre monetização e sim como os sites noticiosos da grande imprensa não se adaptaram a <strong>mudança de comportamento</strong> que todos já estão carecas de saber: as pessoas não acessam mais; elas buscam.</p>
<p class="MsoNormal">Os trabalhos de <a href="http://books.google.com/books?id=FR9PAAAAMAAJ&amp;hl">BATTELLE</a>, <a href="http://books.google.com/books?id=DWlIY1PxkyYC&amp;hl">TAPSCOTT</a>, <a href="http://books.google.com/books?id=8NRyFMbhxuEC&amp;hl">MEYER</a>, e <a href="http://www.record.com.br/detalhe.asp?titulolivro=8443">SANT&#8217;ANNA</a> falam amplamente das características do leitor digital. Contudo, basta conversar com qualquer editor de redação on-line para ele atestar o fato de que a maior parte do tráfego do site advém do Google. Esse fenômeno é observável em qualquer local público de acesso à internet. As pessoas <strong>trocaram </strong>os favoritos e a digitação manual pelo conforto e a praticidade de uma busca eficiente.</p>
<p class="MsoNormal">Diante essa realidade, pergunto: ao realizar suas buscas,<strong> quantas vezes um site de jornal ou revista de grande circulação apareceu na primeira página de resultados</strong>? Faça o teste. Você verá que raramente eles aparecem. As primeiras páginas do Google são praticamente domínio de blogs e de wikis. Mérito deles? Em alguns casos sim, mas mérito maior das plataformas de conteúdo:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">A maioria das empresas renega      plataformas livres de publicação de conteúdo, pois temem a falta de suporte.      O resultado é a aquisição de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_management_system">CMSs</a> fechados ou o desenvolvimento de soluções <em> in house</em> que, sem as devidas personalizações, <strong>não são semanticamente corretas</strong>.      Por outro lado, praticamente todos os blogs são construídos em cima das      plataformas WordPress e Blogger. Ao contrário dos pacotes fechados, os desenvolvedores      e as centenas de voluntários em torno desses dois projetos trabalham versão a versão para deixá-los cada vez mais corretos e adequados      ao <a href="http://www.w3.org/">W3C</a> e aos principais padrões web.</li>
<li class="MsoNormal">As URIs das notícias dos      sites da grande imprensa geralmente são compostas de códigos gerados      aleatoriamente pelos CMSs ao invés de trazerem o conteúdo da manchete. Estruturas      de <strong>endereços não amigáveis</strong> fazem com que as páginas <a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=76329">percam      relevância para o Google</a>.</li>
<li class="MsoNormal">Alguns dos sites de      jornais e revista que testei desconhecem o que é <a href="http://sitemaps.org/">SiteMap</a> e <a href="http://www.robotstxt.org/">Robots.txt</a>. A ausência desses dois      mecanismos também faz qualquer página <strong>perder muitos pontos</strong> nos      resultados orgânicos dos mecanismos de busca.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">A junção da tecnologia dos blogs, a ausência de tecnologia dos sites da grande imprensa e o novo comportamento dos leitores acaba retroalimentando o sistema. O novo usuário busca o conteúdo que aparece na primeira página dos sites de busca – independentemente de grandes critérios qualitativos ou de reputação, basta que o conteúdo responda a pergunta da busca e a minha experiência como professor universitário, infelizmente, comprova isso -, com plataformas mais otimizadas, blogs e páginas wiki sempre aparecem nas primeiras páginas e, logo, são mais clicadas e referenciadas. Desta forma, o algoritmo do Google entende que esse tipo de conteúdo é mais relevante do que os conteúdos dos sites de imprensa. Com a <strong>repetição desse ciclo</strong>, os sites jornalísticos – a despeito da crise do setor – são, cada vez mais,<strong> relegados às últimas páginas</strong> dos resultados de busca.</p>
<p class="MsoNormal">Por isso, além do investimento em conteúdo de qualidade, relevante e exclusivo, é preciso também <strong>melhorar as plataformas de conteúdo</strong> e não ter medo do que é gratuito. Um bom ponto de partida para iniciar essa mudança é a leitura do <a href="http://www.google.com/webmasters/docs/search-engine-optimization-starter-guide.pdf">Google&#8217;s Search Engine Optimization Starter Guide (PDF)</a>.</p>
<p class="MsoNormal">(Andre de Abreu)</p>
<br />Publicado em Jornalismo, Tecnologia Tagged: Blog, Jornalismo, padrões web, SEO, W3C <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1594/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1594/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1594&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O ano de 2008 na Internet: eventos, personalidades e tendências</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/24/o-ano-de-2008-na-internet-eventos-personalidades-e-tendencias/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/24/o-ano-de-2008-na-internet-eventos-personalidades-e-tendencias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 11:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[O Jornalistas da Web convidou quatro jornalistas do meio online para elencarem alguns momentos marcantes da Internet em 2008 e também apontarem possíveis tendências para o próximo. Os convidados deveriam citar: 1. Eventos, recursos, serviços e/ou acontecimentos que mais chamaram a atenção no meio online em 2008 2. Uma personalidade do meio online em 2008 3. &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/12/24/o-ano-de-2008-na-internet-eventos-personalidades-e-tendencias/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1578&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Especial JW" src="http://www.jornalistasdaweb.com.br/_img/imagem_promo_especial2008.jpg" alt="" width="290" height="96" /></p>
<p>O <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;idConteudo=3695" target="_blank">Jornalistas da Web</a> convidou quatro jornalistas do meio online para elencarem alguns momentos marcantes da Internet em 2008 e também apontarem possíveis tendências para o próximo.</p>
<p>Os convidados deveriam citar:</p>
<blockquote><p>1. Eventos, recursos, serviços e/ou acontecimentos que mais chamaram a atenção no meio online em 2008</p>
<p>2. Uma personalidade do meio online em 2008</p>
<p>3.  Um site em 2008</p>
<p>4.  Possíveis tendências no meio online para 2009</p>
<p>5. O que pode/deveria melhorar no meio online em 2009</p></blockquote>
<p>Participaram da pauta <strong>Raquel Recuero</strong> (uma super pesquisadora de mídia digital), <strong>Paulo Henrique Ferreira </strong>(jornalista que tem feito uma boa revolução no Lancenet! em termos de novas mídias e conteúdo móvel),  <strong>Deborah Dubner </strong>(criadora do portal Itu.com.br), e eu mesma, <strong>Daniela Bertocchi</strong>, daqui do Intermezzo.</p>
<p>A campanha eleitoral de<strong> Barack Obama </strong>esteve em quase todas as respostas. O <strong>Twitter</strong> foi destacado por mim e Raquel. As  ferramentas móveis (mobile, mobilidade, autonomia) e a social media são entendidos como tendências. Vale a pena conferir <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayConteudo&amp;idConteudoTipo=2&amp;idConteudo=3695" target="_blank">todas as respostas</a>.</p>
<p>(Daniela Bertocchi)</p>
<br />Publicado em Jornalismo, Mercado, Tecnologia Tagged: 2008, tendências <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1578/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1578/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1578&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">intermezzoweblog</media:title>
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			<media:title type="html">Especial JW</media:title>
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	</item>
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		<title>O marxismo explica a web 2.0</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/14/o-marxismo-explica-a-web-20/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 20:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre de Abreu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos acadêmicos]]></category>
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		<category><![CDATA[stuart hall]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O marxismo ainda hoje é considerado algo subversivo. Papo de comunista ou de universitário esquerdóide. Entretanto, uma leitura atenta e livre das paixões partidárias que o estigmatizaram pode trazer explicações sobre muitos movimentos recentes do mundo capitalista, incluindo algumas ligadas à comunicação digital. Uma releitura da obra de Marx é o que faz a New &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/12/14/o-marxismo-explica-a-web-20/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1569&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a title="Definição de marxismo na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marxist">marxismo</a> ainda hoje é considerado algo <strong>subversivo</strong>. Papo de comunista ou de universitário esquerdóide. Entretanto, uma leitura atenta e livre das paixões partidárias que o estigmatizaram pode trazer explicações sobre muitos movimentos recentes do mundo capitalista, incluindo algumas ligadas à comunicação digital.</p>
<p>Uma <strong>releitura </strong>da obra de <a title="Biografia de Karl Marx na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Marx">Marx</a> é o que faz a <a title="Verbete sobre a New Left (ou Nova Esquerda) na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/New_Left">New Left</a> há quase 50 anos. Para falarmos de comunicação digital eu destaco dois de seus representantes: <a title="A vida de Raymond Williams na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Raymond_Williams">Raymond Williams</a> e <a title="A vida de Stuart Hall na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stuart_Hall_(cultural_theorist)">Stuart Hall</a>.</p>
<p><strong>O fim dos blogs</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 146px"><a href="http://www.boitempo.com/livro_completo.php?isbn=978-85-7559-082-9"><img title="Palavras-Chave, de Raymond Williams" src="http://raquelsallaberry.com/wp-content/uploads/2008/01/palavras_capa.jpg" alt="Capa da edição brasileira do livro Palavras-Chave, de Raymond Williams" width="136" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da edição brasileira do livro &quot;Palavras-Chave&quot;, de Raymond Williams</p></div>
<p>Em outubro, o <a title="Link para o artigo Twitter, Flickr, Facebook Make Blogs Look So 2004, de Paul Boutin" href="http://www.wired.com/entertainment/theweb/magazine/16-11/st_essay">artigo</a> de Paul Boutin na revista Wired deu início a uma série de questionamentos sobre a continuidade dos blogs <em>as we know it</em>. Um de seus argumentos para isso é o fato dos blogs terem sido apropriados por profissionais e empresas que buscam, de alguma forma, monetizar o meio.  Desta forma, perde-se a essência de blogs como um canal de comunicação livre e desprendido de qualquer interesse maior. Os espaços públicos atuais para esse tipo de manifestação seriam os serviços de microblogging e comunidades de relacionamento como Twitter e Facebook, respectivamente.</p>
<p>Raymond Williams, em seu &#8220;Palavras-Chave&#8221;, já previa esse fenômeno. Na obra, ele constata que <strong>algumas palavras que definem a nossa sociedade vão mudando de conceito e sentido</strong> com o passar dos anos para atender o interesse dominante da ocasião.</p>
<p>Os blogs nasceram como instrumentos de livre expressão e criatividade. Hoje, convivemos com uma massa blogueira que, se não é assalariada para cumprir sua função, persegue de forma insaciável – e, muitas vezes, pouco ética – os invejáveis dólares dos links patrocinados. Palavras são modificadas e discursos são medidos a base de Google Trends em busca de mais page rank. É a versão digital da tão criticada atitude dos programas de televisão que moldam seus conteúdos com base no monitor em tempo real do Ibope.</p>
<p><strong>Comunicação colaborativa</strong></p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 145px"><img title="Da Diáspora, de Stuart Hall" src="http://www.editoraufmg.com.br/capas/DA%20DIASPORA.jpg" alt="Capa da edição brasileira de Da Diáspora, de Stuart Hall" width="135" height="194" /><p class="wp-caption-text">Capa da edição brasileira de &quot;Da Diáspora&quot;, de Stuart Hall</p></div>
<p>Contemporâneo de Williams, Stuart Hall foi o primeiro editor da New Left Review, que <a title="Site da revista New Left Review" href="http://www.newleftreview.org/">existe até hoje</a>, e um dos principais representantes da Escola de Estudos Culturais de Birmingham, <a title="Artigo do The Guardian sobre o fim da Escola de Estudos Culturais de Birmingham" href="http://www.guardian.co.uk/education/2002/jun/27/highereducation.socialsciences">fechada abruptamente em 2002</a>.</p>
<p>Uma das características da sua obra é justamente a<strong> crítica ao modelo comunicacional da <a title="O que é a Escola de Frankfurt na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Frankfurt_school">Escola de Frankfurt</a></strong>, que enxerga o leitor estritamente como receptor, impossibilitado de produção em relação aos meios culturais.</p>
<p>Entretanto, Hall analisa em &#8220;Da Diáspora&#8221; que a massa não é um receptor passivo, e sim um <strong>ativo produtor de cultura</strong>. Apesar de o autor tecer seu discurso em uma época em que a internet praticamente não existia, é possível fazer muitas correlações entre o seu pensamento e os acontecimentos presentes.</p>
<p>Por estarmos em um mundo tão mutante e complexo, é fundamental para o comunicador conhecer e revistar a obra desses pensadores que levaram praticamente toda a vida refletindo sobre os fenômenos culturais e comunicacionais da sociedade.</p>
<p>A partir de um repertório sólido, o comunicador poderá compreender de forma mais ampla as relações e conseguirá elaborar <strong>estratégias comunicacionais sólidas </strong>e duradouras ao invés das famosas <strong>&#8220;estratégias-estopim&#8221;</strong>, que fazem muito barulho mas agregam pouco ao relacionamento de longo prazo entre empresa/veículo-consumidor/leitor.</p>
<p>(Andre de Abreu)</p>
<br />Publicado em Blog, Cibercultura, Estudos acadêmicos, Eventos, Jornalismo, Mídia, Mercado Tagged: comunicação digital, Jornalismo, marxismo, new left, nova esquerda, raymond william, stuart hall, web 2.0 <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1569/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1569/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1569&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Palavras-Chave, de Raymond Williams</media:title>
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			<media:title type="html">Da Diáspora, de Stuart Hall</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Virilio e a velocidade dos fluxos no mundo</title>
		<link>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/09/virilio-e-a-velocidade-dos-fluxos-no-mundo/</link>
		<comments>http://imezzo.wordpress.com/2008/12/09/virilio-e-a-velocidade-dos-fluxos-no-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 18:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Saad</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[fluxos]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar sobre Paul Virilio e a questão da velocidade dos fluxos informativos não é novidade. Sobre sua postura catastrofista e às vezes polêmica com relação à digitalização do mundo também nada de novo. O diferente, mesmo, é o lindo uso que Virilio e o fótógrafo, cineasta e jornalista francês Raymond Depardon fazem da midia digital &#8230;<p><a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/12/09/virilio-e-a-velocidade-dos-fluxos-no-mundo/" class="more-link">Ler mais</a></p><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1552&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1564" class="wp-caption alignright" style="width: 84px"><img class="size-thumbnail wp-image-1564" title="raymond-depardon1196268373" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/raymond-depardon1196268373.jpg?w=74&#038;h=95" alt="raymond-depardon1196268373" width="74" height="95" /><p class="wp-caption-text">Rymond Depardon</p></div>
<div id="attachment_1563" class="wp-caption alignleft" style="width: 104px"><img class="size-full wp-image-1563" title="287-virilio" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/287-virilio.gif?w=545" alt="Paul Virilio"   /><p class="wp-caption-text">Paul Virilio</p></div>
<p>Falar sobre <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Virilio" target="_blank">Paul Virilio</a> e a questão da velocidade dos fluxos informativos não é novidade. Sobre sua postura catastrofista e às vezes polêmica com relação à digitalização do mundo também nada de novo. O diferente, mesmo, é o lindo uso que Virilio e o fótógrafo, cineasta e jornalista francês <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Raymond_Depardon" target="_blank">Raymond Depardon</a> fazem da<strong> midia digital para discutir o seu próprio impacto nas diferentes formas de fluxos da humanidade</strong>.</p>
<p>Uma visão integrada entre o filósofo/arquiteto catastrofista e o fotógrafo/cineasta itinerante pode ser vista na exposição e instalação <strong><em>Terre Natale, Ailleurs commencent ici </em>ora em cartaz na <a href="http://fondation.cartier.com/" target="_blank">Fondation Cartier pour L&#8217;Art Contemporain</a>, em Paris.</strong></p>
<p>O principal questionamento da exposição tem uma relação direta com os instrumentos de trabalho da maioria dos leitores desse Intermezzo: a palavra, seus significados e suas transformações diante da rapidez dos fluxos de transporte das mensagens &#8211; os fluxos digitais. O filósofo aponta que diante da incontrolável rapidez dos fluxos intangíveis, <strong>o mundo real também entra num processo de migração contínua de pessoas, etnias, culturas, identidades: a terra natal, as origens se perdem, de fundem, se liquidificam</strong>. O cineasta vai atrás da comprovação da fluidez dos fluxos por meio das diferentes e ao mesmo tempo iguais linguagens do mundo, por meio das imagens das migrações, das manifestações de violência.</p>
<p>Uma conclusão um tanto ingrata:<strong> nesse mundo hiper-conectado, nunca o homem esteve tão só, tão em busca de si mesmo mundo afor</strong>a.  Muito impactante quando visto de perto com uma bela exploração de recursos audiovisuais. Vale a pena visitar o site da Fondation Cartier e ver alguns depoimentos e imagens da exposição. Algo a se refletir.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1566" title="images_image_44461" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/images_image_44461.jpg?w=545" alt="images_image_44461"   /></p>
<p>(Beth Saad)</p>
<br />Publicado em Cibercultura, Jornalismo Tagged: fluxos, identidade, linguagem <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1552/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1552/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1552&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Livro sobre o ciberjornalismo em Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 02:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Bertocchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ciberjornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[O amigo Fernando Zamith lança esta semana, pela Edições Afrontamento, o livro &#8220;Ciberjornalismo: as potencialidades da Internet nos sites noticiosos portugueses&#8220;. O lançamento ocorre no dia 11 na Universidade do Porto e conta com a apresentação do professor Manuel Pinto (Universidade do Minho). Leitura obrigatória! (Daniela Bertocchi) Publicado em Jornalismo Tagged: ciberjornalismo, livro, portugal<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1553&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1554" title="livro_zamith" src="http://imezzo.files.wordpress.com/2008/12/livro_zamith.gif?w=545" alt="Ciberjornalismo português"   align="left" />O amigo <a href="http://zamith.googlepages.com/" target="_blank">Fernando Zamith</a> lança esta semana, pela Edições Afrontamento, o livro &#8220;<strong>Ciberjornalismo: as potencialidades da Internet nos sites noticiosos portugueses</strong>&#8220;. O lançamento ocorre no dia 11 na Universidade do Porto e conta com a apresentação do professor Manuel Pinto (Universidade do Minho). Leitura obrigatória!</p>
<p><span style="line-height:12px;"><span style="line-height:7px;"><span style="line-height:7px;">(Daniela Bertocchi)</span></span></span></p>
<br />Publicado em Jornalismo Tagged: ciberjornalismo, livro, portugal <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/imezzo.wordpress.com/1553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/imezzo.wordpress.com/1553/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=imezzo.wordpress.com&#038;blog=870425&#038;post=1553&#038;subd=imezzo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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